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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

25/07/2014 11:34

TJ recua e manda mulher de traficante deixar Capital e voltar ao presídio

Francisco Júnior
Danúbia está há uma semana em MS. Danúbia está há uma semana em MS.

Danúbia de Souza Rangel, mulher do traficante Antonio Francisco Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha, que cumpre prisão domiciliar em Campo Grande, vai ter que voltar a cumprir pena no Complexo de Bangu, no Rio de Janeiro. Desembargadores da 7ª Câmara Criminal foram contrários à decisão do desembargador Siro Darlan, que concedeu prisão domiciliar à mulher.

De acordo com o jornal Extra, Danúbia já estava há uma semana na Capital cumprindo a pena.

Segundo o Extra, conforme o despacho, da última terça-feira, a desembargadora Maria Angélica Guerra Guedes e a maioria dos colegas opinaram para “determinar a volta da paciente ao estado de prisão anterior”. O habeas corpus em questão é relativo a acusação de Danúbia por tráfico de drogas, num processo da 35ª Vara Criminal. O inquérito foi instaurado durante a Operação Paz Armada, favela da Rocinha, em julho do ano passado.

Na decisão de Siro Darlan concedendo a prisão domiciliar, no último dia 2, o desembargador alegou que não existem indícios de que, em liberdade, Danúbia colocaria em risco a ordem pública ou a aplicação da lei. O desembargador explicou ainda que a loira tem uma filha de 4 anos que, segundo avaliação médica e psiquiátrica, vem sofrendo inúmeros transtornos desde a prisão da mãe. A criança estaria abalada emocionalmente e estaria impedida de frequentar as aulas na escola.

O Ministério Público entrou com um mandado de segurança tentando reverter ainda a prisão domiciliar da mulher no processo referente às investigações da Operação Maioridade.

Os juízes Rudi Baldi Loewenkron, da 35ª Vara Criminal, e Renata Gil de Alcanta Videira, da 40ª Vara Criminal chegaram a enviar ofício para Darlan alegando a falta de monitoramento eletrônico.

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PARABÉNS PELA DECISÃO.
Mas não dá pra acreditar em aceitação de uma decisão anterior como a do Desembargador Siro Darlan , em que pese tenha descrito a motivação de sua decisão.
A sociedade deve permanecer alerta, e acreditar que algumas decisões que prejudiquem a sociedade como um todo, não podem deixar de ser devidamente acompanhadas e duramente criticadas até que se tenha restabelecido o direito que cabe à maioria honesta, venha de quem vier.
obs:
Não foi esse mesmo Desembargador que concedeu habeas corpus aos pseudo ativistas que articulavam protestos violentos com bombas e depredação?
 
Adriano Magalhães em 25/07/2014 18:00:59
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