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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

29/12/2015 15:50

Mesmo com epidemia, mutirão contra dengue terá folga após virada do ano

Alan Diógenes
Agentes só paralisam as atividades no dia 1º, por conta da festa de virada. (Foto: Marcos Ermínio)Agentes só paralisam as atividades no dia 1º, por conta da festa de virada. (Foto: Marcos Ermínio)

Agentes de saúde que estão trabalhando no combate à epidemia de dengue, em Campo Grande, só paralisarão as atividades no dia 1º de janeiro, devido às festas de virada de ano. Antes e depois do feriado, a promessa é de que as atividades continuem normalmente, com 2,5 mil trabalhadores e os carros de fumacê nas ruas da Capital.

A Sesau (Secretaria Municipal de Saúde Pública) informou que os agentes não trabalharão no dia 1º “pelo fato de que as pessoas ou não estão em suas casas ou não seria agradável receber nesta data festiva a visita dos agentes”.

Para combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus, a Sesau também conta com 70 trabalhadores do Proinc (Programa de Inclusão Profissional). Eles passaram por um treinamento para exercer a tarefa.

Ainda segundo a Sesau, a limpeza dos terrenos baldios será retomada no dia 2 de janeiro, bem como o recolhimento de pneus. Os veículos de fumacê atuarão primeiramente nos bairros com índices mais elevados de contágio.

São eles: Coophavilla II, Batistão, Tarumã,Paulista, Carlota, Dr. Albuquerque, TV Morena, Rita Vieira, Itamaracá, Tiradentes, São Lourenço, Guanandi, Taquarussu, Jacy, América, Jockey Club, Piratininga.

Dados – Os dados epidemiológicos, em Campo Grande, mostram que o número de casos suspeitos de dengue subiu 127,3% em dois meses, ou seja, mais que dobrou. Em novembro foram 1.538 casos notificados, já neste mês foram 3.497.

Apesar do aumento, em novembro foram 142 casos confirmados de dengue. Um deles considerado dengue grave e ainda foi registrado um óbito causado pela doença.

Em relação à chikungunya, houveram cinco casos suspeitos em novembro. Em dezembro, foram 58 notificações, mas não houve casos confirmados.

Sobre o zika vírus, em novembro houveram 36 notificações e 401 em dezembro. Também não houveram confirmações até porque o exame de testagem é feito no Estado de São Paulo e até o momento a secretaria não recebeu os resultados.

O levantamento foi feito pela Sesau, Prefeitura Municipal, Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica, Serviço de Vigilância Epidemiológica e Gerência Técnica de Endemias.



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