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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

18/01/2014 12:11

Solto, acusado de estupro e família ameaçam e vítima "desaparece"

Zana Zaidan

Após a liberação de Emanuel de Jesus Meireles, 23 anos, acusado de assaltar uma empresa e estuprar uma funcionária, a vítima optou por se esconder, temendo retaliações dele e da família do acusado. Na companhia da mãe, a jovem e a filha, de 3 anos, deixaram a casa onde moravam juntas. A Polícia alega que “não deu tempo” de emitir o mandado de prisão e o suspeito não pode ficar preso.

“Ela é quem está presa, se escondendo, enquanto ele, que é o bandido, está livre, solto”, indigna-se a proprietária da empresa onde o crime aconteceu. Na noite de ontem, ela foi à delegacia com a funcionária fazer o reconhecimento de Emanuel e, desde então, não conseguiu sair de casa ou abrir a empresa.

“Não estou nem saindo na rua, eles viram meu rosto, né? A família dele estava na delegacia ontem, e dizia que o irmão era inocente e que iriam me processar por estar fazendo a acusação. Tenho medo de que não só ele, mas outros parentes façam alguma coisa para nos calar”, acrescenta.

Fuga – A patroa da vítima teme que, uma vez solto, Emanuel nunca mais seja encontrado. “Ela fez o exame de corpo de delito e colheram material que pode comprovar o estupro. Também coletaram o dele, ou seja, ele sabe o que ele fez e que, quando sair o resultado, não vai mais ter como negar. Ele teve a oportunidade de escapar e nunca mais vai voltar”, acredita.

Após o episódio traumático, a mulher espera que seja feita justiça. “Se ele for preso a gente vai se sentir mais segura, mas, principalmente, justiçada, porque ele acabou com a vida da menina, ela esta horrorizada, e muito abalada psicologicamente”, conclui.

Caso – Por volta das 16 horas de ontem (16) a funcionária estava sozinha, na empresa na avenida Senhor do Bonfim, no bairro Novos Estados, em Campo Grande, quando foi surpreendida por Emanuel, que portava uma faca. O suspeito a teria levado ao banheiro e a estuprado. A ação durou menos de 10 minutos, e a vítima foi encontrada pela dona da empresa.

O acusado foi identificado e preso pela Polícia Militar na região do bairro Nova Lima. Ele foi encaminhado para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do centro da Capital.

A vítima foi até o local e reconheceu o suposto estuprador.

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Só no Brasil acontece isso ! Depois um pai, irmão ou marido faz justiça com as próprias mãos e aparece OAB, Direitos humanos e os "cambau". Por falar nisso, será que alguém dos direitos humanos foi lá conversar coma a vitima ?
 
Marcos Figueiredo em 18/01/2014 19:26:25
Lamentavelmente esta é a situação da legislação brasileira que está quase sempre acobertando bandidos!! Um dos grandes problemas é a demora em examinar coletado para comprovar ou não a veracidade dos fatos. Na maioria das vezes esses meliantes sabem que ficarão impunes. Até quando isto continuará assim?
 
Jose Vicente Avalhas Marques em 18/01/2014 17:55:44
VIVA A IMPUNIDADE.
 
João Lasaro Martins Fernandes em 18/01/2014 17:19:47
NOVIDADE SABE QDO AS AUTORIDADES VAO TOMAR A FRENTE QDO ALGUEM Q ELES AMAM ...VIVER ESSA SITUAÇÃO AI VAO QUEER FAZER PROTESTO... NESSE EU NÃO VOU
 
VERA ALENCAR em 18/01/2014 16:40:40
Para a vítima e patroa da mesma já adiando que no "brasil" não existe justiça! Começa com a identificação do criminoso(isso já daria prisão preventiva!), depois nunca que ele(criminoso) pegará uma pena maior de 10 anos(vai "brasil") e destes 10 anos cumprira 1/6 da pena saindo com 1,8 meses no máximo(isso é "brasil")! Será que o ocorrido se paga com um ano e oito meses de cadeia? Passado este tempo a vítima se esquecerá do trauma? As leis não ficam mais pesadas pois os primeiros a irem para as cadeias seriam os políticos! Tenho vergonha de ser brasileiro!
 
Alexandre de Souza em 18/01/2014 16:34:33
Resumindo... Delegado preguiçoso que não autuou em crime continuado, pois não tinha se passado tb 24 horas e nem ido pedir ao juiz plantonista a preventiva. Preguiça pura ou má vontade de trabalhar.
 
Marcelo I. Moraes em 18/01/2014 15:27:32
Uma outra reportagem explana com mais destalhes os fatos no

http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/2014/01/em-ms-rapaz-e-suspeito-de-estuprar-jovem-e-roubar-dinheiro-de-loja.html.

Pelo visto o rapaz foi liberado porque a PM não flagrou o crime ( mas sim apresentou um suspeito), nem apresentou as provas. Ao que parece, o crime aconteceu no dia anterior e a vítima já tinha registrado ocorrência nesse data, dizendo que não tinha condições de reconhecer o suspeito. Mas depois voltou atrás, na data da "prisão" dizendo que o rapaz que era apresentado pela PM seria o autor. Parece também que testemunhas foram ouvidas e afirmaram que o autor em seu local de trabalho no momento do crime. Preocupa-me a PM querendo prender sem provas e com base em versões contraditórias.....
 
Renato Saraiva em 18/01/2014 14:49:18
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