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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

26/04/2011 17:45

TJ/MS solta mulher que fugiu e mentiu após acidente com morte

Nadyenka Castro

Ela teve liberdade negada em primeiro grau

Por determinação do TJ/MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), já está em liberdade a gerente contábil Cristiane Ferreira Dias, 31 anos, que na noite do dia 10 deste mês matou Kellys Cristina da Conceição Barbosa, 40 anos, em um acidente de trânsito no cruzamento da avenida Ernesto Geisel com rua Antônio Maria Coelho, em Campo Grande.

Ela foi presa em flagrante pelo por falsa comunicação de crime, homicídio culposo qualificado pela omissão de socorro e lesão corporal dolosa, após envolver-se no acidente e depois mentir à Polícia Civil que seu veículo Tucson havia sido furtado.

A defesa dela protocolou pedido de liberdade e o juiz Aluízio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, negou a solicitação. O magistrado levou em consideração o fato dela já ter se envolvido em crimes e também porque mentiu à Polícia.

Diante da negativa em primeiro grau, a defesa de Cristiane impetrou hábeas corpus no TJ/MS e no dia 15 o desembargador- relator do pedido, Claudionor Miguel Abss Duarte, determinou a expedição “com urgência, o competente alvará de soltura”.

O caso- Cristiane conduzia o Tucson e colidiu com a motocicleta Fazer pilotada por Eva Vilalva, 40 anos, a qual ficou ferida.

A passageira da moto morreu no local e Eva foi levada para Santa Casa. O estado dela não era grave.

Após a colisão, Cristiane deixou o carro no bairro Mata do Jacinto e foi até a Depac/Centro. Ela declarou aos policiais que estacionou o veículo na rua Antônio Maria Coelho, Vila Planalto, e foi até uma conveniência. Ao retornar, 15 minutos depois, o Tucson não estava mais lá.

A PM (Polícia Militar) encontrou o automóvel abandonado na Mata do Jacinto. O veículo foi levado para a Depac/Centro onde Cristiane foi novamente ouvida. Ela então confessou que havia mentido e foi presa em flagrante.

Em agosto de 2007, após um acidente de trânsito, Cristiane foi autuada em flagrante por dirigir embriagada.



Quem irá julgar os membros do judiciario? e o patrimonio nao condizente com a renda desses juizes? o que significa? quem pode explicar?
 
Gilson Almeida em 28/04/2011 08:44:06
Justiça no Brasil??? Q vergonha!!! Tj que vergonha!!!
 
Adriano Lima em 27/04/2011 09:56:24
PELO AMOR DE DEUS ( MIL VEZES )

ALGUM MAGISTRADO PODERIA ME EXPLICAR COMO ESSA SENHORA PODE SER LIBERADA MESMO INFLINGINDO VÁRIOS ARTIGOS DE LEI, COMFORME ABAIXO:

Art. 302 - Praticar homicídio culposo na direção de veículo automotor:

Penas - detenção, de dois a quatro anos, e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.

Parágrafo único - No homicídio culposo cometido na direção de veículo automotor, a pena é aumentada de um terço à metade, se o agente:

I - não possuir Permissão para Dirigir ou Carteira de Habilitação;

II - praticá-lo em faixa de pedestres ou na calçada;

III - deixar de prestar socorro, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à vítima do acidente;

IV - no exercício de sua profissão ou atividade, estiver conduzindo veículo de transporte de passageiros.




Art. 304 - Deixar o condutor do veículo, na ocasião do acidente, de prestar imediato socorro à vítima, ou, não podendo fazê-lo diretamente, por justa causa, deixar de solicitar auxílio da autoridade pública:

Penas - detenção, de seis meses a um ano, ou multa, se o fato não constituir elemento de crime mais grave.

Parágrafo único - Incide nas penas previstas neste artigo o condutor do veículo, ainda que a sua omissão seja suprida por terceiros ou que se trate de vítima com morte instantânea ou com ferimentos leves.



Art. 135 - Deixar de prestar assistência, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à criança abandonada ou extraviada, ou à pessoa inválida ou ferida, ao desamparo ou em grave e iminente perigo; ou não pedir, nesses casos, o socorro da autoridade pública:

Pena - detenção, de um a seis meses, ou multa.

Parágrafo único - A pena é aumentada de metade, se da omissão resulta lesão corporal de natureza grave, e triplicada, se resulta a morte.
Maus-tratos

ENTRE VARIOS OUTROS


SENHORES MAGISTRADOS, SOU ACADEMICO DO ULTIMO PERIODO DE DIREITO DE UMA GRANDE E CONCEITUADA INSTITUIÇÃO DE ENSINO JURÍDICO DA UNIÃO, E TENHO MEDO DE ESTAR APRENDENDO TUDO ERRADO, POIS LÁ ESTOU VENDO QUE ISSO É UMA AÇÃO ILICITA E POSSÍVEL DE PENA


GOSTARIA MUITO DE TER UMA RESPOSTA,

OBRIGADA, E A CLASSE ACADEMICA DE DIREITO AGRADECERÁ



NEY SALVIANO
 
zildeneis Salviano em 27/04/2011 08:21:02
NAO SEI QUEM É MAIS HOMICIDA, ESSA SENHORA OU O TJ/MS? QUE VERGONHA!
 
JOSE CARLOS em 27/04/2011 07:30:42
Assim fica difícil. A polícia faz o melhor possível. Para suprir deficiências, trabalha muitas vezes utilizando-se de recursos dos próprios policias. Cumpre seu papel constitucional. Como pôde esse magistrado ter mandado soltar essa marginal? Espero que o Ministério Público e o tal "Movimento dos Direitos Humanos" não se calem frente a tamanha afronta à nossa sociedade.
 
Fernando. Silva. em 26/04/2011 08:03:14
Esse magistrado Claudionor é aquele investigado pelo CNJ.
 
Jôni Coutinho em 26/04/2011 06:43:20
Aquela estatueta que simboliza a justiça(mulher segurando a balança e com os olhos vendados),tem tudo à haver com certas decisões por parte do judiciário. é inacreditável , pois esta senhora atropelou,não socorreu,forjou crime e é reencidente em dirigir embriagada.foi solta,a vida que ela tirou,pra ela e pro TJMS não vale nada.E se por ventura fosse o inverso,um pobre em seu veículo,embriagado e tivesse fugido do local sem prestar socorro,após atropelar e matar um juiz de direito,um desembargador,um deputado ou alguém de posses de nossa cidade.Coitado certamente estaria na máxima,só esperando a condenação.como dizem,como deve ser a justiça é cega,o povo não.
 
nilson franco de oliveira em 26/04/2011 06:27:46
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