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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

28/04/2011 22:58

ACP contraria prefeito e diz que não haverá aulas amanhã

Paulo Fernandes

Apesar do prefeito Nelson Trad Filho ter afirmado que não admitirá prejuízos para as crianças e que as aulas acontecerão normalmente nesta sexta-feira, o ACP (Sindicato Campo-grandense dos Profissionais de Educação Pública) diz exatamente o contrário.

A assessoria de imprensa do sindicato afirma que não haverá aula nas escolas municipais amanhã.

Os professores estão em assembleia permanente. Nesta quinta-feira, não houve aulas em 60% das 94 escolas municipais. Em algumas, apenas parte dos professores lecionaram.

Ainda de acordo com a assessoria de imprensa do ACP, os professores aguardam a nova proposta de reajuste salarial que será feita pela Prefeitura, no próximo sábado, às 9 horas.

As negociações continuam. Nelsinho prometeu manter aberto o diálogo referente ao reajuste salarial dos professores que atuam na Reme (Rede Municipal de Ensino), mas avisou que o professor que faltar ao trabalho terá o ponto descontado.

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Isso é um completo absurdo! Mesmo o professor tendo garantido que vai apresentar uma nova proposta no sábado, os professores seguiram a recomendação do sindicato. Ou seja, diálogo pra que, se os professores querem é radicalizar? Professor tem o direito de receber bem, de ganhar bem, mas nem escutaram a nova proposta da prefeitura!!! Issoo é um absurdo, uma falta de respeito com nossas crianças e c om o compromisso de educar. Não havia necessidade de paralização hoje, isso é o fim da complacência do ser humano!!! Quem faltou tem que ter o ponto cortado!
 
Felipe Gonzaga em 29/04/2011 10:20:33
Na Coréia do Sul, os professores são conhecidos como construtores da nação. É hora de tratarmos os nossos com o mesmo respeito." (Barack Obama).
E então eu pergunto: e no Brasil?...
 
Maria Diniz em 29/04/2011 09:26:40
A não adesão de grande parte dos demais funcionários que não pararam o funcionamento de suas escolas, seguramente, se dá ao fato da grande pressão exercida, por meio das mídias e de telefonemas internos, pelo Prefeito e pela SEMED, àqueles que ao invés de ingressarem nesta profissão por meio de concurso de Provas e Títulos, adentrarem nela na condição de professores contratados, sendo estes mais suscetíveis do que àqueles ao assédio moral a que somos expostos em momentos de mobilização a favor de melhorias salarias, e como um ato de descontentamento com a maneira pela qual nossos políticos municípais e estaduais tratam a Educação. Práticas assistencialistas ( tais como entrega de kits escolares de péssima qualidade) são motivo de grande interesse desses políticos. Enquanto, quando da implementação de leis como a do Piso que podem, efetivamente, trazer melhorias ao processo de ensino-aprendizagem fica aquém do desejado, e no caso do nosso Estado, ainda sofre com o interesse contrário de nossos representantes políticos quando estes apresentam representações legais contra a lei. Ora, será que é difícil enxergar onde está o cerne de toda a problemática? O Estado representar contra uma lei que visa garantir a homogeneidade de salários e CONDIÇÕES de trabalho aos profissionais que compõem o sistema NACIONAL de Educação? Diga-se de passagem, uma lei que objetiva o pagamento de não menos que R$ 1.187,00 (outra piada) a profissionais da educação formados em nível médio e promover maiores condições de planejamento, estudo e sistematização dos conteúdos a serem repassados à sociedade! É um absurdo o que acontece nesse país, a maioria da população é diretamente afetada por tais decisões e, grande parte dela, não é capaz de analisar criticamente a situação. Pois é, o nosso Estado tá cumprindo perfeitamente a sua função: a da desinformação para que tais estruturas "coronelistas" continuem a se sustentar sob as vistas de cidadãos formados para não pensar! É sobre isso que estamos a reclamar! ACORDA BRASIL!
 
Juliana Danielly de Rezende Miguel em 29/04/2011 07:48:31
Os fatos não são exatamente desta forma. O prefeito não garantiu que fará uma nova proposta, ele disse que irá a ACP no sábado mostrar os números e falou à comissão de negociação que não criasse expectativas. Infelizmente nem tudo é divulgado da maneira que acontece. Enquanto a comunida estiver contra os professores, as melhoras na educação não avançam.
O que se espera de um profissional que recebe 3% de aumento - para outubro! (já aprovado pelos vereadores) em um salário que já não é bom, sem falar nas condições de trabalho.
Sou professora e trabalhei normalmente hoje. Aguardo a reunião de amanhã. E dessa vez nossa categoria está unida para dizer um NÃO à falta de respeito com a educação e os educadores.
 
Cristiane Gregorio em 29/04/2011 04:19:29
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