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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

11/04/2014 11:57

Laudo aponta "ferimento recente" e Polícia busca saber tempo de abusos

Graziela Rezende

Com o laudo pericial que aponta “ferimento recente” no menino de 10 anos, que informou ter sido abusado por colegas da escola, em Campo Grande, a Polícia busca agora saber há quanto tempo ocorria o crime. Segundo a delegada Rozeman de Paula, titular da Deaij (Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e Juventude), as investigações apontam que os infratores estudavam há menos de um ano naquela escola.

“Dos três meninos suspeitos, de 13, 14 e 15 anos, um deles estuda há menos de um ano no local. Os outros dois há mais tempo, mas não no mesmo período da vítima. Então as informações estão sendo apuradas pela delegacia no sentido de identificar ao certo o período dos abusos”, afirma a delegada.

Na manhã desta sexta-feira (11), de acordo com a delegada, a mãe do adolescente voltou à escola. “Ela foi verificar o local onde ocorriam os abusos, enquanto que a vítima está sendo submetida a atendimento psicossocial”, explica a delegada.

Abuso? - Em depoimento à polícia, o menino de 10 anos disse que foi estuprado na Escola Municipal Consulesa Margarida Maksoud Trad, há pelo menos dois anos. Os abusos começaram quando a vítima tinha oito anos de idade e sempre ocorriam nos banheiros do colégio. O caso ocorreu no bairro Estrela Dalva.

A violência sexual sofrida pelo garoto de 10 anos foi descoberta há dois dias, data do último estupro. Conforme a família da vítima, o jovem nunca relatou nenhum episódio de violência.
Depois de mais uma sequência de abusos, o jovem sentiu dores e coceiras no ânus. Ele pediu ajuda para a mãe, que decidiu levá-lo ao posto de saúde. Na unidade, a médica fez exames iniciais e constatou a existência de duas fissuras na região anal.

A delegada também pediu à Justiça a autorização para a apreensão dos menores suspeitos. Ela precisa desse mandado de apreensão para os garotos de 13, 14 e 15 anos serem encaminhados à Unei (Unidade Educacional de Internação).



Realmente é lamentável o que aconteceu com este garoto e os autores destes crimes devem ser punidos. Mas com relação a acusar a escola, diretores ou coordenadores como responsáveis por este ato e ainda comentar que os mesmos não estão nem um pouco preocupados com os alunos é uma grande mentira, pois o que falta na escola é mais funcionários administrativos para circularem no pátio. Pois, como meia duzia de funcionários podem cuidar de 900 à 2000 mil alunos , ALGO IMPOSSÍVEL, em vez de procurar culpados devemos cobrar mais contingentes de funcionários do governo. E principalmente a presença da família na escola q ultimamente delega sua função de educar os filhos aos professores se esquecendo q o LIMITE, VALORES E PRINCÍPIOS são herança dos PAIS.
 
Alessandra R. Peixoto em 12/04/2014 14:07:30
Acho que o simples fato de os acusados não estarem estudando junto a vitima nos mesmo períodos cronológicos deveria fazer com que nós pensemos bem em nossas declarações. Seja lá o que aconteceu o fato e que alguém marcou a vida desse menino para sempre e que Deus esteja ao seu lado para que ele supere isso, mas acho que podemos por enquanto nos resguardar quanto a comentários de acusação e injurias verbais sobre os acusados.
 
Adriano Hany Reis Isoud em 11/04/2014 16:35:40
Toda vez que leio sobre o caso me emociono e fico mais indignada!!!
Esses delinquentes ficarão soltos? É um absurdo!!! E a escola, não será responsabilizada também?
JUSTIÇA JÁ!!!
 
Rebeca Mendes em 11/04/2014 15:58:00
Onde chegamos; deixamos nossos filhos na escola, é, Eles voltam pra casa estuprado no caso do garoto a (02)dois anos, pergunto EU, quem é culpado, será que a escola sei lá quem, não cuida os alunos no banheiro pátio, deixam eles sozinhos em um banheiro, não acredito em coisas dessas. Eu se fosse mãe do aluno entraria com uma ação contra o Município e, cobrava da Diretora sei lá Orientadora quem fosse responsável não deixaria barato jamais. Ai sim Justiça seria feita, para largarem mão de só receber seus salários é, não se importar com as crianças que são responsabilidade da escola.
 
angela maria vital b.gonçalves em 11/04/2014 15:44:04
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