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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

18/06/2015 18:43

Justiça marca audiência para ouvir testemunhas de crime envolvendo lutador

Michel Faustino
Crime ocorreu na madrugada do dia 18 de abril. (Foto: Arquivo/Campo Grande News)Crime ocorreu na madrugada do dia 18 de abril. (Foto: Arquivo/Campo Grande News)

A Justiça de Mato Grosso do Sul marcou para o dia 17 de agosto a audiência para ouvir as testemunhas de acusação e defesa do processo envolvendo o lutador de jiu-jitsu Rafael Martinelli Queiroz, 27 anos. Rafael é acusado de espancar até a morte o engenheiro eletricista Paulo César de Oliveira, 49, na noite do dia 18 de abril, em um hotel no Bairro Amambaí.

Segundo o juiz titular da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, Carlos Alberto Garcete de Almeida, nesta fase, foram convocadas testemunhas que residem na Capital. Ele não quis adiantar o número de pessoas que prestaram depoimento.

No último dia 03, Rafael teve pedido de revogação de prisão negado e permanece detido em cela especial do Instituto Penal da Capital.

Na ocasião, a defesa do lutador ingressou com o pedido alegando que o acusado não necessita permanecer recluso, pois tem atividade lícita, residência fixa e não possui antecedentes criminais. Já o Ministério Público emitiu parecer pelo indeferimento do pedido.

O lutador responde na Justiça pelo crime de lesão corporal culposa em situação de violência doméstica por ter agredido a namorada Carla Maira de Medeiros Dias e também é réu por homicídio doloso qualificado por motivo torpe e meio cruel e por ter impossibilitado a defesa do engenheiro que era do interior de São Paulo, e, estava na Capital a serviço e em busca de oportunidade para mudar com a família para Campo Grande.

Crime- O crime ocorreu na noite de sábado para domingo em um hotel na Avenida Afonso Pena. Após brigar com a namorada, Rafael teve um ataque de fúria e saiu destruindo o que encontrava pela frente no corredor do hotel. Ele acabou encontrando Paulo Cezar e o agrediu até a morte. Logo após cometer o crime, o atleta ainda foi até o Circulo Militar e tentou participar do torneio, mas estava com as mãos sujas de sangue e foi impedido pela organização.



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