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Capital

Tribunal liberta guarda municipal acusado de matar Paulo Magalhães

Graziela Rezende | 08/01/2014 13:50

O vice-presidente do TJ/MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), desembargador João Batista da Costa Marques, em exercício no plantão do Ano Novo, concedeu liminar de soltura para o guarda municipal José Moreira Freires, 40 anos, no dia 30 de dezembro de 2013.

Segundo o advogado do acusado, Renê Siufi, o mérito do Habeas Corpus ainda não foi julgado e está sem data prevista. Apontado como ajudante na execução, Antônio Benites Cristaldo, 37 anos, continua preso.

“Nós fizemos um novo pedido ressaltando que vários documentos no processo não poderiam ser solicitados ao final do inquérito, como uma escuta telefônica do meu cliente, além da marcação das audiências que terminariam em dezembro e foram previstas para fevereiro”, afirma o advogado.

Com emprego e residência fixa, além de não possuir antecedentes criminais, a Justiça acatou o pedido e Freires obteve o alvará de soltura. Ele, bem como o comparsa foram presos há 4 meses, apontados como autores do assassinato. Os “mandantes” continuam impunes.

Inquérito - A elucidação do caso ainda envolve policiais da DEH (Delegacia Especializada em Repressão a Homicídios), 1ª Delegacia de Polícia e o Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros).

No dia 21 de novembro, na 1ª audiência, 20 das 52 testemunhas convocadas foram ouvidas. Mais outras duas ocorreram e o caso agora conta com o apoio do Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado). O reforço é por conta da suspeita de mais quatro pessoas envolvidas no homicídio e a suposta ligação com o crime organizado ou o jogo do bicho.

À queima roupa – No dia do crime, por volta das 17h40, Paulo aguardava na fila para buscar a filha na escola, a duas quadras da sua casa, na rua Alagoas, bairro Jardim dos Estados. Chovia e ele estava dentro do seu carro, quando o bandido chegou a porta e atirou ao menos seis vezes.

As balas quebraram o vidro do jipe do delegado e acertaram o tórax e a cabeça de Paulo Magalhães. Uma das balas entrou pelo pescoço e saiu pelo crânio, matando a vitima instantaneamente.

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