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Capital

Justiça dá prazo, mas empresa continua sem explicar morte de 2 mil peixes

Caso não apresente alegações, as acusações feitas pelo MP podem ser consideradas verdadeiras

Por Lucia Morel | 04/04/2021 09:25
Um dos tanques cenográficos onde peixes deveriam ser alocados. (Foto: Henrique Kawaminami/Arquivo)
Um dos tanques cenográficos onde peixes deveriam ser alocados. (Foto: Henrique Kawaminami/Arquivo)

O juiz Ariovaldo Nantes Corrêa, da 1ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos negou pedido de bloqueio de de bens feito pelo Ministério Público, mas determinou manifestação da empresa Anambi Ambiental sobre ação que cobra dela indenização de R$ 291,2 mil pela morte de peixes que seriam inseridos no Aquário do Pantanal.

O mandado de citação é do dia 10 de março e dá 15 dias para que a empresa apresente suas alegações sob pena de que as acusações feitas pelo MP sejam consideradas verdadeiras. Até o momento, conforme andamento do processo, a Anambi não se manifestou.

Conforme ação do Ministério Publico impetrada em fevereiro, pedido de indenização é pela morte de 2.092 peixes. Pelas contas oficiais, morreram 6.111 animais, mas alguns foram excluídos por terem , naturalmente, “vida curta”.

A Anambi Ambiental foi contratada pelo Governo de Mato Grosso do Sul em 2014 para manutenção dos peixes que seriam abrigados no Aquário do Pantanal. Ela já responde a outra ação por improbidade administrativa.

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