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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

20/11/2014 13:39

Mulher que teve diagnóstico fatal pela 2ª vez morre, mas família mantém ato

Filipe Prado
Maria revelou que a filha morreu no dia 18, mas o protesto foi mantido (Foto: Alcides Neto)Maria revelou que a filha morreu no dia 18, mas o protesto foi mantido (Foto: Alcides Neto)

Morreu na tarde de terça-feira (18) a bacharela em direito Thayla Aguilera Cáceres, 25 anos, que sofria há oito meses com leucemia. De acordo com a mãe da jovem, Maria Carmen Aguilera, 47, o quadro clínico dela decaiu após uma médica afirmar, pela 2ª vez, que ela teria cinco dias para morrer.

Maria relatou que Thayla não resistiu à doença e às 14h50 faleceu no Hospital Regional Rosa Pedrossian. Ela foi enterrada na tarde de ontem (19) no cemitério Santo Amaro.

Mesmo com a morte da filha, Maria afirmou que a manifestação irá acontecer no sábado. “A gente tem a intenção de fazer isso, para que outras pessoas não passem a mesma situação”, comentou.

Até agora, 80 pessoas confirmaram a presença na manifestação, que acontece neste sábado (22) na Praça Ary Coelho, às 11h.

O caso gerou polêmica porque envolve a ética médica e o diagnóstico de que o paciente vai morrer. 

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É muito triste ver o descaso de certos "profissionais" com o estado de saúde das pessoas. Tudo bem que essa médica desse o diagnóstico pra família, afinal devem se preparar, mas falar pra pessoa doente, que já está tão fragilizada, que ela vai morrer? É claro que o estado de saúde dela tende a piorar. Minha mãe teve um câncer fatal e o médico dela nunca falou nada pra ela, nem nos deixou falar, pra não agravar ainda mais o sofrimento dela. Ela faleceu sim, porque o estado era terminal, mas nunca ficou sabendo o que tinha. Eu acho que o CRM deveria tomar alguma providência no caso dessa suposta médica. Esse pessoal tem que rever certos conceitos, tratar as pessoas, principalmente os pacientes, com mais dignidade e humanidade.
 
Mariana Carvalho em 20/11/2014 22:23:24
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