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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

30/11/2009 07:36

Defesa pede liberdade a suspeito em morte de Ratinho

Redação

Advogados de defesa do eletricista Afonso Ferreira, acusado de participação na morte do ex-vereador e radialista Flávio Roberto Godoy, o Ratinho. conhecido como Ratinho, entraram com pedido de liberdade na última sexta-feira.

Ele foi preso no dia 18 de novembro pela segunda vez por suposta participação no assassinato, apesar de negar qualquer ligação com o crime. A defesa reclama da prisão, que teria como base o depoimento de uma testemunha anônima, que diz ter visto Afonso ajudando na fuga dos pistoleiros que mataram Ratinho.

O suspeito nega e ao ser apresentado retrato falado do assassino, ele diz que nunca viu tal pessoa.

Ao contrário do que foi noticiado na semana passada, na data de apresentação do suspeito, Afonso não emitiu qualquer comentário sobre a morte e também não apontou pistoleiros como responsáveis pelo assassinato.

Segundo os advogados, ele não teve nenhum envolvimento, por isso nem teria como indicar supostos comparsas. A defesa critica a Polícia, dizendo que o eletricista só foi preso porque as investigações não conseguiram chegar aos verdadeiros culpados.

Afonso está preso no interior, mas a família pede para que não seja divulgado em que município está porque ele corre risco de morte.

Caso não seja deferida liminar pela liberação, os advogados devem solicitar a transferência dele para Campo Grande, por questão de segurança.

Ainda conforme a defesa, quando foi preso, Afonso trabalhava há 6 meses em uma oficina, na Capital.

No ano passado, chegou a ficar no Presídio Federal de Campo Grande, depois de ser preso pela primeira vez acusado de participação no assassinato.

Em Guia Lopes da Laguna, onde corre o inquérito, a Polícia ainda procura Flávio Santana Franco, o Flavinho, suspeito de ser o mandante do assassinato de Ratinho. Ele teria contratado o crime para proteger a vereadora Marly Rojas (PMDB), esposa do prefeito de Bella Vista do Norte, no Paraguai, Júlio Rojas.

Ele e o acusado de crime de pistolagem, Marcos Ferreira Cuevas, o Marquinhos Cuevas, vão ser caçados por policiais brasileiros e pela Polícia Nacional do Paraguai em Bella Vista e Pedro Juan Caballero. Até a Interpol será acionada para buscar os acusados pelo crime.

Flavinho e Cuevas também estão envolvidos no assassinado do comerciante de Porto Murtinho, William Ali Tehfi

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