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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

17/10/2016 11:53

Ladrões invadem creche e furtam até comida que seria merenda de crianças

Luana Rodrigues e Julia Kaifanny
Bandidos invadiram o Ceinf (Centro de Educação Infantil) Laura Rodrigues. (Foto: Alcides Neto)Bandidos invadiram o Ceinf (Centro de Educação Infantil) Laura Rodrigues. (Foto: Alcides Neto)

Bandidos invadiram o Ceinf (Centro de Educação Infantil) Laura Rodrigues, no bairro Moema, em Campo Grande, e furtaram eletrodomésticos e até a merenda das crianças. O crime foi descoberto na manhã desta segunda-feira (17), quando funcionários da creche chegaram para trabalhar.

Conforme informações preliminares, os criminosos arrombaram o local que fica no cruzamento das ruas Demétrio Amaral com Araci Pereira de Matos e furtaram arroz, leite, óleo, além de um microondas, liquidificador e demais itens da merenda das crianças.

No local, ninguém do Ceinf quis falar com imprensa, mas uma testemunha, que preferiu não se identificar, disse que não há guarda, nem nada que garanta a segurança do Ceinf e, portanto, esta não é a primeira vez que o local é furtado.

A recepcionista Eliane Rodrigues, que é mãe de uma criança que fica no Ceinf, também lamentou a falta de vigias no local, pois fica vulnerável a ação de criminosos. "Nosso Ceinf é novo, as tias de lá são excelentes, mas sofremos com a marginalidade, que não perdoa prédio que não tem segurança", considera.

A mãe diz que a diretora do Ceinf já avisou aos país que a merenda já está sendo providenciada e não vai faltar comida para as crianças. 

Sem segurança - Na tarde deste domingo (16), um Cras (Centro de Referência e Assistência Social), localizado na Rua Palmerais, bairro Estrela Dalva, também foi furtado.

De acordo com o registro da ocorrência, por lá, os criminosos entraram por uma janela, onde falta vidro. Duas portas, da cozinha e do refeitório, foram arrombadas na ação. Essa é a terceira vez que o local, onde também não há guarda patrimonial, é alvo de furto.

O Campo Grande News entrou em contato com a Prefeitura para que pudesse explicar sobre a falta de agentes patrimoniais nos Centros, mas até a publicação desta reportagem não houve resposta.



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