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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

18/02/2014 17:48

Movimento teme “noite de faroeste” e se levanta contra Lei do Silêncio

Lidiane Kober
Donos de bares enfrentam dificuldades para manter casas abertas (Foto: Arquivo)Donos de bares enfrentam dificuldades para manter casas abertas (Foto: Arquivo)

Batizando de “Querem calar Campo Grande”, movimento começa a se organizar para impedir o fim da vida noturna na Capital. Os organizadores alegam leis “absurdas” e se queixam da demora para conseguir alvarás de funcionamento. Eles frisam que mais de duas mil pessoas sobrevivem da noite e que a cidade precisa acompanhar a evolução e dar opções de cultura e lazer à população.

“Daqui a pouco não vai mais existir noite em Campo Grande, vai ser a noite de faroeste”, comentou João César Matogrosso, um dos organizadores do movimento, que já tem página no Facebook. Acompanhado de promotores de evento, ele foi, nesta terça-feira (18), à Câmara Municipal pedir espaço para debater o impasse.

Na quinta-feira (20), ficou agendado o primeiro ato. “É uma questão polêmica, que envolve duas partes e nós temos o papel de dar voz a ambas”, disse o vereador Otávio Trad (PTdoB), que ouviu o grupo juntamente com os vereadores Vanderlei Cabeludo (PMDB) e Mário César (PMDB).

Cabeludo, inclusive, encampou o pleito do movimento e concorda com as dificuldades enfrentadas pelos empresários da noite. “Estão acabando com uma cadeia produtiva que emprega mais de duas mil pessoas”, avaliou. Ele, no entanto, fez questão de ressaltar a necessidade de ouvir todos os envolvidos para encontrar uma solução equilibrada.

“Do jeito que está, não dá mais, porque quem é músico em Campo Grande ou vai embora ou passa fome”, disse. O obstáculo, segundo ele, é a lei do Silêncio e do Uso do Solo. “Proíbem mais de 45 decibéis depois das 22h, o que equivalente a uma conversa de três pessoas”, exemplificou. “Por isso, bares, casas noturnas estão fechando, além disso, novos investimentos deixam de vir à Capital”, acrescentou.

Ao mesmo tempo, na visão do vereador, o jovem está sem opção de lazer e cultura. “Basta você dar uma volta à noite para perceber que só resta à juventude ficar à beira da Afonso Pena ouvindo música. De ponta a ponta, a avenida está lotada nos finais de semana, porque os jovens não tem aonde ir”, comentou.

Otávio Trad concorda que faltam opções de cultura e lazer na cidade. “Campo Grande está crescendo e precisa se atualizar”, enfatizou. “Acho que é possível chegar a um denominador comum, porque não podemos ficar para trás de outras cidades que tem movimento cultural”, emendou.

Alvarás – Além das leis rígidas, os empresários se queixam da dificuldade na liberação de alvarás. “Tem gente que está com a documentação na Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano) desde junho do ano passado e até agora não recebeu um retorno”, contou João César.

Por outro lado, segundo ele, na hora de fiscalizar a secretaria é rápida. “Dão 30 dias para se adequar, mas em 20 já aparecem para fiscalizar e acabam fechando as portas do estabelecimento”, afirmou. “Só quem tem as costas largas consegue manter a casa aberta”, acrescentou.

Cabeludo também observa a dificuldade. “Muita gente está sendo massacrada e Campo Grande está perdendo investimentos e talentos”, concluiu. Além de abrir espaço ao movimento na quinta, a Câmara deverá realizar audiência pública para debater o tema na próxima terça-feira (25).



Eu acho que deveriam regulamentar a lei do silencio e tambem os bares mostrarem na entrada a tabela de preço das bebidas e tambem dos alimentos, igual aos mercados e postos de gasolina, não e possivél voce entrar em um barzinho no centro da cidade , tomar 02 cerveja e pagar R$ 20,00 + R$ 5,00 de couvert +5,00 para garçons +10,00 de estacionamento + 10% de tudo...no final 02 cerveja sai por R$ 50,00... ai não tem mesmo que fiscalizar porque eles fecham e dizem que são no prejuizo,, aonde vai essa grana toda...
 
Paulo Sergio em 20/02/2014 07:49:56
Eu acho o cumulo esses vereadores de campo grande, primeiro eles fazem um bla bla bla na midia para aprovarem a lei do silencio , e a lei da mobilidade , impedindo os bares do centro da cidade de funcionares apos a meia noite e de colocarem mesas e bancos nas calçadas, agora por causa de um incidente com um dos vereadores que estava bebendo e fazendo arruaça na noite de campo grande eles querem derrubar a lei que eles mesmo fizeram.....#epracabar... esses vereadores são mesmo uns vira casaca...deus me livre...
 
Osvaldo Silva em 20/02/2014 07:43:34
Trabalhei muitos anos em casas noturna gerenciando bares, motoqueiros estão na cidade espalhando fazendo oque gostam pq não tem um lugar para eles fazerem oque gosta muitos pedem para a fiscalização melhora para bares mais e ai quem curti um som automotivo manobras de moto vão para onde, e se estão nos autos da afonso pena esses são descriminado como bandidos drogados, mais os Playboy que gosta de sertanejo um samba são sempre as vitimas cuidados esses são os maiores bandidos..
 
Tiago Mariano em 19/02/2014 11:33:27
CULTURA É UMA COISA, PORNOGRAFIA EXPLÍCITA É OUTRA. Tem gente que confunde alegria, lazer, com PORNOGRAFIA. Eu acho que a Polícia deveria de fiscalizar e apreender os sons que jogam pornografias no ouvido de nossas crianças. Sou de acordo que a cidade deve ter diversões noturna, mas vamos respeitar!
 
Terezinha de Oliveira em 19/02/2014 10:21:17
Tá certo então. Se querem acabar com o barulho , as farras , as bebedeiras e os acidentes causados por tais atitudes devem começar pelo Carnaval. Este sim é uma bagunça e sem um minimo de organização nas ruas da capital.
 
Gildo Cordeiro em 19/02/2014 10:18:16
Acho engraçado esse povo que quer sossego (ir dormir as 22:00), morando em uma "cidade grande", uma capital, mas ao mesmo tempo quer que q cidade cresça e evolua....quer sossego vai vai pro interior, pra fazenda, chacara ou sei la o que!!!??? barzinho com musica ao vivo não incomoda ninguem...o que incomoda msmo são "motoqueiros" q ficam "cortando giro" e "dando tiro" com suas motos....mas isso é um outro problema, que não tem nada haver com profissionais da musica, donos de bar e pessoas que "vivem" da noite campo-grandense (que poderia ser mto evoluida economica e culturalmente).
 
Jose Mario em 19/02/2014 10:05:15
Enquanto a prefeitura fica de pura enrolação e presta um droga de serviço a população vê aumentar os absurdos na Avenida Afonso Pena onde estamos tendo o tal do pancadão nos finais de semana, nada contra o estilo de musica mas tudo contra com as atitudes la vista, moças com roupas curtíssimas dançando se expondo, pessoas consumindo álcool e depois saem dirigindo seus carros, motoqueiros fazendo manobras arriscadas colocando eles e outros em risco e a isto vemos o aumento de criminalidade, roubos e assaltos ocorrendo nas redondezas.
O mais estranho é que isto não tem fiscalização, eu mesmo outro dia acionei a policia para um condutor embriagado e não teve resposta.
 
Marcelo Silva em 19/02/2014 10:01:20
Ainda bem que tem pessoas de bem, que defendem a ordem e sossego! Leis rígidas, simmmmm! quem não for correto que não se estabeleça! é só gastar o necessário e se adaptar, pronto! uns se divertem e outros descansam em paz! só isso!!! e penso que idiota é o cliente que paga "cover" o empresário que tem q bancar o entretenimento do seu bar, ah! gorjeta não valoriza trabalho de músico...músicos, valorizem-se, cobre seu trabalho do empresário que te contrata!!! e não me venham falar que só pago se quiser, se fosse assim seria dispensável vir o serviço descrito na nota! ah!
 
valeria cristina caldeira em 19/02/2014 09:40:11
A ta bom... daqui a pouco ser trabalhador... com direito ao descanso justo vai ser crime. Todo cidadão tem direito ao dormir. Esse papo e coisa da Elite que não trabalha e pode ficar torrando grana ...bebendo ... gritando ... e ainda sai por ai atropelando os outros no fim da noite.
 
Cleber Borges em 19/02/2014 09:32:23
Estamos 200 anos atrasados mesmo, não tem outra explicação.
Os bares e casas de show tem a OBRIGAÇÃO de ter um ambiente isolado acusticamente, não pode ser admissível que moradores que trabalham o dia inteiro não tenham sossego dentro de suas casas. Isso é um absurdo.
Estão confundindo as coisas.
Todos tem o direito de trabalhar mas também tem o direito de descansar e ter tranquilidade em suas casas.
 
pedro Alcantara Machado em 19/02/2014 09:14:46
Tem que haver um bom senso, a cidade já está bem dividida entre bairros e centro, os barzinhos podem e devem abrir, nossa cidade não pode virar uma cidade de velhos que não saem de casa, já não temos mais um carnaval que preste, não precisa acabar com a noite da cidade, agora, precisa haver um bom senso, os donos de barzinhos tem que estar de acordo com o bairro onde eles resolveram abrir seu comercio, se é nos altos da Afonso Pena, pode ficar com sonzinho alto ate mais tarde, nos bairros onde há bastante residencia tem que baixar o som, não precisa ser no ultimo volume, não é uma boate, são barzinhos, as pessoas que frequentam querem conversar, só os bebuns que ficam enchendo pra subir o som, eu acho que a palavra é BOM SENSO e RESPEITO AOS VIZINHOS., tendo isso não tem como dar errado.
 
maximiliano rodrigo antonio nahas em 19/02/2014 09:05:44
Parte(2)
3) Um bar vizinho está incomodando você? Chame a Semadur, solicite que eles façam a medição do som, na “sua casa”. Aí sim, serão tomadas as medidas cabíveis (Esse item consta das mudanças da lei proposta)
4) O que está havendo, sim, é terrorismo, fechamento bares indiscriminadamente, prejudicando quem trabalha, família músicos, garçons, empresários da noite que pagam seus impostos!
5) Pare de olhar pro seu umbigo e vamos ajudar a melhorar a cidade! A cidade é de todos!
 
Raimundo Edmário Guimarães Galvão em 19/02/2014 09:03:57
Parte (1)
Vocês estão falando de que cidade, de que planeta? Vocês querem um paraíso de tranqüilidade numa cidade grande e escolheram os bares pra ser o vilão? Veja o tipo de pensamento egoísta e fora de contexto da realidade da cidade:
“ Eu trabalho, durmo as 10 e quero sossego, não admito nenhum barulho me incomodando”
1) Campo Grande não tem praia, e o lazer 90% hoje fica em torno de bares e shows. É uma questão da economia geográfica da cidade
2) Quem aqui falou em acabar com lei do silencio? Pelo contrário queremos ampliá-la, melhorá-la e fazer as adequações justas pra que todos possam conviver em harmonia!
 
Raimundo Edmário Guimarães Galvão em 19/02/2014 08:58:16
Sabado sai para dar uma volta, foi a minha surpresa passar pela afonso pena e ver somente uns três estabelecimentos abertos, e outros locais fechando a meia noite, acho que deveria haver fiscalização sim, mas onde ha baderna, onde existe som alto, por que não recolher esses carros para o patio do detran ate regularização. autorizar somente uma fileira de mesas na calçada, e fiscalizar, os fiscais são os primeiros a não notificar os estabelecimentos, pois são de amigos e compadres, e lhes dão a cervejinha de graça.
 
Nelson Ferreira em 19/02/2014 08:58:11
muito bem , campo grande deixou de ser cidade de interior em 1977 e so agora descobriram .
 
antonio silva em 19/02/2014 08:56:55
Acordo 5:30 da manhã e trabalho em dois hospitais. Meu filho vai cedo para a escola. Como que eu e meu filho vamos descansar para cumprir nossos deveres se tem um monte de gente que não trabalha e nem estuda, recebe bolsa-isso e bolsa-aquilo fazendo barulho em frente a minha casa? Já que eu tenho que pagar impostos extorsivos, exijo , pelo menos, poder descansar para poder pagá-los. A professora do meu filho já disse que algumas vezes ele cochila na sala de aula, justamente por culpa das noites onde os "promotores de cultura" fazem a festa.
Outra coisa. Se a "vida noturna" gera 2.000 empregos, a vida diurna deve gerar uns 100.000 empregos. E aí? Vamos esculhambar os 100.000 por causa dos 2.000? Ah, que é isso?
 
Marcelo Arbeiter em 19/02/2014 08:39:45
Eu acho incrível essas pessoas velhas (de idade ou de cabeça) que acham que a cidade tem que morrer depois das 22h! Algumas pessoas da CAPITAL são muito bairristas! Filhotes, querem sossego, se mudem para o interior do estado ou, quem sabe, para uma tribo indígena! Lá sim é tudo muito calmo e silencioso! Estamos em uma capital com quase UM MILHÃO de habitantes e a civilização, eventos culturais, baladas e bares são comuns em cidades desse porte! Só não é comum esse sossego e egoísmo de muita gente daqui! Se vcs não tem mais pique pra curtir a vida, façam um favor à Campo Grande: Mudem-se daqui! A cidade precisa evoluir! Lugar de calmaria é no interior! E olha que tem muito interior mais animado que Campo Grande ultimamente!
 
Ricardo Boretti em 19/02/2014 08:35:50
Cometer infrações penais é bem diferente de diversão. A Lei do Silencio acompanha a evoluçao do pais, as normas que constam nela já estão inseridas em normas federais e constitucionais. Seria retrocesso querer retirar uma lei que visa educar os cidadãos. Qualquer som deve ser ouvido apenas por aqueles que optaram ouvi-lo e não por toda a vizinhança, isso em qualquer horário - isso é cidadania, é respeito ao próximo. Os estabelecimentos comerciais devem adaptar sua estrutura para que o som permaneça apenas dentro do ambiente, os musicos continuaram cantando normalmente, sem interferir na vida das demais pessoas que optaram por não ouvir o barulho. Quem esta nessa area de trabalho deve adaptar-se à evoluçao social. Todos vivendo em harmonia sem transgredir normas administrativa ou penais.
 
Joao Paulo Yuris em 19/02/2014 08:35:03
Meu deus quanta gente ignorante que só pensa na sua própria vida , e com isso acaba com a cultura de campo grande , Acho que o ideal é os empresários começarem a abrir farmácias e loja de colchões , duvido se esse pessoal que falo que não tolera barulho , pensa no vizinho
quando ta fazendo aquele churrasquinho de fim de semana !!!! Me poupe né gente vocês não são os únicos , Sim o estabelecimentos tem que se adequar ,agora não podemos ter mais nosso barzinhos a céu aberto ? com nossa musica ao vivo ? e outra não é só bares isso vem acontecendo com eventos de grande porte como expogrande , Carnaval de rua , e todos os eventos de grande porte , Nossa cidade não tem mais opções culturais de musica !!!!
 
Fernando Janotto em 19/02/2014 08:32:08
Essas pessoas que saem a noite nesses bares , quando voltam sempre envolvem em acidentes , BEBADAS ! tem que fechar todos esses bares ? aposto que vão morrer menos pessoas vitimas do alcool
 
londres cavalheiro em 19/02/2014 08:25:10
Todos nós temos deveres, trabalhar, estudar, levantar cedo entre outros, mas quando chega final de semana acho bem justo ter lugares abertos para podermos descontrair, desestressar e tals.Campo Grande podia dar mais importância ao lado do lazer nos finais de semana e facilitar nossa vida.
 
Michelle Fabrin em 19/02/2014 08:23:39
Se com leis rígidas ainda acontecem tantas barbáries, imagina se liberara. Campo Grande já tem um dos maiores índices de mortes no trânsito do Brasil. Se os órgãos competentes realmente fiscalizassem como deve ser feito e realizassem Blitz na Avenida Afonso Pena, mais da metade dos frequentadores da "noite" seriam presos por embriagues, até mesmo certos vereadores iriam para atras das grades. Tem que ser rígido mesmo.
 
andre malaquias em 19/02/2014 08:20:06
Está bem visível nos comentários que estão confundido o movimento dos bares com a baderna que fazem nas ruas. Concordo que a casa deve ter um ambiente controlado para não incomodar a vizinhança, isso é ponto pacífico. Agora, problemas de baderneiros na rua, ai já é com a polícia. Bares não têm culpa da educação que os pais dão a seus filhos. O que não pode é transformar Campo Grande em uma grande fazenda onde se dorme com as galinhas por pura falta de opção. A cidade já não tem atrativos turísticos, quem vem de fora e passa por aqui pra ir pro Pantanal por exemplo, não gasta um centavo na cidade e ainda sai reclamando da cidade morta.
 
Leonardo Reis em 19/02/2014 08:12:17
em Campo Grande MS não existe quem pune à lei do silêncio, é bagunça, som, sexo ao vivo nas noites da capital, ninguém toma atitude, sem contar que em vários locais os seguranças são POLICIAIS em folga, que ganham para atuar como segurança.
 
Cleber Luiz em 19/02/2014 08:02:34
Faço parte da galera que quer ir deitar as 10 e dormir com o silencio necessário, não saio da minha casa pra incomodar ninguém, então gostaria que os que estão na rua não me incomodassem, quero fechar os estabelecimentos de noite? Não... quero apenas que eles não se utilizem das ruas, não deixem seus clientes com sons alto nos carros, e nem aquela gritaria absurda que fazem e ponto, tenho que trabalhar e entro as sete da manhã, mas tenho que pegar condução uma hora antes, são dez minutos até o ponto, aí mais 40 no trajeto e depois mais dez minutos pra chegar no trabalho, tenho que acordar pelo menos meia hora antes pra me arrumar, ou seja, no máximo acordo 5:40 enquanto tem bar com barulhos até as duas no mínimo, quem merece?Lei sim, rigor sim se não vira bagunça, façam o correto ponto.
 
Ana Lúcia em 19/02/2014 07:48:48
Mais uma de Bernal e suas peraltices!!! como diz Galvão Bueno "Aja Coração!" e eu complemento "Aja, também figado, rim, e estômago para aguentar esse prefeito."
 
Paulo Cesar em 19/02/2014 07:36:45
São TRÊS pesos e DUAS medidas: De um lado os comerciantes que precisam trabalhar, de outro estão os vândalos de plantão misturados com as pessoas normais que buscam tranquilidade e entretenimento, de um outro lado, o Estado que não cumpre seu papel de fato e de direito, que não contribui com segurança e que por fim, migra para normas e mais normas inviabilizando qualquer empreendimento. Uma equação difícil de resolver.
 
CLAUDIO MOREIRA em 19/02/2014 07:34:35
1)Em São Paulo, bares situados em zonas residenciais fecham a meia noite "sem choro". Invistam em qualidade de atendimento, melhor cozinha, melhor preço, melhores acomodações, que o resultado vem independente se há musica ao vivo ou não.
2) Musica ao VIVO não atrapalha e nem fecha buteco de ninguém, o que fecha é a falta de respeito do dono que permite o som em alto volume para chamar a freguesia e a atenção do lugar;
3) Há Lei Federal, Estadual e Municipal quanto aos limites de geração de ruído, bem como Normas ABNT;
4) No levantamento de níveis de ruído deve-se medir externamente aos limites da propriedade que contém a fonte a 2mts de distância. Em caso de reclamação, a medição é no local do mesmo, a 2mts de distancia.
 
sergio correa em 19/02/2014 06:37:55
Vergonhoso. Vocês pedem o alvará e mesmo não o tendo ainda, ou o provisório, continuam com o estabelecimento aberto, irregular e ilegal.
É até engraçada a solução da elite da cidade, que sempre foi o de tentar afastar o restante da cidade da tranquilidade deles, ou ninguém mais se lembra de quando até o horário de circulação dos ônibus no centro era limitado no período noturno? Aliás, hoje em dia é o inverso, afinal, qual a motivação do êxodo dessa classe lá pro Dahma?!
 
André Ruiz em 19/02/2014 06:34:24
Após ler o artigo fico me perguntando se outros leitores, também chegaram a mesma conclusão. Será que é cultura ficar em bares com musicas em alto volume fazendo consumo de bebidas alcoólicas? Será que esses jovens que ficam na Avenida Afonso pena, não estão lá por falta de opção noturna, mas sim por faltar CULTURA de QUALIDADE. Porque já estão cansado da única forma "cultura" que os donos de boates e bares estão a oferecerem? Porque quem sai ganhando são apenas os donos, quem sai perdendo é sociedade toda, famílias destruídas por acidentes causados por imprudências de motoristas alcoolizados, brigas, etc. E agora vereadores quem irão agradar? A sociedade cansada destas casas elitizadas verdadeira segregação social da Elite. Ou a sociedade que ainda não achou uma CULTURA CONSUBSTANCIAL.
 
Ederson Lopes Pereira em 19/02/2014 00:03:14
Querem agora transformar a lei do silencio em vilão. Mas não é bem assim. Quem mora em algum lugar e tem filhos, tem direito a uma noite tranquila. O que falta é **planejamento**. O ideal é concentrar bares em areas não residenciais (altos da Afonso Pena, por exemplo), e tira-los de áreas residenciais, e diferenciar o nivel maximo de som dependendo do tipo de bairro e a hora do dia.
Outra coisa são carros de som e festas em casas. Onde o limite para som em bares em ares não residenciais poderia aumentar, a policia tem que dar um basta àqueles pessoas que infernizam a vida dos moradores tocando som alto no carro de madrugada. O barulho da Afonso Pena chega até o Parque Soter, Caranda, e isso deve acabar!
 
Marcos da Silva em 18/02/2014 23:39:10
O problema é que os pseudo empresários da noite de Campo Grande não querem investir em tecnologia para abafar o som, sem falar naqueles que querem abrir baderna em bairro residencial. Bagunça na vizinhança alheia é fácil, quero ver ter um negócio desse do lado da sua casa, na hora que você que descansar da bagunça que fez na vizinhança alheia. E os jovens estão tomando conta da Afonso Pena, não é só por falta de opção, é que as poucas que existem cobram preços absurdos, de cidades grandes, só que com péssimo atendimento.
 
rafael santos em 18/02/2014 21:47:21
a noite foi feita pra dormir e descansar,se bem que de uma sexta pro sábado da pra tolerar um pouquinho de barulho tipo até uma da manhã, mais que isso é desnecessário;;;;;
 
valdeci ramos em 18/02/2014 21:21:34
ESSES SENHORES PSEUDOS EMPRESÁRIOS QUEREM QUE A LEI SEJA VIOLADA. MONTEM O SEU ESTABELECIMENTO EM ÁREA QUE NÃO SEJA RESIDENCIAL, OS RS PRECISAM GANHAR DINHEIRO? ÓTIMO, MAS O POVO PRECISA TRABALHAR, POIS O SEUS CLIENTES NÃO TRABALHAM, ENTÃO PODEM MONTAR, POR EXEMPLO A DEZ QUILOMETROS DO CENTRO. OU SE OS SRS, TEM MUITO DINHEIRO MONTEM COM ACUSTICO, QUE NÃO INCOMODEM QUE TRABALHA, E NÃO OS SRS.
 
LOURENÇO CARVALHO em 18/02/2014 21:00:11
Campo grande é capital e tem que crescer em todos os sentidos; e viva a cultura e abaixo esta lei do silencio que não diferencia o que é cultura e barulho.
 
francisco fernandes em 18/02/2014 20:53:15
Ah tá bom, para manter a "cadeia produtiva" vamos liberar o som alto, e os moradores, que nada tem haver com o emprego dos outros, que suportem, sem reclamar, a barulheira dos "foliões". O Vereador alega que os músicos são obrigados a se mudar; então, o certo seria os moradores irem embora para os músicos trabalharem? Negativo, pago meus impostos e quero sossego, não venham com essa história dos incomodados que se mudem: mudem aqueles que fazem barulho alto!
 
João Dias em 18/02/2014 20:44:01
A lei municipal segue estritamente os limites impostos pela NBR 10151, que é uma norma técnica, e que tem força de lei em todo o território nacional, ou seja, não há nada de errado com a legislação local.
 
Joaquim Modesto em 18/02/2014 20:20:04
Todos tem seus direitos. Quem trabalha durante o dia não consegue dormir com o barulho que 'alguns' promovem. E dai como ficamos?? Quem fez seu trabalho e seu barulho durante a noite vai dormir o sono dos justos, quem não conseguiu dormir a noite terá que trabalhar duro sem ter conseguido dormir seu sono justo e merecido.???
 
Ana Bergamo em 18/02/2014 19:52:00
OLHA EU MORO NO CENTRO EM DOURADOS E ABRIU UMA BOATE SEM ACUSTICA COM PAREDE GEMINADA COM MINHA CASA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!O QUE VCS ACHAM DISTO???????? ABSURDO É POUCO, ACABOU O MEU SOSSEGO, SOU A FAVOR QUE ESTAS BOATES FUNCIONEM LONGE DE RESIDENCIAS, TENHAM ACUSTICA E SEGURANÇA...E ESTACIONAMENTO, A CALÇADA DA MINHA CASA NÃO É ESTACIONAMENTO, VOMITODROMO, FUMODROMO E NEM BRIGODROMO...BANDO DE BADERNEIROS, VÃO MONTAR BOATE LONGE DA CIDADE!!!!!!!
 
allan aldo batista dos santos leite em 18/02/2014 18:51:44
Mas a lei não impede nada! Basta se adequar à legislação, fazer tratamento acústico e tudo bem! O que não pode é atrapalhar o sono do trabalhador, do idoso, da pessoa enferma. Fez baderna? Ação judicial em cima e reparação de danos. Quem conhece a lei não tem com o que se preocupar.
 
Valter Oliveira em 18/02/2014 18:38:43
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