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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

11/06/2013 15:40

Trabalhadores paralisam obras na UFMS por falta de pagamento

Viviane Oliveira e Francisco Júnior

Cerca de 40 funcionários que estão trabalhando nas obras da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Campo Grande, paralisaram as atividades por falta de pagamento da construtora Eugênio Ribeiro, empresa que presta serviço para a instituição.

De acordo com os trabalhadores, que não quiseram se identificar, eles vão aderir a greve da Construção Civil porque estão há 10 dias com salários atrasados e com tickets de refeição no valor de R$ 252 suspensos.

O grupo parou ontem e pretende ficar sem trabalhar até a próxima-quinta (13), quando o responsável pela empresa prometeu depositar o salário atrasado.

Conforme a assessoria de imprensa da UFMS, o repasse da verba já foi feito para a empresa.

O presidente do Sintracom (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil e do Mobiliário de Campo Grande, José abelha Neto, está acompanhando de perto as reivindicações dos funcionários.

A reportagem entrou em contanto com a Construtora Eugênio Ribeiro, mas foi informada que o responsável está viajando e só retorna amanhã.

Greve da Construção Civil - A categoria, que já está em greve há cinco dias, reivindica reajuste do salário e melhores condições de trabalho. Segundo os operários, não há auxilio alimentação, nem equipamentos e material para executar as obras.

Para os auxiliares de serviços gerais, os patrões ofereceram piso salarial de R$ 680,00. Enquanto que os operários almejam R$ 770,00. Aos auxiliares de escritório o piso está em R$ 680,00 e a classe quer aumento para R$ 880,00.

Serventes e vigias receberam a proposta de R$ 719,00 contra os R$ 880,00 pedidos pela classe. Meio Oficial R$ 802,00 contra R$ 1.035,00. Oficial R$ 992,89 contra R$ 1.190,00. Apontador, R$ 980,00 contra R$ 1.190,00. Motorista, R$ 992,00 contra R$ 1.190,00. Aos Mestres de obras foi proposto R$ 1.500,00 contra os R$ 1.860,00 que eles reivindicam.

Segundo o presidente do Sintracom, a greve continua e deve permanecer até a negociação. Amanhã às 9h terá uma reuinão no Ministério do Trabalho e Emprego com a categoria.



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