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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

27/06/2011 09:45

Morador da Vila Nhá-Nhá pode ter morrido de frio na madrugada de hoje

Francisco Júnior e Paula Vitorino

Homem foi encontrado caído em calçada

De acordo com a irmã da vítima, Ivania Camargo dos Santos, 55 anos, Guilherme sofria de problemas psiquiátricos e epilepsia. (Foto: Marcelo Victor)De acordo com a irmã da vítima, Ivania Camargo dos Santos, 55 anos, Guilherme sofria de problemas psiquiátricos e epilepsia. (Foto: Marcelo Victor)

Guilherme Augusto Rosa Xilaves, 41 anos, foi encontrado morto, depois de passar a madrugada desta segunda-feira caído em uma calçada do bairro Vila Nhá-Nhá, em Campo Grande. A causa pode ter sido hipotermia, quando a temperatura corporal cai.

Ele foi encontrado desacordada na rua dos Carneiros. De acordo com a irmã da vítima, Ivania Camargo dos Santos, 55 anos, Guilherme sofria de problemas psiquiátricos e epilepsia.

Ela acredita que o irmão pode ter tido uma crise epilética e morrido de frio. “ Ele deve ter tido a crise convulsiva e caído no chão. Como não conseguiu levantar ficou no local e deve ter morrido de frio”, reforçou a mulher afirmando que só o laudo necroscópico vai comprovar a causa da morte.

Moradores ainda tentaram ajudar a vítima cobrindo seu corpo com um cobertor. Os bombeiros foram acionados para atender a ocorrência, porém quando chegaram ao local, Guilherme já estava morto.

Ele morava com duas irmãs na rua Pedro Leão, a quatro quadras de onde foi encontrado.

De acordo com a meteorologista do Cemtec/MS (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), Cátia Braga, durante a madrugada a temperatura registrada na Capital foi de 6ºC, e por conta do vento a sensação térmica foi de 4ºC negativos.



Falo por conhecimento de causa pois moro na região e via dia a dia essa irresponsabilidade, e pelo que conheço sobre FAMILIA desconheço um motivo que possa fazer uma pessoa deixar um parente com problemas mentais largado nas ruas dessa maneira, principalmente numa noite gelada como essa.
 
Diego Parrela Costa em 28/06/2011 12:41:05
muito bom comentario Ewerton Patrick fico muito contente que existem pessoas umanitária como você. sou conhecido da família e elas cuidavam muito bem do Guilherme. não criticando essas pessoas que comentaram mas pesso a elas que revêem seu conceitos.
 
luis carlos em 28/06/2011 09:10:44
olha a cara de preocupada delas :p uma senhorita ali só ta preocupada com a cama dela nesse frio.
 
Rafael Vieira em 28/06/2011 08:06:33
As irmãs deste senhor, não deveriam deixar ele ficar andando sózinho pelas ruas, sabendo que ele era doente, ou pelo menos não deixassem ele ficar fora de hora na rua, falta de responsabilidades.Erraram feio!
 
Maria Helena Coutinho em 27/06/2011 10:37:30
Lamento pela perda dessa família, eu nao conheço o histórico de vida mas certamente era costumeiro a saída do Guilherme, é muito fácil julgar sem conhecimento de causa é desumano os comentários sobre a família nesse momento de dor, se coloquem no lugar deles, o "GUILHERME" viveu durante 41 anos NÃO acredito que a família foi negligente em relação a ele, foi uma fatalidade. Ao invés de ocuparem o tempo de vocês com comentários que não é oportuno se ocupem com ORAÇÃO por eles, tenham compaixão no coração, façam como JESUS CRISTO não julguem para que não sejam julgados.
Que a PAZ de Cristo console o coração dessa família, e DEUS sabe de todas as coisas. Estamos sujeitos a passar por tudo nesse mundo, triste é ver pessoas sadias e que não tem problemas como esse na família julgando situações que desconhecem. (ou até tenham mas é fácil tacar pedra no telhado alheio). PRONTO FALEI!
 
Suzana Maroli em 27/06/2011 10:15:52
Falta de responsabilidade é pouco, esse rapaz viveu a 41 anos abandonado, perambulando nas ruas sem nem um apoio familiar e isso tudo debaixo do nariz delas e, agora assistimos de perto uma morte triste e dolorosa.
 
Diego Parrela Costa em 27/06/2011 09:08:12
meus pesamos p/familia de guilherme .
mais conhecido como da um real.fica com deus guilherme
 
kioshi tutija em 27/06/2011 09:07:39
Não acho que condenar a família dele seja o mais correto a fazer neste caso. Falar dos outros é fácil, é preciso antes olhar para os lados e ver o que estamos realmente fazendo para ajudar o próximo, quantos cobertores deixamos de oferecer, inclusive a alguém da família? O que ocorreu foi uma fatalidade. Mas também acho que esperar só pelos bombeiros não resolve e não nos exime de nossa responsabilidade enquanto concidadãos. Vivemos uma época em que a estrutura familiar está abalada e acredito que cada um tenta fazer o melhor que pode. De qualquer modo, o ocorrido serve de alerta para todos. Afinal, poderia ter sido qualquer um de nós a congelar naquela calçada fria.
 
Lucas Tadeu de Oliveira Maciel em 27/06/2011 08:32:32
Facil demais falar dos outros .... será que cuidamos tão bem assim dos nossos familiares ?
 
Ricardo Lopes em 27/06/2011 06:53:26
ME PERDOE OS AUTORES DOS COMENTÁRIOS ABAIXO, MAS NÃO CONCORDO COM AS CRÍTICAS, SE FOSSE COMPROVADO QUE HOUVE REALMENTE NEGLIGÊNCIA POR PARTE DAS IRMÃS AÍ SIM, MAS NINGUÉM AFIRMA ISSO. É MUITO FÁCIL JOGAR PEDRAS, DIFÍCIL É SENTIR A DOR DA SEPARAÇÃO....TODOS NÓS TEMOS DOIS OUVIDOS E UMA SÓ BOCA, ISSO SIGNIFICA Q TEMOS Q OUVIR MAIS E FALAR MENOS... VAMOS PEDIR A DEUS CONSOLO A ESSA FAMILIA E OUTRAS Q ESTÃO ILUTADAS! ME PERDOE PELA MINHA OPINIÃO...
 
Ewerton Patrick em 27/06/2011 06:35:47
Concordo com o comentário da Maria Helena, faltou responsabilidade da família que deveria ter dado falta e saído a procura do homem que fora de casa esteve sujeito a violencia cotidiana da cidade, apesar de escapar de ser vitima de bandidos não sobreviveu a baixa temperatura, vamos combinar não era pouco frio.É dever da família cuidar de parente que necessite de cuidados especiais.
 
Jandira da Silva em 27/06/2011 06:10:28
falta de responsabilidade dessas irmãs do guilerme
 
luiz carlos romeiro em 27/06/2011 05:48:18
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