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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

10/07/2011 13:05

Nelsinho espera R$10 milhões do Ministério da Saúde para reparos na Santa Casa

Viviane Oliveira e Paula Vitorino

Só esta semana foram dois incidentes

Setor de hemodiálise da Santa Casa.(Foto: Minamar Júnior 29-03-2007)Setor de hemodiálise da Santa Casa.(Foto: Minamar Júnior 29-03-2007)

Diante de dois graves problemas que houve esta semana na Santa Casa de Campo Grande o prefeito diz que espera recursos do ministério da saúde. Conforme ele, já enviou um projeto para o Ministério da Saúde pedindo 10 milhões para reparos e compras de materiais.

De acordo com o Governador André Puccinelli (PMDB), o estado não tem obrigação de destinar recursos para a Santa Casa já que o órgão é particular e filantrópico. “A minha responsabilidade é manter o Hospital Regional e os postos de saúde. A verba da Santa Casa não tem que vir do governo do estado”, explica.

Segundo o governador, os constantes problemas que a Santa Casa enfrenta, principalmente na estrutura do prédio, são sintomas de velharia. “Prédio velho é assim, cada hora vai acontecer alguma coisa”.

Na última quarta-feira (7) parte do teto do setor de hemodiálise da Santa Casa desabou. Em média, a clínica Indor, terceirizada que utiliza a estrutura do hospital, recebe 30 pacientes por dia. O desabamento ocorreu devido à infiltração no muro do setor de nefrologia.

O local teve o fornecimento de energia elétrica cortada devido aos riscos de curto-circuito e as dez máquinas de hemodiálise tiveram que ser desligadas. Com a interdição da clínica Indor, os pacientes estão sendo atendidos na Hiperrim, localizada em frente á Santa Casa.

Ontem (9) o rompimento de uma tubulação provocou a transferência de pacientes de uma das UTI (Unidades de Terapia Intensiva). Uma delas, a UTI3 que foi reinaugurada na quarta-feira (6) depois de ficar um ano em reforma. Na UTI2, seis pacientes tiveram que ser transferidos para outra unidade que ficam no mesmo andar.

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Porfírio, acontece que cada recurso vem de uma fonte diferente. Por exemplo, o Ministério do Turismo não pode prover a verba necessária para Saúde, assim como o de Saúde não pode disponibilizar a verba para a Cultura. Essa questão que você aponta, que é do campo filosófico, procede. Mas a maneira que nossa sociedade governamental está organizada não permite esse tipo de repasse. Além do mais, é como na música: "a gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte". Em situações como essa, eu penso que nós, cidadão, deveríamos pressionar nossa bancada federal para que estes recursos e repasses sejam regulamentados e agilizados. Quando não legislam, aqueles senhores de gravata precisam, afinal de contas, fazer alguma outra coisa.
 
Elizei de Almeida em 11/07/2011 04:27:54
Até quando será que alguem vai priorizar o ser humano, respeitando seus direitos humanos e constitucionais, tudo que é em prol da saude sempre tem um orgão representativo esperando pelo outro, mas quando se trata de aparecer na midia para quem vem de outros lugares que passam por Campo Grande achar a cidade linda, sempre tém recurso,EX; Orla Morena, cidade do papai noel, estão entusiasmados com o aquaroio artificial, parabens por estes projetos, por essas obras. Mas será que se houvesse ama inverssão de valores einvertece a destinação desses recursos não seria mais proveitoso salvar vidas e amenizar sofrimentos ? Que mostrar uma cidade boinita a casca com o miolo extragado.
 
porfirio vilela em 10/07/2011 04:20:57
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