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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

03/07/2015 10:12

Sem receber horas extras, motoristas fazem protesto em secretaria

Flávia Lima
Motoristas mostram hollerites sem horas extras. (Foto:Fernando Antunes)Motoristas mostram hollerites sem horas extras. (Foto:Fernando Antunes)

Um grupo de aproximadamente 30 motoristas contratados, que prestam serviço para a SAS (Secretaria Municipal de Assistência Social), realizaram um protesto na manhã desta sexta-feira (3), na garagem do órgão devido ao corte das 60 horas extras trabalhadas mês passado. Eles chegaram a paralisar as atividades, mas decidiram voltar atrás após promessa de reunião com representantes do órgão, no final da tarde de hoje, para resolver a questão.

De acordo com o motorista Marcos Lucena, que atende a secretaria há sete anos, a categoria já havia sido avisada que a prefeitura não poderá pagar as horas a partir de julho, no entanto, eles alegam que os extras já não vieram no salário referente a junho. Pelo menos 90 motoristas atendem a SAS.

O salário bruto da categoria varia de R$ 800,00 a R$ 1 mil e as horas extras representam um acréscimo de R$ 584,00. Os motoristas também afirmam que, mesmo alegando crise, houve contratações na secretaria para a função.

"Em abril tivemos um corte de 40 horas nos extras e agora com esse aumento não poderemos arcar com nossos compromissos", diz Valmir dos Anjos, que trabalha na manutenção há quatro anos.

A secretária de Assistência Social, Janete Belini, informou que a denúncia dos motoristas não procede e que ela fez uma reunião com eles mês passado, explicando que será feito um escalonamento para o pagamento das horas extras. "Nós temos muita responsabilidade nessa administração. Sei o quanto é serio a questão salarial. Jamais o prefeito tomaria uma decisão dessas, sem aviso. Todas as horas trabalhadas serão pagas", garantiu.

No entanto, a secretária confirmou a impossibilidade de continuar pagando o benefício a partir do próximo mês. "Vivemos um momento de crise nacional, não é culpa da prefeitura", ressalta. Apesar do corte das horas, a secretária destacou que a administração está empenhada em reajustar o salário da categoria, para compensar a perda. "Antes da atual gestão o salário deles não chegava a R$ 800,00. Agora queremos melhorar para que realmente eles tenham um ganho real, até porque hora extra não representa segurança", diz.

Os novos valores ainda estão sendo definidos, mas Janete adianta que já devem ser pagos logo no início do semestre.

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