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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

10/12/2013 17:44

Leishmaniose atinge 17% dos cães e 59 são recolhidos por mês na Capital

Mariana Lopes

A cada 10 cachorros que fazem o teste de Leishmaniose no CCZ (Centro de Controle de Zoonose), em Campo Grande, em média 1,7 é diagnosticado com a doença. Ou seja, 17% dos cachorros estão com a doença.

Isso significa que, por mês, 59 cachorros são atestados com leishmaniose na Capital, considerando que o CCZ realiza aproximadamente 350 exames mensais para identificar a doença nos animais.

De acordo com o CCZ, mais ou menos 40% dos animais que chegam ao órgão para realizar o exame estão em fase avançada da doença e apresentam até sintomas da leishmaniose.

Quando é comprovado que o animal é portador da doença, o Centro de Controle de Zoonose aconselha a sacrificá-lo, mas deixa critério do dono em optar pelo tratamento, que é feito em clínicas particulares. O órgão municipal não divulga a porcentagem dos cães que são diagnosticados com a doença e são sacrificados.

O perigo de manter um animal em casa em tratamento, segundo o CCZ, é que eles podem produzir parasitas na pele e é um potencial reservatória da leishmaniose. Porém, a justificativa é questionada por alguns veterinários que defendem a eficácia do tratamento da doença.

Para evitar a contaminação do animal, o CCZ orienta que moradores que tenham animais de estimação em casa evitem restos orgânicos que propiciam a proliferação dos vetores, e não manter animais doentes no mesmo quintal do imóvel.



CCZ nao sabe o que faz, preferem matar do que tratar, nunca eu entregaria meu cachorro pro campo de concentração que é o ccz, foi aprovado a lei que permite o tratamento da doença, é um absurdo que no seculo 21 preferem resolver o problema matando do que tratando, não é matando milhares de cachorros que se resolve o problema. Começo de ano existem centenas de campanhas para matar o mosquito da dengue, mais nao tem para acabar o da leish. Que vergonha eu tenho de morar em um pais deficiente!!!
 
cibele araújo em 11/12/2013 16:42:22
Esse CCZ já era. 17% ? Também... não fizeram nada esse ano.... daqui a pouco vamos estar nos 30% de cães infectados. Esse é que é o órgão de referência no estado ? Já foi.... com essa turma de incompetentes que está ai...estamos fritos !!! salvem-se quem puder sozinhos e com seus veterinários.Protejam seus cães. EU NÃO ACREDITO NO CCZ !!!
 
Larissa Corvelo em 11/12/2013 13:51:41
Outro absurdo desses incompetentes do CCZ que estão mais perdidos que tudo . E pode o órgão de saúde ir contra as normas do Ministério da Saúde ? Tratamento é proibido nesse país. Técnicos de memória curta. Se esqueceram o que aconteceu com a Presidente do CRMV MS ? Cassada por apologia ao tratamento. È a realidade....
 
Paulo Araujo em 11/12/2013 13:39:40
Estou completamente de acordo com o Fernando Godoy e Maria Lucia...o Brasil está super atrasado...até quando nossos bichinhos serão mortos, aliás, quando o governo vai acordar e fazer uma campanha para acabar com o mosquito da leish, ou eles acham que matando os cãezinhos vai resolver o problema da doença...absurdo isso...lamentável!!!
 
Lilian Chaves em 11/12/2013 09:54:54
Parte da população contribui para que o mosquito se propague. A leishmaniose é transmitida ao homem pela picada de mosquitos flebotomíneos. A falta de limpeza (catar as folhas e frutas que caiem, assim como colocar comida para o cão deixando os restos pelo chão, não limpar as fezes), proporciona ao mosquito um local propício para proliferação. O cão acaba sendo vitimizado pelos erros humanos, pois é mais fácil culpar o cão. A falta de políticas públicas, campanhas de prevenção e a distribuição de coleiras poderiam amenizar a situação. Há vacinas que previnem contra a doença, porém, não existe um programa de vacinação como o da raiva canina. Matar o cão não resolve o problema! Não adianta matar o cão se o meu quintal e do meu vizinho continuarem sujos e assim sucessivamente.
 
Jakes Charles em 11/12/2013 09:53:41
Já tive um cachorro de foi diagnosticado com Leishmaniose, repeti duas vezes o exame em um consultório veterinário particular e deram negativo, ou seja apenas números inchando a pesquisa que não são reais.
 
Marcelo Duarte em 11/12/2013 09:00:46
Os exames realizados pelo CCZ são completamente ineficazes, todo mundo que conheço que teve o cão diagnosticado com leish pelo CCZ fez a contraprova e deu negativo, o exame que eles fazem é o mais barato do mercado e é um tipo de exame que só o nosso país ainda realiza, pois não serve para nada, o tratamento da leish está bem mais evoluido do que há 3 anos atrás, hoje não existe mais cão "condenado" pela leish, a não ser os que já estão em um estado extremamente avançada onde certos órgãos já estão comprometidos, aí vale a eutanasia para que o cão não sofra sem necessidade, mas são pouquissimos casos, eu não tenho conhecimento mas o CCZ deve receber alguma coisa por cão infectado, assim como as clinicas psiquiatricas recebem do governo por paciente que eles cuidam.
 
Maximiliano Nahas em 11/12/2013 08:32:42
Não sou veterinário,mais não confio no exame feito pelo CCZ
porque a cinco meses atrais foi feito o exame no meu cachorro
pelo CCZ,e semana passada o CCZ me ligou informando que o meu cachorro estava com
leishmaniose,e com isso teria que sacrificar o animal,volta a dizer a coleta foi feita a 5 meses atras,ou seja se o animal estivesse com a doença ele estaria vivo hoje?não quero acusar ninguém estou apenas relatando o que aconteceu comigo,enfim não liguei para CCZ
e o cachorro está normal sem sintomas nenhum,esta correndo e esperto como sempre,mas vou fazer o teste particular para tirar qualquer duvida.
 
Alex Brito em 11/12/2013 08:17:19
tem que tomar cuidado com esse tal de CCZ, eu já vi eles usarem a mesma agulha em um animal que não estava doente, e o mesmo ficar doente e ter que ser sacrificado, temos que tomar muito cuidado com essa gente principalmente se o animal for de raça, ele mentem que o bicho ta doente e ai sabe deus o que eles fazem com o bichinhos.
 
adolfo critaldo em 11/12/2013 08:08:55
È só estudar um pouco mais sobre Leishmaniose e descobrimos que existem dois tipos de exames para detectar o parasita no animal, e levando em conta que o usado pelo CCZ é o mais ineficaz devemos sempre realizar uma contra prova com o exame que nos fornece uma conclusão mais abrangente sobre o resultado, porém vejo por parte da Prefeitura e do Estado um certo descaso quando o assunto é a Leish, pois é mais ''fácil'' e barato MATAR um animal ao invés de investir em campanhas e leis mais rígidas como feito com a dengue por exemplo.
Com o meu animal eu vou até o fim.
 
Fernando Godoy em 11/12/2013 07:44:34
Que coisa, hein?! Parece que só no Brasil o tratamento é perigoso! Só no Brasil a leishmania é perigosa!!! Aqui tudo é diferente pq os interesses são "diferentes"! Nos demais países, a Saúde Pública é respeitada, os direitos do proprietários e os direitos dos animais também o são e eles (os países) não têm problemas de leishmaniose como temos em nosso país! Até quando vamos aguentar tanto atraso?!
E antes que alguém condene o tratamento, sugiro que estude antes sobre o assunto!
 
Maria Lucia Metello em 10/12/2013 18:52:32
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