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Campo Grande, Segunda-feira, 24 de Setembro de 2018

02/06/2018 12:53

Prefeito diz que máquinas começam obras do Reviva Centro na segunda

Marquinhos diz que comerciantes não serão prejudicados, já que nenhuma pista ficará fechada por completo

Leonardo Rocha
Obra quer modernizar área central de Campo Grande (Foto: Divulgação/PMCG)Obra quer modernizar área central de Campo Grande (Foto: Divulgação/PMCG)

O prefeito Marquinhos Trad (PSD) afirmou que as máquinas começam as obras do projeto “Reviva Centro” nesta segunda-feira (04), a partir das 8h, entre a Avenida Fernando Corrêa da Costa e a rua 14 de Julho, quando já vai começar as escavações. Ele garantiu que os comerciantes não vão sofrer prejuízos, já que nenhuma das pistas vai ficar fechada por completo.

“Já fizemos as reuniões com os comerciantes e as vistorias nas ruas incluídas no projeto, com todo planejamento teórico pronto e definido, começou o momento da obras, que irão se iniciar com a fase de escavações”, disse o prefeito, durante evento na Igreja Adventista, no bairro Guanandi.

Marquinhos garantiu que todo o projeto foi discutido com os comerciantes da área central e que foi montado de forma “democrática”, entre população, prefeitura municipal e a empresa que vai conduzir a obra, a Engepar Engenharia.

“Tivemos o cuidado de conversar com os comerciantes e definir o projeto, para que nenhum empresário fosse prejudicado ou tivesse impacto nas finanças, tanto que não vamos bloquear todo espaço das vias pro completo, sempre deixando acesso para os consumidores”, especificou o prefeito.

Vistoria – Antes da obra física, a empresa Valor & Mercado foi contratada para realizar a vistoria os imóveis da Rua 14 de Julho, onde se dará o início das obras do Programa Reviva. A obra foi lançada pelo município no dia 15 de maio. Os proprietários dos imóveis foram solícitos ao pedido de vistoria e informados que essa etapa do processo lhes garante o registro das condições de cada edificação.

As obras do Reviva Centro tem previsão de intervenções na rua 14 de Julho, além outras vias da área central, como a Calógeras, Padre João Crippa, Fernando Corrêa da Costa e Mato Grosso. Todas receberão melhoria na infraestrutura, acessibilidade dos passeios públicos, arborização, iluminação e sinalização.

Prazo - A obra deve durar 20 meses, mas durante este período, de acordo com a prefeitura, as lojas do comércio não vão fechar. A programação prevê que cada quadra ficará dois meses em obras. A intenção do programa é modernizar a área central, revertendo o processo de degradação patrimonial e o esvaziamento populacional, para qualificar a atividade econômica, cultural e social.

Haverá redução de uma faixa de rolamento, ampliando as calçadas, conversão das redes aéreas para subterrâneas e a implantação de paisagismo no passeio público. O investimento chega a R$ 49,2 milhões. O projeto foi financiado pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).

A empresa Engepar Engenharia vai realizar na primeira fase um levantamento sobre estruturas de água, esgoto e drenagem no subsolo da 14 de Julho.



Será dinheiro perdido se não investirem na mobilidade de Campo Grande. Nossa capital, assim como a maioria das cidades brasileiras, privilegia a circulação de veículos motorizados individuais (e já está saturada), em detrimento ao transporte coletivo e o de bicicletas. Como, segundo a reportagem, haverá redução de uma faixa de rolamento,há que se preocupar com o trânsito em todo o centro. Torço para que Campo Grande volte a ser admirada pelos visitantes e motivo de orgulho para seus habitantes.
 
Altemir Dalpiaz em 03/06/2018 09:31:36
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