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Campo Grande, Terça-feira, 23 de Janeiro de 2018

11/11/2015 13:53

Para PM, não existe discordância na quantia de cedidos a órgãos públicos

Ricardo Campos Jr.

O comando da PM (Polícia Militar) discorda da análise feita pela ACS (Associação de Cabos e Soldados) acerca da quantidade de integrantes da corporação trabalhando em órgãos da administração pública. Em nota encaminhada nesta quarta-feira (11), a instituição afirma não haver qualquer tipo de discrepância entre o efetivo cedido e o disponibilizado para as atividades operacionais.

Conforme o texto, a cedência é um ato com previsão legal, desde que cumpridas as orientações da SAD (Secretaria de Administração e Desburocratização), que não foram detalhadas no comunicado.

A polícia diz estar à disposição da ACS e demais entidades representativas de classe para o recebimento do levantamento.

Dados – Segundo o presidente da associação, Edmar Soares da Silva, a intenção do relatório não é desqualificar o trabalho dos colegas que estão realizando atividades administrativas, mas questionar se não seria exagero destinar 860 policiais que poderiam estar realizando a atividade fim da corporação (policiamento ostensivo), só em Campo Grande, para os órgãos da administração pública.

“É claro que se não tiver serviço administrativo também não tem operacional. Minha crítica é que tem muita gente. Tem que ter serviço administrativo, mas não precisa ter tanto”, questiona o dirigente.

Na opinião do presidente da ACS, em alguns casos os militares não precisam nem ser afastados das atividades burocráticas, mas o serviço poderia ser organizado de forma que eles, pelo menos um dia da semana, cumprissem jornada longe das salas fechadas.

Conforme o presidente da entidade, no estado todo existem 6,1 mil policiais. Os cedidos fazem parte dos 1,3 mil que estão longe das ruas, seja por trabalharem em outros lugares, seja por afastamento por problemas de saúde, férias, etc.

O relatório da análise, segundo ele, será entregue aos gestores da corporação. “Eu vou fazer sugestões de como operacionalizar esses 860 na Capital. Se tiver como empregar esse pessoal aqui, tem como fazê-lo no interior também para colocar esses homens e mulheres na atividade fim”.

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