A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Segunda-feira, 22 de Abril de 2019

26/02/2019 14:13

Prefeito diz que só obra de 80 milhões de dólares vai acabar com alagamento

Pela segunda vez em 3 meses, enxurrada levou o asfalto na rotatória da Euler de Azevedo com a Ernesto Geisel.

Ângela Kempfer e Guilherme Henri
Trabalhadores tiram entulho para desobstruir rotatória.  (Foto: Kisie Ainoã)Trabalhadores tiram entulho para desobstruir rotatória. (Foto: Kisie Ainoã)

Pela segunda vez nem três meses, a enxurrada levou o asfalto da rotatória que liga as avenidas Euler de Azevedo e Rachid Neder. Em novembro do ano passado, temporal provocou os mesmos danos no local. Neste momento, 3 tratores da prefeitura e 4 caminhões da Engepar, empresa que trabalha nas obras do projeto Reviva Campo Grande, estão no trecho para retirar os blocos que se soltaram.

Cerca de 10 trabalhadores fazem a remoção do entulho. O prefeito Marquinhos Trad acompanha o serviço na região e diz que em toda a cidade, 140 homens trabalham nos reparos.

Como não é possível passar com veículos, a Agetran interditou o tráfego há cerca de 30 minutos. Agora as máquinas trabalham para desobstruir o local. Mais cedo, o lugar virou um rio, como costuma ocorrer sempre em dias de temporal. A água arrancou o asfalto e os operários já fizeram montes de destroços para encher os caminhões e liberar o trânsito. Apesar do transtorno, o fluxo de veículos é tranquilo.

Segundo o prefeito Marquinhos Trad, esse foi o ponto mais atingido em Campo Grande, com maior prejuízo. "Na Bahia e na Via Park foi só o volume de água que assustou", comenta. Já na Euler de Azevedo será necessário trocar a massa asfáltica completamente na rotatória. 

Prefeito Marquinhos Trad acompanha serviço na Euler de Azevedo. (Foto: Kisie Ainoã)Prefeito Marquinhos Trad acompanha serviço na Euler de Azevedo. (Foto: Kisie Ainoã)

Investimento - Para resolver definitivamente o problema, segundo o prefeito, é preciso substituir todo o sistema de drenagem de Campo Grande, projeto avaliado em 80 milhões de dólares, diz Marquinhos. "No entanto, todas as vezes que apresentamos os projetos em órgãos como BNDES, a proposta foi negada, porque Campo Grande não estava em condições de se individar", explica.

Na quinta-feira, ele diz que tem reunião com o ministro das cidades, Alexandre Baldy. "Vou levar fotos desse ponto e pedir ajuda. Enquanto não tiver obra e for só limpeza, o problema vai continuar", sentencia.



Uma cidade onde o mais importante, é estar funcionando as Indústrias de Multas "radares" em primeiro lugar!! Ai vem esse fala mansa com papo furado ai. Vamos pagar nossos impostos em dia que só temos benefícios.
 
Clebe PL em 26/02/2019 15:01:48
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions