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Capital

Polícia Civil convoca namorado de Anderci para segundo depoimento sobre morte

Professora morreu dia 21 de março, um mês depois de ser abandonada por homem de 26 anos na porta de hospita

Por Marta Ferreira e Mirian Machado | 30/03/2021 20:02
Anderci da Silva morreu no dia 21 de março, aos 44 anos, depois de um mês internada. (Foto: Reprodução das redes sociais)
Anderci da Silva morreu no dia 21 de março, aos 44 anos, depois de um mês internada. (Foto: Reprodução das redes sociais)

Vai ser ouvido novamente pela Polícia Civil o namorado da professora Anderci da Silva, que morreu no dia 22 de março, no Hospital da Cassems, em Campo Grande, onde foi deixada, à porta com um tiro nas costas, um mês atrás. O homem, de 26 anos, já admitiu em depoimento anterior, tomado em 9 de março, ter sido ele a pessoa que levou a mulher ferida para o hospital.

O caso estava em outra unidade, a 3ª Delegacia de Polícia Civil, no Bairro Carandá, região do hospital, mas passou a ser tocado esta semana pela 2ª Delegacia, no Monte Castelo, bairro  no qual fica a rua em que a vítima sofreu o disparo de arma de fogo.

Pela versão contada pelo namorado, até então tratado como testemunha, o tiro contra Anderci foi disparado de fora do carro dela, um Voyage, durante fuga de crime cometido pelo casal.

Ela tinha 44 anos e havia se mudado de Dourados, onde era concursada, para viver com ele em Campo Grande.

O veículo Voyage está com a Polícia Civil e só ontem, 35 dias depois de a professora ser baleada, foi solicitada a perícia para encontrar vestígios de sangue  e marcas de tiro.

Quando se apresentou na 3ª Delegacia e prestou depoimento, o namorado da professora disse que ambos estavam fazendo um assalto, que levaram uma bicicleta e, quando deixavam o local, surgiu um motociclista atirando contra o carro.

De acordo com ele, o carro de Anderci tinha marca de tiro e de sangue dela. Todas essas informações agora vão ser checadas.

Ferida, ela foi transportada até a porta do hospital em uma camionete, segundo as informações iniciais do caso.

Titular da delegacia do Monte Castelo, o delegado Enilton Zalla confirmou que o namorado da vítima foi intimado já, mas não há data para a nova oitiva.  O advogado dele, Jean Cabreira, negou já ter recebido a convocação.

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