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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

22/10/2013 13:15

Reintegração de posse causa tumulto e tiros de borracha são disparados

Luciana Brazil e Graziela Rezende
A polícia disparou tiros de borracha, já que moradores resistiam a reintegração. A polícia disparou tiros de borracha, já que moradores resistiam a reintegração.
Moradores retiram móveis e pertences da casa. (Fotos: Marcos Ermínio)Moradores retiram móveis e pertences da casa. (Fotos: Marcos Ermínio)

Durante reintegração de posse no loteamento Nossa Senhora Aparecida, na região do Bairro Vila Nasser, em Campo Grande, por volta das 12 horas de hoje (22), houve tumulto, os moradores resistiram à ação e tiros de borracha foram disparados pela Policia Militar.

A reintegração é referente a apenas um terreno, dos 20 que foram ocupados há mais de um ano. No momento, moradores retiram pertences, móveis e materiais de construção usados para construir as residências.

Cada terreno tem cerca de 260 metros quadrados. Algumas casas já foram demolidas durante outras reintegrações de posse, e, hoje, restam apenas 13 famílias no local.

Segundo os moradores, se houver demolição da casa de Eli Bruno, que está há um ano e meio no loteamento, o grupo vai se enfraquecer, já que ele é tido como o líder da comunidade.

A advogada de Eli disse que vai ficar dentro da casa até a chegada de um representante da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). A manobra é para impedir ao máximo a demolição da residência.

A mulher que se diz dona da área, a procuradora da Família Janete Leite, explica que não tem a escritura dos terrenos, mas apenas as matrículas. “São documentos datados de 1954. Mas não tenho a escritura”, afirma.

Ela lembra que área, que totaliza mais de 100 lotes, era do pai dela, o coronel do Exército, Audi Coelho Leite. Em 1992, quando o coronel já havia falecido, o Exército entregou a área para sua mãe, Maria Polônia Vegine.

Desde então, o processo que corre em segredo de Justiça tem sofrido com atraso. “O atraso maior foi porque fomos enganados por dois advogados que, ao invés de cuidar da ação, estavam vendendo lotes e incitando a população a invadir o local”.

Um oficial de justiça que está no loteamento afirma que na última semana notificou 50 moradores sobre a reintegração de posse.

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Pois é João Carlos Meth, são oportunistas iguais os tais "glebeiros" lá de Terenos, conseguem a chácara, desmatam tudo oq podem, fazem carvoarias ilegais e qdo tudo acaba, vendem e vão ficar a margem de alguma rodovia para receber outro benefício, a lei dá brechas...uso capião só após 5 anos de ocupação pacífica...será que esse advogadozinho de porta de zona não estudou direito?
 
Afonso Netho em 23/10/2013 11:05:36
Pra quem diz que não tem dinheiro para comprar um terreno eles tem até S10 p/ transportar os móveis.... kkk estão melhor do q eu!
Moro aí pertinho, 90% dos que pegaram terrenos aí são oportunistas, moradores de bairros próximos que souberam da invasão e cada um foi pegando um terreninho lá.
Dia de semana quase não fica ninguém lá, apenas os q realmente precisavam, mas nos fins de semana tava todo mundo lá, capinando seu terreno pra dizer q tinha dono...
A prefeitura tem q fazer uma boa triagem, pois apenas alguns ali realmente precisavam de uma casa.
 
João Carlos Meth em 23/10/2013 08:16:44
Advogado é tremendo, quando não tem jeito, fica dentro da casa, deve ser uma nova modalidade de recurso... Rs...
 
Jorge Arantes do nascimento em 22/10/2013 17:29:06
Poxa vida, os que se dizem donos não tem escritura, e também não tem a posse dos terrenos, ou seja não usam os terrenos, e a justiça deu o direito de propriedade pra eles, tem alguma coisa errada ai...
 
Marcos Wild em 22/10/2013 15:27:02
Mas assim fica fácil ter as coisas. Esse povo invade terreno dos OUTROS e depois não quer sair. Daí botam uma idosa dentro da casa ou uma criança deficiente para nos comover. Na boa? Vão trabalhar. Esse governo já lhes dá comida, gás, escola... Se a gente for ver, tem até sky nessas casas! Ah, vá...
 
Laura Castelllani em 22/10/2013 15:15:35
Não me entra na cabeça as pessoas simplesmente se apossarem de uma coisa que não é delas e ainda reclamarem de serem removidas. A obrigação de fornecer moradia para as pessoas desfavorecidas é do estado. Os donos legais das areas não tem que fazer caridade e sair no prejuizo se o estado não dá conta de enfiar esse povo em algum lugar decente. Se não quer que multiplica é melhor castrar.
 
Claudia s Barros em 22/10/2013 14:34:45
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