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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

28/01/2013 18:34

Com 15 mil notificações, total de casos confirmados de dengue é incógnita

Nícholas Vasconcelos
Para Ministério, prioridade é tratamento e não confirmação laboratorial da dengue. (Foto: Rodrigo Pazinato)Para Ministério, prioridade é tratamento e não confirmação laboratorial da dengue. (Foto: Rodrigo Pazinato)

Enquanto Campo Grande enfrenta uma epidemia com 15 mil notificações de dengue, ainda não há informações oficiais sobre o número de casos confirmados da doença por meio de exames.

O último relatório das confirmações laboratoriais divulgado pela Prefeitura é do dia 21 deste mês, quando o Diário Oficial do Município indicou 71 confirmações. Naquele dia, a publicação trouxe o relatório que levou ao decreto de situação de emergência e a Capital registrava 7.697 notificações, metade das registradas hoje.

A explicação pela falta de informações vem de orientação do Ministério da Saúde, que tem um protocolo que determina o tratamento como prioridade sobre a confirmação.

“Se a pessoa tem a confirmação clínica, apresenta os sintomas, estamos em meio a uma epidemia e ela mora no bairro que tem epidemia, já começamos o tratamento independente do resultado do exame”, disse a diretora de Vigilância e Saúde do Estado, Bernadete Lewandonwski.

A especialista explicou que durante a epidemia é apenas os casos de óbito passam obrigatoriamente por exames, para saber se as pessoas morreram “com dengue” ou “de dengue”, se ela apenas tinha a doença transmitida pelo Aedes aegypti ou se foi a dengue foi causadora da morte.

Também é feito somente por amostragem o chamado isolamento viral, que serve para identificar se a dengue é tipo 1, 2, 3 ou 4. Atualmente, o tipo 4 é a grande preocupação das autoridades em Saúde e, segundo a Secretaria de Estado de Saúde, já foi registrado em 4 pessoas, na Capital e em Anastácio.

 

Notificação de dengue é feita a partir dos primeiros sintomas da dengue, diz especialista. (Foto: Luciano Muta)Notificação de dengue é feita a partir dos primeiros sintomas da dengue, diz especialista. (Foto: Luciano Muta)

Além da chamada planilha simplificada, há o método do Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificações), onde o paciente chega ao consultório, passa por exames e o acompanhamento é feito de maneira mais detalhada até o encerramento do caso.

“Mas esse levantamento é apenas para levantamento epidemiológico, não clínico porque o paciente já esta em tratamento”, explicou Bernadete.

Mato Grosso do Sul continua com 4 casos investigados de dengue, de duas moradoras de Campo Grande, um de Sidrolândia e um jovem de Aquidauana.

Na sexta-feira (25), um adolescente de 15 anos morador de Nova Andradina morreu com suspeita da doença em Dourados, mas a Secretaria estadual ainda não foi notificada oficialmente.

Dois casos já foram confirmados pela direção do HR (Hospital Regional), mas ainda aguardam resultados do Lacen (Laboratório Central de Mato Grosso do Sul). Em alguns casos, as amostras são recolhidas e enviadas para laboratórios de fora do Estado, como o Instituo Adolfo Lutz, em São Paulo (SP).

A expectativa é de que até o fim dessa semana comecem a chegar as confirmações das causas das mortes.



...nunca vi tanta bobeira escrita junta num lugar só...valeria a pena um pequeno estudo antes de sair falando o que não sabe...assim só confunde mais a cabeça da população!!! E em vez de colaborar conscientizando a população sobre o que fazer para colaborar com a prevenção e controle, ou alertar sobre os sintomas e sinais de gravidade, fica lançando essas matérias sem sentido!!
 
Neusa Ramos Coelho em 29/01/2013 10:08:17
BOM VAMOS LÁ
O CARA CHEGA NO POSTO DE SAUDE, COM DIARREIA,
É DENGUE.
O CARA CHEGA NO POSTO DE SAUDE COM FEBRE,
É DENGUE.
O CARA CHEGA NO POSTO COM DOR,
É DENGUE.
O CARA CHEGA NO POSTO DE SAUDE COM FRATURA NA MÃO,
É DENGUE,
O CARA CHEGA NO POSTO DE SAUDE COM UM CORTE E SANGRANDO,
É DENGUE HEMORRAGICA.
RESUMO TUDO É DENGUE
 
JULIO JUNIOR em 28/01/2013 23:06:25
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