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Capital

Marquinhos diz que aguarda plano de biossegurança de escolas privadas

Prefeito disse que atividades só poderão ser retomadas com segurança para a comunidade

Por Marta Ferreira | 08/05/2020 13:38
Marquinhos durante live nesta manhã ao lado de presidente do Sinepe. (Foto: Reprodução Facebook)
Marquinhos durante live nesta manhã ao lado de presidente do Sinepe. (Foto: Reprodução Facebook)

Durante transmissão ao vivo nesta manhã, o prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), voltou a responder a questionamentos sobre retorno das aulas, tanto na rede pública quanto na particular. Ao lado da presidente do Sindicato dos Esbalecimentos de Ensino Privado no Estado), Maria da Gloria Paim, o prefeito disse que nas escolas públicas, depende de uma sinalização do Ministério da Educação para o retorno.

Nas particulares, afirmou, está aguardando que seja entregue plano de biossegurança, a exemplo de outros setores. Ao comentar a afirmação de internauta de que as escolas estão “sangrando” e a prefeitura deveria autorizar a retomada das aulas, Marquinhos obversou estar aberto ao diálogo, mas que, para uma decisão, será preciso um planejamento.

“O que vocês determinarem que não agrida a ciência, nós vamos debater”, afirmou Marquinhos.

O prefeito citou, inclusive, dificuldades de equacionar a situação. Uma dúvida, afirmou, é como fazer para restringir a quantidade de alunos, já que não pode haver aglomeração.

A palavra foi dada a Maria da Gloria e a dirigente do Sinep disse estar preparando um plano de biossegurança para as 176 escolas existentes em Campo Grande.

Ela voltou a repetir o discurso que tem sido usado pelo Sinep, apontando que a entidade não é contra o retorno das aulas, mas também não recomenda desobediência às determinações legais. Lembrou, ainda, que o sindicato procura acompanhar o calendário definido pela rede estadual, por ter abrangência em todo o Mato Grosso do Sul.

O Sinep está envolvido na já demorada tentativa de acordo com estabelecimentos particulares para desconto nas mensalidades, em razão das atividades presenciais suspensas desde 16 de março. Surgiu, até, uma organização dissidente, a Associação Associação das Instituições de Ensino Privado de Campo Grande.

Marquinhos Trad citou o dirigente da nova entidade, Lucio Rodrigues Neto, na live dizendo que a prefeitura foi procurada por ele, também com a promessa de entrega de um plano com regras para funcionamento das escolas. Nenhum prazo foi dado.

Para as escolas municipais, a suspensão das aulas vai até 21 de maio, em razão da antecipação do recesso de meio de ano.

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