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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

12/09/2015 10:30

Menina de cinco anos luta contra câncer e precisa de leite especial

Juliana Brum
A rotina da pequena Carla é assistir filmes e diariamente ir para a radioterapia ( Foto - Gerson Walber)A rotina da pequena Carla é assistir filmes e diariamente ir para a radioterapia ( Foto - Gerson Walber)
Foto tirada no começo do ano antes da doença aparecer ( Foto - Arquivo Pessoal)Foto tirada no começo do ano antes da doença aparecer ( Foto - Arquivo Pessoal)

Após filha caçula passar por cirurgia para combater o câncer e ficar paraplégica e sem se comunicar, os pais desempregados pedem ajuda para sobreviver na Capital. Eles trocaram o interior por Campo Grande para salvar a filha.

O casal Carmelo Silguero e Marlene Silguero deixou duas filhas no interior do Estado para salvar a caçula, Carla Manuele Gonzales Silguero, 5 anos, que está fazendo tratamento para vencer um câncer muito agressivo na região da nuca há seis meses na Capital.

Após a cirugia, que era de risco, e que deixou a menina com graves sequelas, o pai pediu demissão para que pudesse ajudar a esposa no tratamento diário feito pela menina. As outras duas filhas ficaram com familiares em Porto Murtinho, a 430 quilômetros da Capital, para terminar o ano letivo e amigos se juntaram para ajudar no aluguel da família em Campo Grande.

A mãe, Marlene contou que Carla era saudável antes da doença se manifestar. Os primeiros sintomas foram o fortes desiquilíbrios enfrentados pela menina que já não conseguia mais brincar. Foi quando a família começou a notar a dificuldade da criança em brincar e ir para a escola. Eles resolveram fazer diversos exames até os médicos diagnosticarem a doença.

Em abril a menina passou por uma cirurgia na Santa Casa e a partir dai perdeu a fala, ficou paraplégica e depende 100% dos pais.

"Hoje a dificuldade que temos é com a alimentação dela, porque ela toma uma dieta especial que depende do leite Fortini da marca "Danone", que cada lata custa, em média, R$39 e como não conseguimos nenhuma resposta da Justiça sobre a doação deste leite estamos necessitando de ajuda e doações" explicou a mãe.

A menina diariamente faz radioterapia e também faz fisioterapia para tentar recuperar os movimentos. A família não tem carro para levar a criança que é levada com cadeira de rodas para realizar os tratamentos e por isto dependem de ônibus ou caronas.

A menina que teve sua infância interrompida de forma dramática precisa do leite "Fortini" ou "Fabrini", além de qualquer outro tipo de ajuda como a doação de fraldas ou até mesmo financeira, já que os pais estão desempregados.

A ACC (Associação dos amigos das crianças com Câncer), também sensibilizada está dando suporte para a família. Segundo a presidente Mirian Camparin Corrêa a entidade tem enviado assistentes e nutricionistas para auxiliar a família durante o tratamento e estádia na Capital. Já doaram cestas básicas, além do leite necessário.

Toda ajuda é bem vinda. Os interessados podem entrar em contato diretamente com a mãe Marlene Silguero no telefone 67- 9646-7780.

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