Segurança cria plano para manter atendimentos no 190 e 193 mesmo com falhas
Normativa estabelece procedimento padrão para situação de instabilidade nos atendimentos de emergência
O Ciops (Centro Integrado de Operações de Segurança) publicou a Instrução Normativa que estabelece um procedimento operacional padrão para situações de interrupção ou instabilidade nos serviços telefônicos de emergência 190 e 193 em Campo Grande.
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O Ciops publicou instrução normativa que estabelece protocolo para casos de falha nos serviços telefônicos de emergência 190 e 193 em Campo Grande. Assinada pelo coronel Danilo Santos Moreira Leite, a medida define procedimentos para as forças de segurança integradas e padroniza rotinas operacionais. O plano foi aprovado pelo CIAS em março e é obrigatório para todo o efetivo do Ciops desde 16 de abril de 2025.
A medida foi assinada pelo diretor-geral do Ciops, coronel Danilo Santos Moreira Leite, e tem como objetivo garantir maior eficiência, rapidez e segurança jurídica no atendimento à população em casos de falhas nos canais telefônicos de emergência.
De acordo com o documento, o novo protocolo define procedimentos claros a serem seguidos pelas forças de segurança integradas que atuam no centro. A normativa também reforça a padronização das rotinas operacionais e busca melhorar o fluxo interno de processos, além de ampliar a transparência e evitar redundâncias.
A iniciativa está alinhada às diretrizes estratégicas da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública), especialmente no que diz respeito à “gestão do conhecimento e à preservação da integridade institucional”, previstas no Plano Estadual de Segurança Pública.
O plano de contingência foi aprovado pelo CIAS (Conselho de Integração das Ações de Segurança) em reunião realizada no dia 17 de março deste ano e passa a ser de cumprimento obrigatório para todo o efetivo em atuação no Ciops da Capital. A instrução normativa entrou em vigor na data de sua publicação, em 16 de abril de 2026.
A reportagem do Campo Grande News procurou a Sejusp para entender como funcionará o plano e quantas falhas foram registradas no atendimento de emergência no último ano e aguarda o retorno.


