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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

12/09/2011 09:32

Preso por assassinato de segurança já se envolveu em briga no Exército

Nadyenka Castro

Janquiel se envolveu em confusão em 2009. Os demais envolvidos no caso não têm ficha criminal

Segurança agredido com garrafada mostra lesão atrás da orelha. (Foto: Simão Nogueira)Segurança agredido com garrafada mostra lesão atrás da orelha. (Foto: Simão Nogueira)
No local do crime, sangue e a camiseta da vítima. (Foto: Simão Nogueira)No local do crime, sangue e a camiseta da vítima. (Foto: Simão Nogueira)

Preso por envolvimento no assassinato do segurança Jhon Eder Cortiana Gonçalves, de 33 anos, na madrugada desse domingo, em Campo Grande, Janquiel Marques da Silva júnior, 22 anos, já se envolveu em briga no Exército. Os demais envolvidos no crime não têm ficha criminal.

Conforme registro policial, Janquiel se envolveu em confusão durante confraternização que era realizada no CMO (Comando Militar do Oeste), em dezembro de 2009. Outras quatro pessoas também participaram e todas foram parar na Polícia, sendo responsabilizados como autores de vias de fato.

Já Diego Ferreira de Souza, de 23 anos, e o outro rapaz, de 20 anos, o qual não ficou preso, não têm passagens pela Polícia.

Janquiel e Diego estão presos por homicídio doloso (com intenção de matar). Já o outro rapaz foi responsabilizado por lesão corporal e irá responder ao inquérito em liberdade.

Testemunhas disseram à Polícia Civil que a confusão que terminou com a morte do segurança começou quando o grupo em que os autores estavam pegou uma garrafa de vodka no bar do Voodo sem autorização.

Um outro segurança advertiu os rapazes, sendo que um deles desferiu uma garrafada na cabeça do trabalhador. O autor é apontado como sendo o jovem de 20 anos que foi autuado e liberado, mas, ele nega envolvimento no caso.

Após a agressão, o grupo foi retirado da casa noturna, mas, alguns integrantes passaram a danificar veículos estacionados em frente ao bar. Jhon Eder foi reprimi-los e acabou atingido por dois tiros.

Diego confessou ter atirado no segurança. Ele ainda relatou que já entrou na casa noturna armado.

Mesmo Diego tendo confessado, testemunhas afirmar que foi Janquiel quem

atirou. Os dois passaram por exame residuográfico para identificar quem efetuou os disparos.

Eles foram presos pela Polícia Militar quando já estavam na Afonso Pena com a avenida Bandeirantes.



Mais dois que vão alegar "legitima defesa". Neste país , a vida de segurança, policial e demais trabalhadores que por lei devem garantir a sugurança pública parecem que para os olhos da justiça n ão tem valor. Haverá um dia, como à exemplo dos países civilizados, estes profissionais receberamo devido respeito e g arant ia politica para desenvolvimento de suas atividades de proteção a sociedade. Nem que pra isso seja preciso uma revolução constitucionais. À familia, os sinceros pesames...
 
Paulo Candido em 12/09/2011 10:31:46
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