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Campo Grande, Quarta-feira, 16 de Outubro de 2019

31/08/2019 11:36

Prefeitura faz teste para implantação da ciclofaixa na Via Parque

Melhorias serão feitas como contrapartida de obras de hospital na região

Tainá Jara
Estrutura provisória irá sinalizar fase de testes para implantação de ciclofaixa (Foto: Tainá Jara)Estrutura provisória irá sinalizar fase de testes para implantação de ciclofaixa (Foto: Tainá Jara)

Parte da Rua Professor Luiz Alexandre Oliveira, trecho da Via Parque, próximo ao Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande, foi aberta para testes na manhã deste sábado para tornar-se ciclofaixa.

A melhoria, que liga a Avenida Afonso Pena a Avenida Mato Grosso, será feita como parte da contrapartida da construção do Hospital da Cassems (Caixa de Assistência de Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul). Com a implantação de semáforos e pontos de ônibus o valor investido na compensação é de cerca de R$ 500 mil.

Apesar do diretor-presidente da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), Janine de Lima Bruno, não deixar claro até quando será o período de testes pelos ciclistas, os adeptos do transporte alternativo já faziam uso do trecho demarcado pela prefeitura por cones e tinta.

O município afirma que serão quase 2 quilômetros de melhorias. Os ciclista percorreram trecho demarcado de 1 quilômetro. “Se tivermos retorno, vamos implantar ela de maneira definitiva”, garantiu Janine.

Para o prefeito Marquinhos Trad, a iniciativa mostra a possibilidade substituição de carros por bicicletas na Capital, onde circulam cerca de 600 mil veículos automotores. A intenção é ampliar instrumentos como as ciclovias e ciclofaixas. “Onde for possível adaptar com segurança e sem afetar a mobilidade urbana assim nos faremos”, explicou

Conforme a Agetran, o município conta com 84 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas, com o novo trecho, será cerca de 86 quilômetros.

O presidente da Cassems, Ricardo Ayache, destacou que as melhorias são decorrentes do impacto das obras do hospital da Cassems na região. “Isto é uma contrapartida obrigatória que está em lei”.

A possibilidade de implantação de ciclofaixa definitiva no local animou ciclistas que moram na região. No caso da assistente administrativa, Marcele Nantes, 35 anos, a empolgação se estendeu a família, que também faz uso do transporte alternativo. “Começamos a andar há cerca de um ano. Agora, as crianças fazem até o uso da bicicleta para ir para a escola”. Ela estava acompanhada da cunhada, dos filhos e sobrinhos.

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