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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

29/09/2012 11:20

Um mês após assassinato de estudantes, ato colhe assinaturas

Viviane Oliveira
Rubens mostra a foto do filho, Breno, colada na geladeira. Rubens mostra a foto do filho, Breno, colada na geladeira.

"O silêncio da casa é o que mais dói". "Um dia eu amanheço chorando, outro dia é minha esposa. As frases são de Rubens Silvestrini, pai de Breno, 18 anos, e de Paulo Fernandes, pai de Leonardo, 19 anos, assassinados no dia 30 de agosto.

No domingo que completa um mês da morte dos jovens, eles escolheram continuar o movimento pela paz e convidam toda a população para participar do movimento para que os crimes violentos não caiam no esquecimento.

As famílias dos universitários realizam um movimento para coleta de assinaturas para o fim da impunidade. A concentração será nos altos da avenida Afonso Pena às 9 horas, em Campo Grande.

Será montada uma tenda, na altura da Cidade do Natal, para colher o maior de número de assinaturas para a campanha pelo fim da impunidade da UDVV (União em Defesa das Vítimas de Violência).

Além disso, o movimento Fim da Impunidade da UDVV quer evitar que mais pessoas, qualquer seja a idade, sejam vítimas de crimes hediondos que poderiam ser evitados com uma legislação menos branda e que reprimisse com maior eficiência a criminalidade.

Para Paulo, o objetivo é fazer pressão junto com a sociedade e principalmente com aquelas que tiveram parentes brutalmente assassinados. "O Brasil precisa mudar. É muito díficil conviver com essa dor. Agora o mínimo que eu posso fazer pelo meu filho é lutar para dimuir a impunidade no nosso país", destaca.

Inconformados com a morte dos filhos, os pais passaram a participar de eventos contra violência. Além de palestras, eles já ocuparam a tribuna da Assembleia Legislativa para falarem aos deputados sobre a dor de perder um filho e participaram de um debate na OAB (Ordem dos Advogdos do Brasil) sobre segurança pública.

Rubens desabafa dizendo que o filho saiu de carne e osso e não voltou mais. Hoje atráves das fotográfias ele tem um filho de papel. No fundo da casa, o pai mostra com triteza no olhar o jipe que faria trilha no pantanal junto com Breno. "Ele era o meu companheiro", finaliza.



senhor Rubens. nosso trabalho foi feito estamos junto com o senhor nesta dor a policia fez tudo para agir rápido e preender os Responsável agora cabe a esfera judiciaria tornar suas providencia pode ter certeza que o que for do nosso alca-se estamos pronto a lhe atender

que deus conforte estas duas famílias nesta dor
 
maria campos mendes em 30/09/2012 09:06:39
Eu posso imaginar a tristeza e dor desses pais , eu que não os conhecia, não esqueço dessa tragédia, toda vez que passo perto de onde eles foram apanhados, fico pensando como foi triste para eles....se não tem uma maneira de fazer o tempo voltar....pra fazer diferente....só espero que eles estejam bem perto de Deus e num mundo melhor. Só espero que os bandidos tenham o que merecem..E terão..
 
louise Vieira em 29/09/2012 23:04:58
Estamos juntos Sr Rubens! A morte dos garotos não será em vão. Vamos lutar para que nosso país tenha leis rigorosas para esse tipo de crime bárbaro. Toda vez que lembro desse caso um sentimento de raiva, revolta e indignação me sobe à cabeça.
 
Paula Lutero em 29/09/2012 07:02:25
E não adianta mais aquela velha e inútil frase: "Enquanto não acontecer com filho de político as coisas não vão mudar", por que essas coisas não acontecem com filhos de políticos, que normalmente estudam fora, tem segurança, e a lei pune severamente quem tenta contra um poderoso neste país onde a infamidade reina!!
Estou indo agora procurar a tenda do movimento e assinar meu nome!!!
 
Wellington Sampaio em 29/09/2012 02:44:29
Parabéns por mais esta iniciativa. Vamos participar para não deixar impune estes bandidos e por uma legislação mais austera.
 
Samuel Aguiar em 29/09/2012 01:26:47
Chega de tanta impunidade,. Áte quando as familia vai viver chorando a falta do seus filhos. Tá na hora dos nossos deputados federais e senadores cumprir com suas promessas de representa a sociedade, comforme eles prometem quando estão em campanha. O lugar deles é em Brasilia legislando, não fazendo campanha municipal.Vamos votar um novo código penal que esse tá caduco.
 
luiz fernando alves da silva em 29/09/2012 01:08:44
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