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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

04/06/2016 09:44

Natural de SP, operário soterrado estava em Campo Grande há um mês

Luana Rodrigues
Edivan Braz da Silva ficou soterrado por cerca de meia hora (Foto: Fernando Antunes)Edivan Braz da Silva ficou soterrado por cerca de meia hora (Foto: Fernando Antunes)

O corpo de Edivan Braz da Silva, 28 anos, que morreu soterrado em uma obra de esgoto sanitário no Bairro Oliveira, na tarde de sexta-feira (3), está sendo encaminhado para a cidade de Susano, na Grande São Paulo – distante cerca de 1 mil quilômetros de Campo Grande. O translado ocorreu porque, segundo a empresa responsável pela obra, o operário não tem família na Capital de Mato Grosso do Sul.

Conforme a JP do Guarujá, Edivan estava na Capital desde o dia 2 de maio, mas era funcionário antigo da empresa, e já havia participado da execução de obras em São Paulo. Solteiro e sem filhos, conforme a empresa onde trabalhava, ele desempenhava a função de ‘meio oficial’, uma espécie de ajudante de obra.

A empresa diz que está prestando toda a assistência à família da vítima morta e também ao outro trabalhador ferido no acidente. Identificado como João Batista, o sobrevivente continua internado na Santa Casa, em observação.

Já o corpo de Edivan saiu da Capital por volta das 4h30 e deve chegar em casa perto das 18h.

O acidente – Era quase 15h, o solo estava úmido e, por isso, os trabalhadores estavam abrindo uma vala com muito cuidado para que pudessem instalar a tubulação. Duas retroescavadeiras faziam o trabalho de retirar a terra e dois operários colocavam os tubos dentro da vala, numa tentativa de adiantar os trabalhos. Em determinado momento, a terra desbarrancou e soterrou Edivan e João.

Eles trabalhavam em uma obra de esgotamento sanitário no cruzamento das ruas Dorotheia de Oliveira com a João Escobar. Edivan ficou soterrado por cerca de meia hora. Retirado debaixo de quase 2,5 metros de terra, os homens do Corpo de Bombeiros e do Samu ainda tentaram por cerca de 40 minutos reanimá-lo, mas não obtiveram êxito no procedimento. Conforme o médico da equipe, Rodrigo Zonta, Edivan foi retirado da vala inconsciente e sem pulsação, “porém havia atividade elétrica no corpo”, informou ele.

Na situação de mais de 20 minutos soterrado, o médico disse que “seria quase um milagre reanimá-lo”. Confirmado o óbito foi acionado a perícia e os policiais civis para o atendimento da ocorrência.  João Batista, o outro operário que conseguiu escapar do soterramento com ferimentos leves, foi levado para o Pronto Socorro da Santa Casa.

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