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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

17/01/2011 10:12

Máquinas consertam trecho no córrego Prosa danificado pela chuva

Ana Maria Assis
Chuva de quinta-feira (13) ocasionou desmoronamento de parte da estrutura da margem. (Foto: Simão Nogueira)Chuva de quinta-feira (13) ocasionou desmoronamento de parte da estrutura da margem. (Foto: Simão Nogueira)

Máquinas estão desde hoje cedo consertado o estrago feito pela chuva às margens do córrego Prosa, entre as avenidas Ceará e Ricardo Brandão. O gabião colocado às margens da queda d'água vizinha ao condomínio Cachoeirinha teve parte danificada com a chuva da quinta-feira passada e, para consertar o estrago e reaproveitar algumas pedras usadas na margem do córrego, os operários tiveram de desfazer a estrutura retirando o material que estava protegido pelas telas que foram arrebentadas com a força da chuva.

Um dos engenheiros responsáveis pela obra, que estava no local esta manhã, atribuiu o desmoronamento à parte estreita que antecede a cachoeira. Segundo ele, ela faz com a água corra com mais força justamente no ponto onde fica a parte danificada com a chuva. Havia no local nesta manhã diversos responsáveis pela obra que avaliavam a melhor maneira de dar segurança à estrutura.

Foi explicado também que a margem direita pronta teve que ser desmanchada, mesmo tendo apenas uma parte danificada, porque as telas que seguravam as pedras foram arrebentadas, então, vão ser retiradas todas e as pedras inteiras serão reaproveitadas ao refazer a estrutura.

A terra em torno da obra ainda está bastante úmida e os operários usam máquinas para retirar a terra e as pedras da margem do córrego. Projetistas também devem visitar o local ainda hoje para fazer a avaliação da obra.

Na semana passada, reportagem do Campo Grande News mostrou os estragos feitos pela chuva no córrego, que recebeu obras de recuperação após as chuvas do ano passado.

De acordo coma prefeitura, o Prosa vai receber novas obras, inclusas num pacote orçado em R$ 20 milhões, recursos recebidos do Governo Federal para obras emergenciais.



Até quando ???

Na mesma época que as chuvas causaram estragos no viaduto da Ceará, houve o desabamento de uma ponte na RSC-287, no Rio Grande do Sul, causando diversas mortes.

A ponte da RSC-287, com uma extensão de 423 metros, foi reconstruída em OITO meses, a um custo de R$ 53 milhões.

Os aterros do viaduto da Avenida Ceará levaram ONZE meses para serem recuperados (?) e até agora ninguém sabe ao certo qual o custo e nem mesmo o Secretário de Obras e o Prefeito Municipal confiam nos serviços que foram executados.
 
Paulo Amaral em 17/01/2011 11:07:16
Pior que os estragos causados pelas chuvas nos córregos de Campo Grande, é a enxurrada de dinheiro público que escorre nas obras mal planejadas, mal executatadas, que servem para enriquecer empreiteiras que se favorecem nos famosos esquemas de licitação. Milhões de Reais ainda vão continuar sendo levados pelas chuvas até quando? E o coitado do São Pedro que ganha a culpa.
 
Carlos Augusto Germano do Amaral em 17/01/2011 04:55:50
Obra mal projetada e mal executada.

Como se não bastasse a comprovação de que os serviços foram mal executados, visto que já estão sendo refeitos, o que mais chama a atenção é que a "obra" também foi pessimamente projetada.

O motorista que segue pela Ricardo Brandão, sentido bairro/centro e entra na Ceará, no sentido da Av. Mato Grosso, além de ter que subir uma rampa íngreme e com inclinação lateral invertida, entra diretamente na pista de rolamento da Avenida Ceará, onde não existe uma pista de aceleração e por onde passam veículos pesados (caminhões e ônibus) que descem da Uniderp em velocidade considerável. Não quero ser profeta de maus agouros, mas naquela "ratoeira" vamos ter acidentes sérios.

Este é um caso típico da montanha que rugiu, rugiu, e pariu um rato (neste caso, manco)...
 
Paulo Amaral em 17/01/2011 03:39:32
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