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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

26/05/2011 18:03

Fala de André provoca polêmica em evento sobre terras indígena

Marta Ferreira
A corregedora de Justiça Eliana Calmon conversa com o governador André Puccinelli durante evento. (Foto: divulgação)A corregedora de Justiça Eliana Calmon conversa com o governador André Puccinelli durante evento. (Foto: divulgação)

O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) veio a Mato Grosso do Sul para discutir uma solução para problema histórico no Estado, as disputas entre índios e fazendeiros por terra. A ideia era fomentar a conciliação em torno de uma alternativa que possa por fim a décadas de disputas. Mas o que marcou o primeiro dia dos debates, que vão até amanhã, foram declarações polêmicas do governador André Puccinelli (PMDB).

A mais comentada foi a proposta de que sejam usadas terras tomadas de traficantes e do Revendo Moon, além de áreas compradas em torno das aldeias, com investimento do governo e de fazendeiros, para assentamento dos índios que reivindicam terras.

Ao comentar o recebimento de propostas do governo do Estado com propostas para a questão, a corregedora do CNJ Eliana Calmon de Sá, foi categórica: “A visão do governador é uma visão, mas não é absolutamente a solução. Se fosse já estaria resolvido. Se o governador do estado tivesse uma solução que fosse uma solução adequada, nós não precisaríamos estar aqui”, declarou.

Puccinelli também usou sua fala para criticar a ação da Funai (Fundação Nacional do Índio) no Estado, dizendo que o órgão pouco faz nas aldeias.

Dirigindo-se ao presidente do órgão, Márcio Meira, acusou-o de descumprir um acordo em relação aos levantamentos para demarcação de terras indígenas, prevendo, por exemplo, que fossem indicados técnicos do governo do Estado para acompanhar os trabalhos e que os fazendeiros fossem notificados antes da entrada das equipes. Chegou a haver decisão judicial neste sentido, que acabou caindo.

Tensão-O governador afirmou, ainda, que, da parte dele, só tem apoio os indígenas que não são “bagunceiros”, conforme definiu.

Nesse trecho, elencou as ações do governo estadual para os indígenas, como o uso de máquinas do Estado para patrolamento nas aldeias, a bolsa-universitária indígena e a distribuição de cestas básicas.

“Eu não aceito invasão nem fechamento de estradas”, afirmou, em alusão a ações que tem sido usadas frequentemente como forma de pressionar pela demarcação de terras já identificadas como pertencentes às nações indígenas.

Momento tenso- André chegou a ser chamado de mentiroso durante sua fala, por um índio presente, ao afirmar que a aldeia Panambi, que antes era ocupada por colonos instalados no local no governo Getúlio Vargas, tenha virado uma “quiçaça”.

O governador devolveu a afirmação. “Mentiroso é o senhor”, disse ao indígena.

A fala de Puccinelli, a última entre as autoridades que discursaram no evento, provocou críticas negativas.

O subprocurador da República Eugênio Aragão, que participou da mesa de debates, discursou após o governador deixar o local e considerou que as ideias manifestadas pelo governador não contribuem para a tentativa de encontrar uma solução ao problema. Aragão comentou que existem propostas defendendo que os fazendeiros com titulação legal de suas áreas identificadas como terra indígena e que encontrar um denominador comum seria o caminho ideal para cessar as disputas que já provocam até mortes.

“Eu entendo que a proposta do governador significaria redução das terras a serem demarcadas, além de ir de encontro ao que prevê a Constituição”, completou o procurador da República em Mato Grosso do Sul Emerson Kalife Siqueira.

Os representantes do CNJ continuam em Dourados e amanhã fazem uma inspeção nas aldeias da região, onde vive a maior população indígena urbana do Estado.

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Proteção aos índios????? Vcs não sabem nem da metade da história. São todos amparados pela previdencia social. Não precisam contribuir como os demais trabalhadores. São segurados por serem indigenas. Salario maternidade, auxilio doença, aposentadoria, pensão, auxilio - reclusão..... Moram na cidade, não fazem P..! nenhuma e a merda da FUNAI fala que indio aldeado. Chega de bancar com dinheiro nosso essa gente ( Falo essa gente pq eles querem continuar sendo diferentes, continuar sendo tratados diferentes...). Querem terra? Querem mato? Querem caçar e pescar mesmo? Vão tudo pra Amazônia....lá tem terra sobrando. Mas oferece pra eles pra ver.... Indios, aqui tem gente que trabalha, que produz, que paga impostos pra sustentar vcs e o todo o Brasil!
KERMAN
 
KERMAN SANTOS em 29/11/2013 19:40:59
Senhor Adélia,
Bando de oportunistas é muito ofensivo. Sou indio da etnia Kinikinau deste estado, acredito não ser diferente de um ser não indio em termos biológicos, mas culturalmente sim e isso a senhora deve respeitar. Busque históricos de indígenas que estão em grandes universidades, vai em frente.
 
Rosaldo Kinikinau em 01/06/2011 09:52:38
Parabéns aos povos indígenas de Mato Grosso do Sul pela sua resistência e força!
Que Deus os proteja em face dessa dificil empreitada em busca de terra e paz! Mas tenho certeza que um futuro melhor virá!!
 
Micael Fran Ferrera em 28/05/2011 09:59:49
Com todo respeito as ideias de todos. Mais sou indigena, me orgulho de ser macuxi, porem nao acredito o absurdo que estou lendo nas falas dos que dizem ser globalizados, que so observam o dia de hoje, enquanto ser, e os outros e que se danem, tantos mendigos na rua? observem sao todos indigenas?
ser indigena, nao quer dizer que tem que ser primitivo, e sim ter a capacidade de se auto valorizar nessa sociedade imunda, cheio de normas, regras e leis, que nao aceita os seres humanos como sao e sim que usa o seu poder de domina;;ao. Mas nao me curvo diante de tanta barbaridade que eu vejo nessa dita civilizac;;ao..
 
leia da silva ramos em 28/05/2011 09:39:01
Bom eu estudo na Unigran e estive nesse seminario, vi os ""indios"" usarem celular, maquina fotografica digital etc... fora que em uma propriedade aqui onde moro quando os indios tiveram que sair foram encontrados varios celulares, carregadores etc.
Já passou da hora de botar esse povo pra trabalhar por que so IDI... não ve que o que eles querem e mordomia, tem indio por ai que anda ate de Dodge Ram.
E aos que defendem a vagabundagem saiam de suas casas e entreguem aos indios ou melhor vamos todos embora do Brasil e devolver a eles!

BRASIL!
 
Lucas Allan em 28/05/2011 01:20:15
Mais uma reunião entre autoridades que não se entendem diante de discursos fáceis e atropelos as instituições.
A questão indígena conforme dita a Constituição Federal, é de competência do Poder Executivo, do Governo Federal diante da grande dívida de 500 anos.
A compra de uma área para instalar uma comunidade indígena, rompe com os conceitos de tradicionalidade cultural, economica e cultural de um povo que soube ao longo do tempo cuidar do meio ambiente.
Por outro lado, é uma tentativa de solucionar a questão da terra em MS, considerado o Estado mais violento contra os direitos indigenas.
O Mundo Moderno com alto indice de pobreza, medo e destruição ambiental que geram as mudanças climáticas, dentro das Metas do Milênio, não sobreviverá sem as bençãos dos conhecimentos tradicionais indígenas e a terra, o habitat é a fonte de tudo isso.
Marcos Terena
 
Marcos Terena em 27/05/2011 12:03:51
O Governador apresntou ótima idéias. Se colocadas em prática, com certeza minimizaria sobremaneira as referidas tensões.
É, a meu ver, muita insensatez preservar terras de mega traficantes, nargotraficantes, criminosos e oportuniestas (como o Reverendo Moon), em detrimento de outras áres legalmente adquiridas.

Acho que o Senhor Governador apresentou opões viáveis à solução de todos esses problemas.

Infelizmente, as demais autoridades querem POLEMIZAR, essa é a verdade. É mta hipocrisia!
 
André Germano em 27/05/2011 09:15:16
concordo plenamente com o Governador, esta na hora de acabar com essa bagunça a respeito de terras que Indigenas. com arruaça e violência não chegaremos a lugar algum.
é preciso organização e ordem, e o Governador asta sabendo agir corretamente, se assim estivesse ocorrido anteriormente, teria evitado tanto transtorno aos Proprietarios de terras que tiveram as suas invadidas sem nem um respeito, resguarandando maiores comentários...Parabéns André!
 
Ana Letícia Fiorentino em 27/05/2011 08:53:09
Pois é!!! Pela primeira vez concordo com o Sr. Governdor!!!
No meu trabalho, constantemente convivo com indígenas que de silvícolas e de santos, não têm nada! São uma cambada de desocupados, bebem o dia inteiro, não trabalham, são preguiçosos, só saem da aldeia para irem ao banco buscar o auxílio salarial e as cestas básias que recebem do governo, sendo que, na maioria das vezes, trocam alguns itens das cestas por pinga com comerciantes coniventes. Depois bêbados, estupram suas mulheres e crianças, lesionam e até mesmo matam, quando não se suicidam.... Eles não querem ser tratados com igualdade? Que assim seja então! Que façam por merecer! Até quando teremos que sustentar esse bando de vagabundos tbm? Que pagem seus impostos como nós e que façam por merecer aquilo que já tem....nunca ví uma terra indígena produtiva...ao contrário, destroem tudo por onde passam....se estiver enganada, alguém me prove o contrário, por favor!
 
Suzana Souza em 27/05/2011 08:48:52
Tenho uma solução: Leve todos os indígenas para a Amazônia, lá tem terra sobrando. Afinal os índios estão com mais privilégio do que os brancos. Tem terra de graça, casa, comida, tudo que sai do nossos impostos. E ainda se acham no direito de invadir terras, fechar estradas etc... e na hora dos deveres aí eles se lembram que são índios, querem tratamento diferenciado. Acorda Brasil.
 
Lourdes Marques em 27/05/2011 08:44:51
O Governador é o representante do povo de MS, aqui não existe autoridade maior que ele é uma ofensa ao povo quando há este tipo de ação, esta tal FUNAI com este representante é uma ameaça e não uma solução. Nem votei no governador atual, mas minha defesa é do MS, por esta falta de respeito aos cidadãos e aos indígenas. Resolver o problema com dinheiro dos outros é fácil.
 
Jorge Antônio Dias em 27/05/2011 07:59:55
Paulo Renato... o mesmo os americanos, alemães, franceses, canadenses diriam a você se fossem nazistas como tu. Não existe uma só maneira de se viver. Cada cultura tem sua forma de ver e existir no mundo, os indígenas querem terra para viver, plantar e criar, não é pra fazer especulação imobiliária. Saiba ainda que são estas pequenas propriedades que fornecem a comida das cidades as grandes propriedades plantam para exportação.
 
Eduardo Bernardo Aguiar em 27/05/2011 07:47:44
" O mundo não tem lugar para os Silvículas, vcs já tiveram tempo demais para se adptarem ao mundo atual. Façam parte dele, chega de mendigar.

" Palavras do nosso Governador André, endossadas por mim."

Apóio, incisivamente, o nosso Governador. O que o Índio quer ? Beber cachaça ? Arrendar terras e viver de que? Nunca vi um pé de alface em terras indígenas! Só mato ! Produtividade nenhuma ! Não tem mais espaço para vagabundagem indígena ! Quando vocês viram alguma notícia produtiva origem de Índios? De volta ao passado NUNCA !!!

Quando um pacotinho de 5 mangas selvagens pode valer R$ 5,00 ali no espaço dos Índios próximo do Mercadão ! E aqueles Palmitos, etc, vendidos ali podem ser cortados e comercializados normalmente, sem higiene nenhuma, sem autorização da ANVISA nem do IBAMA !

FORA os vagabundos !

Quero progresso, produtividade e serventia !

E Viva os que trabalham e produzem !!!!!!!!!!!!

C.R.GALVANINI
 
Carlos Roberto Galvanini em 27/05/2011 07:31:00
Caro, Paulo Renato,
Você está de parabéns quando disse "vcs já tiveram tempo demais". Tudo isso aqui é nosso por direito, e o Brasil, tem uma dívida enorme com nos indígenas. Dívida histórica, cultural e social.
Antes de dizer "mendigar". Faça uma visita as aldeias terenas.
 
Elciney Paiz Flores em 27/05/2011 07:28:52
Como afirmar que determinada área pertence a etnia guarani , de acordo com sua cultura sempre foram nômades ou semi-nômades , pois se dedicam a caça , pesca e a coleta de frutos naturais silvestre , é o que afirma a história , não precisa ser antropólogo ou arqueólogo ,para ter este conhecimento ,basta ler e pesquisar , em tempo existia no passado uma famosa trilha denominada Tape-Cuê , ou seja caminho velho , em cima da mesa da serra de maracaju , podemos citar um pequeno trecho da proximidade do grande anel rodoviário de Campo Grande até Concepcion na República do Paraguai , segundo as informações da época os guarani Peranbulavam para lá e para cá ,certamente de acordo com os recursos naturais das estações do ano etc...sem falar que naquela época já existia a guerra tribal entre diferentes etnias , e agora como definir suas posses ? segundo as informações os guarani nunca foram agricultores , e nos últimos anos não houve controle da entrada de índios guarani que mudaram do Paraguai para o Brasil, é lembrar que no Paraguai existe duas línguas o espanhol e o guarani ,procurando preservar a cultura guarani ,logo não é só índio que conhece a língua e cultura guarani , de repente qualquer cidadão paraguaio pode ser confundido com índio guarani , a busca da verdade e do direito da propriedade ,influenciado por uma ideologia ultrapassada é difícil chegar a um acordo
 
Paulo Roberto Marques Pereira em 26/05/2011 11:38:05
Cara-pálida e cara-não-pálida usa banheiro, respira oxigênio, come comida:
Então cara-pálida e cara-não-pálida são e merecem mesmo tratamento.
Isso é justiça.
Cabe aos cara-pálidas e cara-não-pálidas perceberem a evolução e se enquadrar conforme já escreveram.
Eu, como um cara-pálida se não pular cedo e correr atrás, governo nenhum vai me dar trator, cesta básica, escola e casinha.
Pior, eles me escracham com impostos, mas hoje os cara-não-pálidas tem mais direitos que quem rala.
 
Orlando Lero em 26/05/2011 11:33:28
Falam que o Brasil é o país dos excluídos, onde negros, índios são maltratados e discriminados, porém, a discriminação no país não é contra o negro ou o índio, é contra o pobre. Atualmente, nascer negro ou índio no país é uma vantagem, quer para entrar na faculdade, quer para passar em concurso público. Tem vagas reservadas, os indígenas possuem bolsas do governo e podem fazer o curso que quiserem sem pagar um centavo, enquanto que nós que tivemos a infelicidade de nascer "loiras dos olhos azuis", temos que ralar, trabalhar para poder pagar uma faculdade ou para entrar numa faculdade pública. Que país é esse? Vou começar uma campanha e pedir cotas em faculdades e concursos públicos para as "loiras" que dizem que são burras, mais ao contrário do que dizem tem que provar que são inteligentes para concorrer com os negros e índios que tem preferencia em nossa sociedade.
 
ADRIANA DA SILVA DE OLIVEIRA ELIAS em 26/05/2011 11:00:13
O mundo (Brazil) ainda tem lugar para SELVÍCULAS ("SIM") pois êles ainda habitam em nosso País nas regiões onde o desenvolvimento cultural não se fáz presente pelas limitações de acesso.
 
Luiz Kieling em 26/05/2011 10:21:40
Resposta a Paulo Renato - O mundo tem que ter lugar para todos, até pra você seu ignorante preconceituoso. Daqui a pouco você vai falar que não tem lugar pra negros, homossexuais, negros, aborígenes, nordestinos, obesos e mulheres que durante muito tempo, foram vítimas de reacionários como o senhor.
 
Paulinho Barbosa em 26/05/2011 09:36:51
É triste que o mundo ainda seja tão grande,que nele, exista pessoas tão obtusas ocupando os lugares dos silvículas.
 
jairo andrade de miranda em 26/05/2011 09:25:17
Bacana seda as terras, depois nós os contribuintes ajudaremos a comprar máquinas agrícolas, sementes e ainda de quebra um engenheiro agrônomo, e o ciclo vicioso inspirado nos demais movimentos ai existentes continuará a se perpetuar.
 
Paulo César em 26/05/2011 09:20:22
srs. uma vergonha, acabaram com a região do panambi, nem mandioca existe, só mato.
Convenhamos, estes srs. indios, eram todos nomades, com trechos aqui do estado, pelo paraguay, argentina e rio grande do sul. É claro que em todos os lugares tem rastro deles. Se isso tivesse como indicador, a cidade Encarnacion seria toda entregue a eles nomades- quem sabe sobre são miguel-RS- são nicolau- todos são os mesmos- este estado é realmente uma vergonha, lotado de parasitas.. produção de que?
 
jose eliseu kivel em 26/05/2011 09:00:54
No Mato Grosso do Sul não existe mais indios, existe sim uns bando de oportunistas
aculturados querendo se dar bem, e por trás deles ongs que não se preocupam nenhum pouco com o futuro do Brasil.
 
Adelia Alves Barboza em 26/05/2011 08:15:26
os indigenas buscam apenas aquilo que sempre foi deles o resto e resto
 
carlos mato em 26/05/2011 08:04:27
As pessoas que estão a favor dos Indigenas não conhece a verdadeira realidade
Quando o Ilmo. Governador falou que a aldeia virou "quiçaça", com certeza pode generalizar para todas as aldeias. Só mato toma conta da maior parte de todas elas.Se o Indugenas realmente quer terra,é só aproveitar as terras que eles tem.
 
celso alves em 26/05/2011 07:30:28
Nossa, quero parabenizar o nosso governador André Puccinelli, em seu discurso sobre a divisão de terras dos indígenas, a Fazenda Panambi virou uma verdadeira "quiçaça " mesmo e tem como comprovar, a primeira coisa que os indios fizeram foi vender as portas e janelas e os telhados das casas dos fazendeiros, desmanchando tudo e vendendo para comprar cachaça, gostei do governador, ok. E outra, parem de tratar os indios de silvícolas, pois quando mudarem a constituição e tornarem eles cidadão comuns, pois fazem até happer já, ai sim sentiram na pele como os cidadãos pagam suas contas e impostos e respondem a lei como deve ser feita . Fora com a vagabundagem dos indios, tornem eles cidadões, façam respeitar a ordem e a lei e dêem terras de traficantes e do reverendo Moon mesmo, assino embaixo .
 
João Ricardo em 26/05/2011 07:21:38
O mundo não tem lugar para os Silvículas, vcs já tiveram tempo demais para se adptarem ao mundo atual. Façam parte dele, chega de mendigar.
 
Paulo Renato em 26/05/2011 06:27:42
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