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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

24/01/2014 16:03

Juiz nega pedido para vetar menores em "rolezinho" no shopping

Edivaldo Bitencourt
Mais de 1,2 mil confirmaram presença em movimento no domingo (Foto: Reprodução Facebook)Mais de 1,2 mil confirmaram presença em movimento no domingo (Foto: Reprodução Facebook)

O juiz em substituição da Vara da Infância, Juventude e do Idoso, Roberto Ferreira Filho, negou pedido de liminar para vetar o ingresso de crianças e adolescentes no Shopping Campo Grande. O pedido foi feito pelo centro comercial por causa do “rolezinho”, previsto para domingo, a partir das 16h20.

Na ação na Justiça, a BR Malls, administradora do estabelecimento, pede a presença de comissários para fiscalizar a presença de menores de 18 anos durante o movimento, que tem o objetivo de protestar contra a discriminação.
No pedido, o centro comercial alegou que não tem condições de garantir a segurança de todos e destaca a preocupação com a integridade física das crianças e adolescentes.

Ao contrário do juiz em substituição na 4ª Vara Cível, José Rubens Senefonte, que proibiu o “rolezinho” sob pena de multa de R$ 1 mil por, Ferreira Filho diz que não pode adotar medidas que firam o direito de ir e vir dos consumidores e dos participantes do “rolezinho”.

No entanto, ele reforçou a liminar de Senefonte e pede à Polícia Militar o reforço no policiamento no Shopping Campo Grande para coibir eventuais excessos e atos de vandalismo. O comandante geral da PM, coronel Carlos Alberto David dos Santos, tem 24 horas para apresentar o plano de segurança previsto para domingo.

Também pede ao Tribunal de Justiça para que dê ampla publicidade do “rolezinho” para que ninguém seja surpreendido com o protesto no domingo.

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De novo digo, quem não for praticar crime, e for só passear não tem o que temer, mas quem for depredar, ou etc já sabe que vai ter reprimenda e lei falida, né gildo.
 
Adriano Magalhães em 25/01/2014 15:33:40
A justiça acata a tudo que o jovens querem fazer ,sabemos que vão para causar baderna mesmo e os estragos depois quem vai pagar ,cada desculpa que arrumam para protestar vai ver quantos desses jovens realmente tem interesse em ter um futuro melhor ou tem frequência na escola.
 
joice souza em 25/01/2014 09:18:52
Essas concentrações em estabelecimentos comerciais marcadas através de internet já foram reprimidas nos Estados Unidos mas os tupiniquins acham que a restrição é coisa de murubixaba neurastemico. Uma coisa é o direito de jovens frequentar shoppings, liberdade plena cujo exercício verificamos cotidianamente quando avistamos grupos de jovens, inclusive de classes sociais humildes, outra coisa é a demagogia de ter como normal a estimulação de concentração de hordas em um estabelecimento comercial sem se estabelecer tratativas com os titulares da propriedade. Trata-se de uma molecagem surgida com a massificação da internet, mas quero ver os defensores aprovar a concentração de uma horda no quintal de sua casa ou mesmo em frente a sua casa.
 
Celso Pereira da Silva em 25/01/2014 09:11:18
Concordo com o direito de ir e vir, desde que seja de maneira pacata, sem violência, sem invasões do patrimônio público ou privado.
Caso contrário, este direito fere os todos direitos dos outros.
Violência gera violência, e o desfecho não representa bons resultados para ninguém.
 
VALDIR VILLA NOVA em 25/01/2014 08:40:30
É só ir para mídia que todos querem-se aparecer , quero ver a ora que o circo pegar fogo qual a liminar que vai apagar, porque não vão fazer rolézinho para ajudar nos setores de oncologia deste país .
 
claudeci candido barbosa em 25/01/2014 07:21:27
maximiliano.... tudo bem que é discriminação, mais um ato onde esta envolvido varias pessoas como esta sendo marcado, deve-se informar a policia tanto militar como os bombeiros dessa concentração, e sendo o shopping um lugar que é particular onde não a argentes municipais, os proprietarios podem barrar a entrada assim por que um conglomerados de jovens podem haver tumulto.....agora eu pegava essa mulecada e dava uma enxada pra cada um carpir as ruas de campo grande, ja que o bernal não limpa esses muleques metidos a nada arruma uma ocupação, cade os pais dessa juventude perdida???? da ate medo de ter filho hj em dia. estamos chegando ao fim mesmo de uma humanidade perdida.... ja não somos mais homo sapiens.. pode dar outro nome por que o homo sapiens é pensador, voltemos ao neanderthal.
 
milton lossavaro junior em 25/01/2014 01:44:12
Deveria, a exemplo de São Paulo, exigir que menores de 18 anos só pudessem entrar no shopping neste dia do "rolezinho" acompanhados dos pais ou responsável, tendo em vista a própria integridade física dos menores, já que a lei quer os ver "protegidos", isso é questão de sensatez, e o juiz tem em suas mãos o poder geral de cautela, que deveria ser usado nestes casos, pois todos nós sabemos que estes "protestantes" abusam de seus direitos, e prejudicam os direitos alheios.
 
lucidio souza em 24/01/2014 21:57:55
que me perdoem os "juristas" e "entendidos" mas, se não estou enganado, o shopping é propriedade particular e, por isso, pode sim impedir esse tipo de atividade - não tem obrigação de aceitar qualquer um em seus domínios - será que os campo-grandenses só sabem copiar as coisas ruins que acontecem no mundo? ninguém aqui tem capacidade de criar algo bom e relevante para a sociedade local? que vergonha...
 
josé vale em 24/01/2014 21:45:41
Isso é coisa dessa esquerda burra que fica usando esses jovens desocupados e alienados para fazer baderna. Não tem nada a ver o Direito de ir e vir com o direito de fazer baderna e provocar tumulto. Faltou coragem para o Juiz da Infância e Juventude, que deveria ter vetado esse tipo de manifestação. Mas querendo posar de bom moço, de defensor do direito dos excluídos, decidiu assumir o risco de permitir que mais de mil jovens se reúnam de forma irresponsável e sem controle num ambiente fechado e frequentados por famílias, crianças e idosos. De quem será a culpa se houver tumulto ou morte? Do Shopping, dos seguranças, da polícia? Se esses jovens alienados quisessem lutar pelos seus direitos, fariam rolezinhos nas Câmaras municipais, assembléias legislativas e Congresso Nacional.
 
Maritônio Barreto em 24/01/2014 21:03:11
engraçado o digníssimo meritíssimo manda nas costas da policia militar ali é um local particular e não publico
 
CLAUDINEI BRAZ DE LIMA em 24/01/2014 20:56:19
Concordo com o Maximiliano que não se pode vetar o direito de ir e vir desde que esse direito não resulte em tumulto, balburdia, confusão e prejuizo que é o que se tem visto em todos os chamados "rolezinhos".
 
Jose Vicente em 24/01/2014 20:28:35
Realmente não podem coibir que pessoas frequentem lugares abertos ao público. Porém, se provocarem baderna, desordem, tumulto de qualquer espécie, estes devem ser detidos para que as providencias sejam tomadas no sentido de realizarem-se as punições cabíveis.
 
Roberto Manvailer Munhoz em 24/01/2014 19:43:11
Por que aqui nesta cidade, existe a necessidade das pessoas em compartilhar a música em que se está ouvindo? Por quê? Haja ouvidos...haja paciência!

Sobre o "rolezinho"...8 em cada 10 pessoas é contra! É tão obvio...
 
Gustavo Oliveira em 24/01/2014 18:53:14
Ué simples, é só "escoltarem" os manifestantes, para "protegê-los" da discriminação.

Assim, eles podem andar por onde quiserem, ordenadamente, com a segurança da polícia. Quer mordomia maior que essa???? Andar de "segurança" como a ultraelite dominante, kkkk

E FILMEM TUDO, PRA MOSTRAR A QUE VIERAM ESSES "PROTESTANTES".

 
Caio Romão Filho em 24/01/2014 18:51:34
Algum Magistrado, Politico ou autoridade policial, mesmo aqueles que residam no Bairro Caranda Bosque, Autonomista e Giocondo Orsi, por um acaso estao preocupados com o "rolezinho" que os ladroes estao dando na regiao. A situaçao esta completamente incontrolavel. Outro dia moradores do Bairro Caranda Bosque reuniram-se na Igreja da Av Hiroshima pra tomarem uma providencia, pois hj nao ha uma só casa no Bairro que ja nao tenha sido alvo dos ladroes, e olha que esse rolezinho la ja tem um tempo em. imprensa, desafio-lhes a fazer uma pesquisa, sobre os arrombamentos no local, e trazer a situaçao a público, pois isso sim é preocupante.
 
Antonio Carlos em 24/01/2014 18:47:12
local público então a segurança dentro do shopping tem que ser feito pelos responsaveis pelo mesmo,porque quanto a policia esta cuidando de baderneiros os verdadeiros bandidos estão nas ruas.
 
nilton sabino em 24/01/2014 18:41:38
coisa de quem não tem pai nem mae em casa. Molecada sem ter o que fazer e sem educação. Vão causar desemprego, isso é oq eu vao conseguir com esse movimento sem causa. O shopping deveria fechar as portas às 15:00 horas, ou antes.
 
Emival Ferreira dos Santos em 24/01/2014 18:36:50
Rolezinho eh sinonimo de quebra-quebra e oportunidade para assaltar e roubar. Rico mesmo vai passear na Europa e nos EUA. Quem sofre eh a classe media baixa a qual tinha o gostinho de aproveitar umas poucas horas por semana no shopping para passear e descontrair. Agora nem isso. A gente eh obrigado a trabalhar como escravo na semana e ficar trancado dentro de casa no final de semana. Acabou a liberdade de ir a vir para as pessoas de bem. Nem no tempo da ditadura eramos tao oprimidos assim. Em que bela democracia vivemos hoje.
 
Jose Goncalves Ferreira em 24/01/2014 18:30:59
Todos os dias bandidos dão rolezinhos em vários bairros da cidade causando prejuízo as vitimas, seja nos crimes contra o patrimônio ou nos crimes sexuais, gostaria que os juízes ordenassem reforço policial também nas ruas da cidade de Campo Grande.
 
Alexandre Oliveira em 24/01/2014 17:29:17
Bom eu tinha falado isso hoje pela manhã, ninguem pode intervir no direito de acesso a locais abertos ao publico em geral senão configura descriminação.
 
maximiliano nahas em 24/01/2014 16:33:14
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