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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

24/07/2013 15:20

Dono de restaurante não vê racismo e descarta pedir desculpas a gesseiro

Elverson Cardozo
Daniel mostra a mão, negra, e mantém versão de que foi discriminado (Foto: Marcos Ermínio/Arquivo)Daniel mostra a mão, negra, e mantém versão de que foi discriminado (Foto: Marcos Ermínio/Arquivo)

Renato Marcondes, proprietário do restaurante Indez, em Campo Grande, onde um gesseiro negro alega ter sido discriminado por um garçom neste final de semana, ao tentar comprar água, avalia que o atendimento prestado ao cliente foi satisfatório e, portanto, não vê erro por parte do atendente. Ele também descarta "pedir desculpas" ao trabalhador. Disse, ainda, que a versão que dispõe, depois de uma conversa com o funcionário, já identificado, é diferente da apresentada pelo homem.

A polêmica surgiu no sábado (20), depois que o gesseiro Daniel dos Santos Araújo, 45 anos, procurou a polícia para registrar um boletim de ocorrência pelo crime de racismo. Na data em questão, ele estava trabalhando em uma obra próxima ao restaurante e, com sede, foi ao estabelecimento, por volta das 11h, para comprar água.

Na entrada do restaurante, Daniel conta que, para se certificar, perguntou a um casal que estava na calçada se ali vendia refrigerante e água. Com a resposta positiva, se dirigiu ao garçom.

Na versão dele, o funcionário, sem ao menos ser questionado, disse que o produto custava R$ 3,50, mas o Indez não vendia água e ele poderia encontrar a mercadoria “baratinha", em um posto próximo, no cruzamento da rua Espírito Santo com a Mato Grosso.

Daniel foi ao local, comprou a água e, no caixa, comentou o caso a uma funcionária que o orientou a procurar a delegacia. Ele ligou para o 190 e recebeu a sugestão de pedir que uma pessoa branca tentasse comprar a mesma garrafa.

A missão foi cumprida por um sobrinho dele, branco, que, segundo relatou, comprou o produto por R$ 3,30 e sem problemas. Para o gesseiro, a suspeita de racismo ficou explícita e foi confirmada neste momento.

Outra versão – O dono do restaurante, Renato Marcondes, informou ao Campo Grande News, em entrevista via e-mail (feito a pedido do filho dele, advogado, que se apresenta como Leonardo), que tem uma versão diferente para os fatos.

O garçom já foi identificado e, em conversa o proprietário, contou que o gesseiro, diferente do denunciado à imprensa e à polícia, foi ao estabelecimento e pediu um refrigerante de 600 ml ou uma água de 1,5 litros.

Disse que estava trabalhando e que iria dividir o conteúdo com alguns colegas. O funcionário teria informado, então, que ali não eram vendidos esses produtos, com as quantidades solicitadas.

“O Sr. Daniel teria dito que a coca em lata e a água de 500 ml vendidas no Indez não serviriam para ele. Agradeceu ao garçom e se dirigiu à loja de conveniência próxima”, relatou o proprietário, acrescentando que, no mesmo dia, um colaborador que testemunhou esse atendimento confirmou a versão e ainda disse que achou que o garçom estava ajudando o gesseiro.

Sobre a venda posterior ao sobrinho branco de Daniel, Marcondes declarou que, diferente da suposta vítima de racismo, o rapaz não especificou a quantidade do produto que queria e, por isso, conseguiu comprar. “[Ele] apenas pediu uma garrafa de água, e foi lhe vendida a de 500 ml, justamente aquela que dispomos no restaurante”, argumentou.

Polêmica – Sobre a repercussão do fato, Renato ressaltou que “uma investigação acerca de qualquer hipótese de discriminação é sempre positiva”, tendo em vista que é um delito que, nas palavras dele, jamais deve ser tolerado”.

Disse mais: “Infelizmente, algumas pessoas, no afã de realizar justiça social, cometem julgamentos sumários sem se inteirar das demais versões dos fatos, o que é uma injustiça enorme”, escreveu, ao comentar que “o Indez é um estabelecimento que sempre buscou, e muito, a integração e a harmonia entre todos os seus clientes”.

Abaixo, leia, na íntegra, a entrevista concedida ao Campo Grande News:

- O que o senhor acha da repercussão desse fato? Como avalia isso?

Primeiramente, nos parece que uma investigação acerca de qualquer hipótese de discriminação é sempre positiva, pois este é um delito que jamais deve ser tolerado. Infelizmente, algumas pessoas, no afã de realizar justiça social, cometem julgamentos sumários sem se inteirar das demais versões dos fatos, o que é uma injustiça enorme. O Indez é um estabelecimento que sempre buscou, e muito, a integração e a harmonia entre todos os seus clientes. Aqueles que frequentam a casa e demais pessoas que conhecem os que administram o restaurante sabem muito bem disso.

- Ontem, durante uma ligação comigo, foi mencionada uma “versão diferente”. Que versão é essa? O garçom já foi identificado? Houve alguma conversa?

O garçom foi identificado e houve uma conversa com ele. A versão que nos foi apresentada é a seguinte: o Sr. Daniel pediu um refrigerante de 600 ml ou uma água de 1,5l. Afirmou que estaria trabalhando e que dividiria o conteúdo com alguns colegas. O garçom que realizou o atendimento informou ao Sr. Daniel que estes produtos não eram vendidos no restaurante. Nos disse ainda, que indicou a loja de conveniências de um posto próximo como um local onde ele poderia achar os itens que buscava.O Sr. Daniel teria dito que a coca em lata e a água de 500 ml vendidas no Indez não serviriam para ele. Agradeceu ao garçom e se dirigiu à loja de conveniência próxima. Um outro funcionário que testemunhou este atendimento confirmou esta versão e ainda disse que achou que o garçom estavasimplesmente ajudando o Sr. Daniel, ao indicar um local próximo onde ele poderia achar os itens buscados.

- A pergunta que o gesseiro faz e que, inclusive, gerou questionamentos por parte dos nossos leitores, é a seguinte: Por que o garçom, segundo relatos do denunciante, se negou a vender água para um negro e, momento depois, vendeu o mesmo produto para o sobrinho da suposta vítima, que é branco?

Por que o Sr. Daniel queria adquirir produtos que não são vendidos no estabelecimento, conforme explicado acima. No caso do seu sobrinho, conversando com o garçom que fez seu atendimento, o mesmo nos informou que ele não pediu especificamente uma água de 1,5 litro. Apenas pediu uma garrafa de água, e foi-lhe vendida a de 500ml, justamente aquela que dispomos no restaurante.

- Pretende chamar o gesseiro para uma conversa? Cogita pedir desculpas?

Se o Sr Daniel quiser entrar em contato para esclarecer a situação, nos prontificamos a atendê-lo prontamente, como fazemos com qualquer cliente insatisfeito. Em relação à um pedido de desculpas, de acordo com a versão que nos foi apresentada, entendemos que o atendimento que lhe foi proporcionado foi o dispensado a todos que vêm à casa em busca de um produto que não vendemos. De acordo com a versão que nos foi apresentada até o momento, não entendemos que houve qualquer erro por parte do atendente.



levanta cabeça amigo siga enfrente
 
marcilei de assis silva em 06/08/2013 20:55:27
vai enfrente amigo cadeia nele na próxima vez ele sabe tratar o fregues tem q toma vergonha na cara
 
marcilei de assis silva em 06/08/2013 20:51:56
Esse dono do restaurante tem que fechar o restaurante dele, pois qual comerciante que não sabe que, por mais errado que o cliente esteja ele sempre tem razão. Se o comércio não tiver esse principio, melhor fechar.
 
Beliza Ferreira em 25/07/2013 09:10:28
Concordo com Everton Niz, há um despreparo por parte dos funcionários na maioria dos estabelecimentos de Campo Grande, já presenciei vários que não sabem atender, e muitas vezes os proprietários nem ficam sabendo, eu mesmo jamais volto em um lugar em que sou mal atendida.
 
Luciene Escobar em 25/07/2013 09:00:19
Eu não conheço esse restaurante. Mas, onde se vende uma garrafa de água de 500 ml por R$ 3,30 ou R$ 3,50, com absoluta certeza não é lugar para um pobre trabalhador ir comprar água. Independentemente da cor da pele ou da religião. É apenas uma questão, digamos, econômica.

Fiquei aqui imaginando a conversa:
"vítima": - O sr. tem água?
garçon: - temos sim e custa R$ 3,50 a garrafa.
"vítima": - Garrafa de 2 litros?
garçon: - Não, é de 1/2 ml.
"vítima": - Oloco!!! Muito caro.
garçon: - É o nosso preço sr. Mas ali, na conveniência do posto, na esquina das Ruas Espirito Santo com a Mato Grosso, o sr. vai encontrar bem baratinho.
"vítima": - Obrigado.

Onde está o crime de racismo???
Me poupem!!!
 
Jair Bastos em 25/07/2013 08:30:27
Nada foi apurado, mas na cabeça dos internautas já é fato consolidado que houve racismo. Magnífico. Não se sabe se houve ou não discriminação. Se houve, não se sabe se foi pela cor, pelas vestes, ou simplesmente se o garçom não gostou da cara do gesseiro - as pessoas tem antipatias umas com as outras pelos mais diversos motivos.
Gente como Moacir Cafaro, que escreve sem conhecer os fatos, sem conhecer os envolvidos com os fatos, formulando hipóteses e admitindo-as como verdades absolutas sem a mínima consulta, para mim, é de atitude execrável.
Acaso sabe se o garçom não atende negros? Se não tem negro na família? Quanto aos que estendem a suposta atitude ao dono do estabelecimento, sabe se não tem amigos negros? Sabe se não serve negros em geral? Ora, por favor!
 
Juliano Mendonça em 25/07/2013 08:30:03
Deve ter ocorrido apenas um mal entendido que gerou toda essa confusão. Se o garçom fosse realmente racista não teria indicado um local próximo e com certeza mais barato para se adquirir a água. Com certeza alguém instruiu o trabalhador da pior maneira possível, falta bom senso por grande parte dos campo-grandenses.
 
Everton Niz em 25/07/2013 08:29:35
Mas olhe que coincidência moro próximo à conveniência em que a funcionária se sensibilizou com o suposto racismo sofrido por esse senhor. Sempre vou até a conveniência comprar alguma coisa e por duas vezes quando me aproximei do balcão, antes que dissesse uma única palavra, a atendente falou, não temos passe, (passe de ônibus). Sou NEGRA, tenho um trabalho estável, meio de transporte próprio, moro no centro da cidade. Será que eu devia processá-la??? Ela deve andar de ônibus morar onde o Judas perdeu a meia porque a bota já deve ter perdido antes. Mas simplesmente ignorei não perco meu tempo com gente que tem o cérebro do tamanho de uma ervilha. Sou mais Eu. E olha que aqui em Campo Grande-MS, está cheio desse tipinho!
 
Cleunice Silva em 25/07/2013 08:17:14
Tem gente que gosta de aparecer, com essa historia de racismo, muitas pessoas gosta de aproveitar da situação. Cade a testemunha dele? A justiça tem que ser justa, não é so porque eu disse que fui discriminado que vou levar a melhor. Os fatos tem que ser comprovado e fazer uma avaliação.
 
José Bernarodo dos Santos em 25/07/2013 08:11:25
Tempestade em copo d'água. Já fui, e muitas vezes, mal atendido em estabelecimentos comerciais. Não foi por racismo, já que sou branco (bom, já sofri racismo por isso, também); foi por preguiça ou tédio do funcionário, na hora fora das vistas do patrão. Uma vez, perto dali, quase fui enxotado pelo funcionário de uma floricultura porque me apresentei, vindo da chácara, com roupa um pouco suja (nunca mais voltei, e tempos depois a firma fechou, certamente porque faltou o "olho do dono"). Uma amiga relatou-me, certa vez, a diferença de tratamento que recebeu quando adentrou uma butique do Shopping, a primeira vez com roupa de trabalho (é professora), e a segunda vez com roupa social.

Melhor encerrar o caso; o prejuízo do Indez foi mais que suficiente, e o proprietário vai aprimorar o serviço.
 
Valdir Dala em 25/07/2013 07:59:18
Resumo da história: Isso não vai dar em nada! pois as provas são frágeis, se é que realmente o ofendido tem razão, nenhuma autoridade em sã consciência vai dar guarida para essa novelinha. A suposta vítima deveria ler e entender o que realmente configura RACISMO.
O que não pode é sair por ai protagonizando esse tipo de situação só porque está num dia ruim ou porque se acha inferior às outras pessoas. Imaginem agora, todo mundo sair por ai processando todo mundo, só porque alguém buzinou ou olhou de cara feia, etc..
Antes de comentarem leiam e entendam o que diz a Lei...
 
Silvio Lopes em 24/07/2013 22:30:34
No mínimo, se ese empresário fosse inteligente, transformaria isso em marketing positivo. mas é burro. é burro duas vezes.
 
Fernando Silva em 24/07/2013 22:22:36
Olha isso não passa de um mal entendido mesmooo pois o moço que toca e canta nesse restaurante não é branco e faz muito bonito seu trabalho, fala sério vamos deixar de bobagens, nunca acreditei em racismo e acho linda a cor negra , não cria nem ruga.



 
ilma matos em 24/07/2013 22:08:28
racismo sim discriminação sim. e vendam bastante água pra pagar a indenização. sua desculpa agora pouco importa
 
katiuscia bogarim em 24/07/2013 21:25:11
Como assim... coca de 600 e água de 1,5l?? Muito esperto o advogado filho dele... Que a mentira seja descoberta e que este comerciante pague o preço...
 
Frank William em 24/07/2013 20:50:42
Humildade , a gente não vê por aqui. Pedir desculpa é um ato nobre.
 
paulo lessa em 24/07/2013 19:47:41
Se o gesseiro tivesse dinheiro e parasse com um carro de luxo ele iria buscar a água em qualquer lugar do mundo, mas não, e outra situação o garçom como "colaborador" do estabelecimento deve precisar daquele emprego, não é? Se alguém acha que ele iria dizer o contrario de que lhe foi mandado pelo seu empregador ou o advogado "filho" do dono do restaurante, seria uma piada!
 
Rafael carvalho em 24/07/2013 18:27:51
O fato já aconteceu, se algum dia precisar comprar algo procurarei outro lugar, prefiro ele na falência do que maltratando outras pessoas por racismo, Humildade sempre acima de tudo.
 
Diego Espindola em 24/07/2013 18:24:21
Ó quanta babozeira,quanta gente querendo tirar proveito,depois que criaram essas leis de racismo e outras tantas leis que não condizem com a democracia,não se pode falar mais nada,esse joão batista acha que pode dominar parentes e amigos,cuidado companheiro as pessoas tem o direito de decidir sozinhos,pois passarinhos que acompanha morcego amanhece de cabeça para baixo.
 
marco antonio em 24/07/2013 18:00:54
Não to julgando este fato,mas o que se vê de forma geral no comércio é um imenso despreparo e falta de respeito por parte dos funcionários,outro dia fui em loja de materiais de acabamentos de construção e la me deparei com dois funcionários discutindo alto por causa de comissões de venda.O que eu penso é que os patrões tem uma certa parcela de culpa por isso estar acontecendo em suas empresas motivados por baixos salários,falta de treinamento,desrespeito dos chefes para com os funcionários etc.
 
marcos cesar pedrosa de souza em 24/07/2013 17:53:48
Não desconfio da discriminação...
Estava eu, minha esposa e mais um casal de amigos no local quando de repente um dos garçons pede pra que vamos embora sem nenhum motivo e com grosserias e ofensas, afirmando q a casa já estaria fechando. Resolvemos ir embora para não ter mais problemas...resolvemos não pagar os 10% pelo atendimento oferecido ai que piorou... começaram a falar( ele e mais 2 pessoas) que pessoas do nosso tipo não podia frequentar o lugar dando risadas e mais ofensas.
Depois descobrimos que não fomos os primeiros a ter este problema no local.


 
Emanuel Ferreira em 24/07/2013 17:33:35
Procurem saber de onde vem todo o dinheiro dessa classe que se acha alta em Campo Grande, cidadezinha de uma elite inútil, sempre as mesmas famílias que se revezam no poder e riem da cara da população. Em Campo Grande não existe msm restaurante de luxo... Se formos ver bem nem a elite desta cidade, onde tenho o orgulho de ter nascido e vivo até hj, pode ser considerada elite. Um povozinho soberbo msm, sem noção, que vive auxiliando às estatísticas de mortalidade no trânsito nas madrugadas com suas máquinas de matar, abastecidas pelo alcool que bebem a noite toda, e os pobres sempre esquecidos, deixados de lado e discriminados, uma cidade que tem essa justiça que julga influenciada por interesses da mesma elite covarde. Olha, a justiça divina não erra... isso é o que consola meu coração!
 
Renê Diogo Moreira em 24/07/2013 17:30:32
Acho que o garçom errou em não vender a água de imediato,independente do preço. Se fosse eu no lugar do Daniel iria também procurar meus direitos,e ainda se o dono do restaurante não quisesse perder cliente não se negaria pedir desculpas,pois isso seria humildade e nao humilhação,eu jamais entrarei nesse estabelecimento e nem indicarei.
 
Larissa Primo em 24/07/2013 17:19:23
Isso aí é conversa pra gado dormir, seria bem mais digno e respeitável o pedido de desculpas.
 
Emerson Torres em 24/07/2013 17:02:56
Tamanha ignorância deste senhor, diga-se, empresário! Meu boicote em repúdio. Seria mais singelo admitir o desentendimento, oferecer um dia de rei ao trabalhador e fim de história.
 
Abrãao Raeh em 24/07/2013 17:00:10
Minha grande curiosidade sobre este fato é saber se no caso em tela a suposta vitima esta buscando algum tipo de danos morais...?
 
Kaio Ferraz em 24/07/2013 16:52:46
Um refrigerante de 600 ml ou uma água de 1,5 litro, para ser divididos, então, será que ele não pediria o refirgerante de 1,5 l ou 2 litros?
 
Kaio Gleizer em 24/07/2013 16:36:35
é o filho do dono instruiu bem como o pai deveria dar a entrevista, mas sei lá, a testemunha dele é outro "colaborador" ou seja, funcionario da casa, pra mim tá parecendo estoria inventada por advogado para não caracterizar o delito como racismo, provavelmente o trabalhador vai ficar sem as desculpas mesmo, não acho que o dono tenha que indenizar a vitima com valores em dinheiro, mas devia pedir desculpas e convida-lo para almoçar na casa de graça, para demonstrar que realmente não há racismo dentro de seu coração, mas só pelo inicio da entrevista já deu para ver que o cara é racista e o filho dele é racista e esperto... como a justiça tambem é racista, boa sorte amigo...
 
moacir cafaro em 24/07/2013 16:36:33
pelo titulo que o campograndenews destaca a reportagem, todo mundo vai achar que foi racismo, mas lendo a reportagem, a gente tem um maior esclarecimento do assunto. Os dois lados devem ser ouvidos, antes de se tirar uma conclusão. Não se pode sair atacando o restaurante sem saber dos fatos.
 
BRUNO SALAZAR em 24/07/2013 16:34:58
Isso demonstra a importância de se ouvir os dois lados antes de se julgar um fato, mas deve ser investigado para realmente ser apurado onde está a verdade.
 
João Dias em 24/07/2013 16:24:11
Funcionário mal treinado e estabelecimento que não sabe vender, pois se ele queria comprar uma água de 1,5 oferecesse a ele 3 garrafas da que vc dispunha no momento simples.
 
Renise Marques em 24/07/2013 16:06:21
Tem gente que tem complexo de inferioridade e vê chifre em cabeça de cavalo.
 
RODRIGO FERREIRA em 24/07/2013 16:05:16
Essa versão nova (convenientemente montada) demorou a aparecer não? Será que esse gesseiro queria criar encrenca, gastar seu tempo ligando para o 190 e depois aguardar atendimento numa delegacia de policia apenas pra ter 15 minutos de fama? Dificil de acreditar! Conta outra!
 
Marcos Santos em 24/07/2013 16:02:13
Bom Sr. Renato Marcondes, seria mais humilde da sua parte, em vez de declarar que pela versão apresentada pelo seu funcionario, você não deve desculpas, você pedir desculpas então pelo "mal entendido", se é foi realmente um "mal entendido", você se sairia melhor em seus argumentos!!!
 
João Lucas E Estevam em 24/07/2013 16:01:09
Alguém avisa à ele que temos testemunhas? Agora quer mudar completamente a versão da história? Me poupe! Não vou calar minha boca não, podemos ser minoria porque eles têm grana pra se impor, mas não queremos grana, queremos respeito.
 
Loridany Jarcem Araujo em 24/07/2013 15:50:56
renato voce e seu garçon foi muito infeliz no fechamento da conversa.por isso espero nunca mais entrar no seu restaurante e ja falei para parentes e amigos que façam o mesmo
 
JOAO BATISTA em 24/07/2013 15:49:38
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