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Capital

“Não é hora de flexibilizar”, diz Marquinhos sobre toque de recolher

Sem mais restrições, Capital só segue toque de recolher e prefeito diz que flexibilização depende do Governo

Por Paula Maciulevicius Brasil e Aletheya Alves | 13/04/2021 09:25
Prefeito Marquinhos Trad durante início da campanha de vacinação contra gripe na UBSF do Bairro Nova Lima. (Foto: Paulo Francis)
Prefeito Marquinhos Trad durante início da campanha de vacinação contra gripe na UBSF do Bairro Nova Lima. (Foto: Paulo Francis)

Com escolas funcionando dentro do limite de 50% e comércios atendendo presencialmente, a única restrição que Campo Grande ainda segue é o toque de recolher, que desde o dia 5 de abril está cravado das 21h às 5h da manhã, seguindo orientações do relatório do Prosseguir (Programa de Saúde e Segurança na Economia), do Governo do Estado.

Na manhã de hoje, na abertura da vacinação contra a gripe para crianças, na Unidade Básica de Saúde Familiar do Bairro Nova Lima, o prefeito Marquinhos Trad (PSD), reforça que não fará nenhuma flexibilização em relação às medidas para conter a covid-19 na Capital.

"Na última decisão do Supremo diz que você não pode aplicar medidas mais flexíveis do que as que já foram aplicadas, portanto cumpre-se o decreto estadual", se limitou a dizer.

Campo Grande segue em bandeira vermelha dentro do Prosseguir, com alerta para grau alto. Os relatórios do Programa que baseiam os decretos e influencia diretamente da alteração ou adoção de novas medidas.

Óbitos - O boletim da Secretaria Estadual de Saúde dessa segunda-feira (12), trouxe 37 mortos em todo o Estado nas últimas 24h e 770 casos confirmados da covid-19, além do alerta para duas variantes circulando. As variantes P1 e P2 têm feito mais pacientes, de faixas etárias mais jovens, morrerem pelo coronavírus.

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