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Campo Grande, Terça-feira, 21 de Novembro de 2017

14/11/2017 12:30

Defesa prepara pedido de liberdade de 2 presos pela PF nesta manhã

Investigados tem ligação com Instituto Ícone, de André Puccinelli Júnior que também foi preso na operação

Guilherme Henri e Marta Ferreira
Viaturas da PF e Receita Federal durante ação na casa de Jodascil , que fica no Dahma II (Foto: Direto das Ruas)Viaturas da PF e Receita Federal durante ação na casa de Jodascil , que fica no Dahma II (Foto: Direto das Ruas)

O advogado André Borges afirma que pedirá ainda hoje (14) a revogação da prisão de Jodascil Gonçalves Lopes e João Paulo Calves. Os dois foram presos nesta manhã durante a 5ª fase da operação Lama Asfáltica, chamada de Papiros de Lama.

Na ação o ex-governador do Estado André Puccinelli e o filho dele, o advogado André Puccinelli Junior foram presos preventivamente. Segundo a PF, o ex-chefe do executivo estadual tinha “papel central” na organização investigada.

O defensor ainda disse que os clientes dele prestar qualquer esclarecer a PF se tivessem sido convidados. “Prisão desnecessária”, considera.

Além das prisões, a Justiça decretou seis mandados de condução coercitiva. A reportagem conseguiu os nomes de quatro pessoas que foram levadas para depor na sede da PF (Polícia Federal) nesta 5ª fase da Lama Asfáltica, batizada de Papiros de Lama: André Luiz Cance, João Maurício Cance, João Baird e João Alberto Krampe Amorim dos Santos.

Operação – Policiais federais chegaram por volta das 6h à casa do ex-chefe do Executivo estadual. Simultaneamente equipes cumpriam mandados na casa e escritório de André Puccinelli Junior, no condomínio Dahma II onde mora Jodascil e em outros endereços dos demais investigados.

Conforme a PF, a operação tem como alvo uma organização criminosa que teria causado R$ 235 milhões em prejuízos aos cofres públicos.

Ainda segundo a Polícia Federal, 24 mandados de busca e apreensão, além do sequestro no valor de R$ 160 milhões das contas bancárias de pessoas físicas e empresas investigadas também foram autorizados pela Justiça.

As medidas estão sendo cumpridas em Campo Grande, Nioaque, Aquidauana e São Paulo (SP), com a participação de mais de 300 policiais federais, servidores da CGU (Controladoria Geral da União) e servidores da Receita Federal.



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