A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

27/10/2014 10:06

Sem acordo, professores da Capital discutem greve na segunda-feira

Aline dos Santos
Professores fizeram protesto em frente à prefeitura no dia 14 de outubro. (Foto: Marcos Ermínio)Professores fizeram protesto em frente à prefeitura no dia 14 de outubro. (Foto: Marcos Ermínio)

Os professores da Reme (Rede Municipal de Ensino) discutem indicativo de greve na próxima segunda-feira, dia 3 de novembro. A assembleia que pode levar a paralisação da categoria será realizada a partir das 8h na ACP ( (Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública).

“Estamos passando nas escolas para conversar com os professores e cada escola trazer a sua posição. O sindicato não está solicitando aumento de salário, mas o cumprimento da lei de integralização do piso”, afirma o presidente do sindicato, Geraldo Alves Gonçalves.

A categoria cobra o reajuste de 8,46%, que vai elevar a remuneração por 20 horas ao piso nacional. De acordo com a ACP, a remuneração inicial vai passar de R$ 1.564 para R$ 1.697 (100% do piso nacional). Já quem está acima na estrutura de carreira terá o salário aumentado de R$ 2.347 para R$ 2.546.

Segundo Geraldo, não há nova reunião agendada com o prefeito Gilmar Olarte (PP). “Ele sabe que há necessidade, mas estamos pedindo agenda para oficializar”, afirma. À imprensa, Olarte disse que o reajuste deve vigorar até dezembro. Uma das alternativas cogitadas para solucionar o impasse sobre o reajuste salarial dos professores era a “venda” de parte das dívidas a receber do IPTU (Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana).

O reajuste para os professores terá impacto de R$ 3,3 milhões na folha de pagamento, ampliando o comprometimento da prefeitura com gastos de pessoal de 48,7% para 49,21%.

Contra o professor do ano – A relação de impasse entre a prefeitura e a ACP ganhou mais um foco de tensão na semana passada, com a publicação da Lei 5.396. A legislação institui o “Programa Municipal de Educação Professor do Ano”.

“É um acinte. É um absurdo. O diretor institui as normas e os alunos vão votar em dois professores de cada escola. É uma quebra de hieraquia”, afirma Geraldo. O prêmio para o eleito é uma pós-graduação, que já é obrigação do município.

“O professor está precisando de licença prêmio, integralização do piso, segurança no local do trabalho. Precisando de outras coisas, não um prêmio que vai dividir a escola entre bom professor e ruim professor”, diz.

Confundido com ladrão, homem causa acidente e acaba agredido
Flávio Guimarães Fernandes, 39 anos, foi confundido com ladrão e agredido por moradores após se envolver em acidente. O caso aconteceu na madrugada d...
Sesau e SES recolhem quase 10 toneladas de lixo no Jardim Noroeste
A ação de recolhimento de lixo realizada em casas e terrenos baldios no Jardim Noroeste - bairro localizado na regiões leste de Campo Grande - somou ...
Apae recebe doação de brinquedos da campanha Compartilhe o Natal
Foi iniciado nesta segunda-feira (11) a entrega de brinquedos arrecadados na campanha "Compartilhe o Natal", realizado pelo Ministério Público Estadu...


imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions