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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

07/01/2009 07:21

Chuva volta a causar estragos no macro-anel

Redação

Tubos e manilhas que ficavam abaixo de uma das ponte do macro-anel rodoviário, na saída para Cuiabá, em Campo Grande, foram levados pela chuva do fim de semana.

No local, o risco de desmoronamento de parte da pista e aparente, apesar da rodovia ter passado por obra em 2007, quando uma cratera se abriu na estrada, que liga as BRs 163 e 262.

A base da obra deverá ser reconstruída, no entanto, o valor a ser empenhado ainda não foi apurado pelo Dnit (Departamento Nacional de Infra-estrutura em Transporte).

O diretor-presidente do órgão, Marcelo Miranda, explica que durante o período de chuva será adotada uma solução temporária.

"Vamos repor o lugar até a chuva passar, para depois fazer um trabalho mais sustentável", destaca. Embora o problema tenha ocorrido há exatos dois anos da formação da cratera, Miranda não admite a ineficácia da obra.

O diretor ressalta que não houve desgaste na obra da ponte e no aterro da estrada. "Foi um desastre ecológico, causado pelo rompimento de uma barragem", justifica.

Miranda afirma que barragem foi construída pela administração municipal. Ele destaca que quando ocorreu o problema em 2007 foram rompidos tubos grandes, arrebentados pela água da rodovia e dos bairros da região.

Após análise no local, técnicos apontaram a necessidade de ampliar a vazão no local e, por este motivo, a ponte foi construída no mesmo ano. Entretanto, com a chuva do fim de semana a represa se rompeu.

Ele destaca que a pista de rolamento foi construída para que água passasse embaixo. Já o fundo do riacho, que deveria ter sido feito com concreto, foi compactado com sacos de terra e cimento.

Como o material não suportou o volume de água, a barragem se rompeu e levou parte da tubulação. Miranda diz não ter levantado o valor que deverá ser empenhado na obra, contudo, assegura que será bastante inferior ao montante usado na recuperação da rodovia.

"Vai ter que reconstruir apenas a base, que é a parte mais barata da obra. Não será um investimento grande", conclui.

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