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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

07/07/2011 10:31

Reuniões indicam ruptura de contrato com a Assetur e abertura de nova licitação

Fabiano Arruda

Situação deve ser definida na semana que vem

Faixa já sinaliza corredor de ônibus na Capital.Faixa já sinaliza corredor de ônibus na Capital.

As negociações entre a prefeitura de Campo Grande e a Assetur sobre a exploração dos corredores de ônibus apontam para a ruptura do contrato e abertura de nova licitação para contratação de outra empresa.

A argumentação da Assetur é que os investimentos exigidos pela Prefeitura para execução do projeto, como ampliação da frota, com ônibus articulados e veículos com câmera, são altos para o contrato que dura mais três anos.

A empresa, então, pede a prorrogação do contrato ou o aumento da tarifa. A prefeitura, por outro lado, disse ser impossível a renovação do contrato por questões jurídicas, bem como descartou novo reajuste da tarifa.

“Eles vão ter que se adaptar porque eu não vou perder os investimentos (do projeto)”, disse o prefeito Nelsinho Trad (PMDB) nesta manhã.

“As reuniões (com a Assetur) vêm de algum tempo, não são de hoje. O que temos visto é a irredutibilidade da empresa”, revelou o diretor-presidente da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), Rudel Trindade.

No entanto, Rudel ressalta que, apesar dos sinais das negociações, a intenção da administração municipal é buscar “uma solução” amigável e que as condições impostas pela Assetur já foram encaminhadas para a procuradoria jurídica, que deve apontar alternativas para o assunto na semana que vem.

O diretor da Agetran comentou que está finalizando os projetos de Campo Grande relativos à mobilidade urbana e que estará amanhã, em Brasília (DF), para agenda nos Ministério das Cidades.

De lá, Rudel pretende trazer um calendário definido sobre os projetos, que vão ser determinantes, segundo ele, para definição do contrato de exploração de serviços do transporte coletivo urbano na Capital. Ele considera ainda que a definição do contrato é fundamental para o andamento do projeto no ministério.

PAC 2 - Na semana passada, Nelsinho foi ao Ministério das Cidades para pleitear R$ 280 milhões em projetos no PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento) da Mobilidade Urbana. Do total solicitado, R$ 160 milhões são para implantação de 68 km de corredor para o transporte coletivo.

Os projetos selecionados serão anunciados em agosto, provavelmente no dia 26, mas o ministério já exigiu mudanças no transporte coletivo campo-grandense com custo orçado em R$ 40 milhões. Pelos corredores de ônibus, devem circular linhas como Aero Rancho/Centro, Nova Bahia/Centro e Guaicuru/Shopping.

Para atender o Ministério das Cidades, a frota deverá ser ampliada em 30%, além de mais 20 ônibus articulados e todos os veículos com câmera. Segundo o diretor da Agetran cada ônibus articulado custa R$ 800 mil. Já um veículo de tamanho padrão custa de R$ 250 a R$ 300 mil.

Também foi exigido acessibilidade em 100% da frota, que hoje chega a 75% dos veículos. Os ônibus deverão ser dotados de GPS e as empresas deverão disponibilizar informações aos usuários, inclusive, por meio do celular.

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já estava mais do que na hora de acabar com o "MONOPÓLIO" da Assetur, temos a terceira tarifa mais cara do pais, e principalemte nos finais de semana o tranporte coletivo em campo grande e peeeessiiiimo. Mudanças já no transporte coletivo na nossa cidade morena.
 
ademirson de oliveira em 07/07/2011 12:16:14
Bando de pilantras. Se aumentam a tarifa, iludem os usuários dos coletivos que colocaram mais coletivos nas linhas, e sendo que na realidade nada disso acontece. Temos aí, uma frota quebrada,coletivos que passam atrasados nos pontos, motoristas que correm demais,... realmente um lixo o nosso transporte coletivo,... avaliando a tarifa e fisicamente os coletivos.
 
Marcelo Max em 07/07/2011 10:54:55
Parabéns prefeito agora sim o senhor esta honrando os votos que o pusseram para representar o povo de Campo Grande, isso mesmo paus nesses empresarios que são uns chupa cabras.
 
lLi Oliveira em 07/07/2011 04:59:28
Deveria mesmo acabar com esse monopolio.Eles estão dando esta oportunidade para o prefeito.Talvez acabando o monopolio o nosso transporte coletivo melhore e aí eu que não o uso, poderei usá-lo quando for possível adentrar nestes onibus que parecem transporte de animais.Dinheiro esses caras têm.O nogocio é que eles estão acostumados a só levarem vantagem.
 
wanduildo silvestre alves em 07/07/2011 02:35:09
Já passou da hora de dar um basta na arrogância, prepotência e ganância desses empresários. Ou ajudam o Município a melhorar o transporte público ou coloquem suas "carroças" em outro lugar.
 
Edivaldo Moraes em 07/07/2011 01:57:50
Parece que nosso prefeito resolveu acordar né, está se mostrando mais ágil para certas questões importantes em Campo Grande, agora vai dormir com essa de que "tem que aumentar a tarifa pra melhorar o serviço" tem que aumentar é a vergonha na cara desse pessoal da Assetur, com essa porcaria de transporte.
Todos os anos vemos ônibus novos entrando em operação, porém a mesma quantidade dos velho são retirados das ruas, eles pensam que a gente não percebe isso?
Se colocam 50 novos, 50 velhos saem e vão para cidades do interior, como Tres Lagoas, Ponta Porã, Corumbá.
O povo é bonzinho, não é besta Assetur!!!
 
Oswaldo Benites em 07/07/2011 01:52:21
Tem que romper o contrato mesmo para que venha uma nova empresa e acabe com esse monopólio... o Sr Prefeito está correto não podemos perder esse investimento que irá trazer melhorias para a nossa cidade.
 
Osmir Marcondes em 07/07/2011 01:20:16
Tem que rompe o contrato com esses "VAMPIROS" do transporte coletivo. Temos a terceira maior tarifa do brasil e o retorno para os usuários é péssimo. além do mais, tem que acabar com o monopólio desse pessoal, já que das 05 empresas 04 são comandadas pela mesma família.

NELSINHO, pau nesses malandros, rompa o contrato e contrate empresas que realmente querem dar um serviço de boa qualidade para a nossa gente.
 
NELSON JARSON DE ARAUJO em 07/07/2011 01:07:41
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