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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

21/05/2013 13:07

Em nota, Governo afirma que segurança pública funciona normalmente

Nadyenka Castro
Policiais civis e militares lotaram a Assembleia Legislativa. (Foto: Vanderlei Aparecido)Policiais civis e militares lotaram a Assembleia Legislativa. (Foto: Vanderlei Aparecido)

O Governo do Estado afirma que é normal o funcionamento da segurança pública em todo Mato Grosso do Sul, apesar das entidades de classe dizer que há greve e aquartelamento. Levantamento realizado até o fim da manhã desta terça-feira aponta que não há nenhuma situação fora de controle.

As unidades da Polícia Militar continuam funcionando regularmente. Na Capital, somente nesta manhã, 25 viaturas fizeram atendimento das ocorrências, mesmo número verificado anteriormente, não havendo prejuízo no policiamento ostensivo e no atendimento à população.

Nos serviços da Polícia Civil, segundo a Delegacia-Geral de Polícia Civil, nenhuma delegacia deixou de funcionar. Além de a paralisação ter sido declarada ilegal, apenas duas das cinco categorias que compõem a instituição aderiram ao movimento. O comparecimento é considerado normal.

Já firmaram acordo de reajuste os delegados, peritos e agentes, ficando o impasse restrito aos investigadores e escrivães. No caso da Polícia Militar, o impasse persiste apenas entre soldados e cabos. Sargentos, subtenentes e oficiais já garantiram a votação das tabelas funcionais.

Todas as categorias do Corpo de Bombeiros Militar, inclusive cabos e soldados, chegaram a acordo e também garantiram a votação das tabelas.

O reajuste proposto pelo Governo do Estado e escalonado até 2015 é de 7%, 8% e 12% para a maioria das categorias. Todas já concordaram com esta política, persistindo impasse em questões pontuais relacionadas somente às carreiras de soldados e cabos da Polícia Militar e a investigadores e escrivães da Polícia Civil.

Pela manhã, policiais estiveram na Assembleia Legislativa e conseguiram adiar para esta quarta-feira a votação do projeto de reajuste proposto pelo governo.

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Sou a favor da greve dos servidores público de segurança, o salario dos mesmo no momento que estamos vivendo é pouco para uma pessoa que coloca sua vida em risco por pessoa que nunca viu, pois pergunte para o nosso governador se ele conseguiria viver com o salario de um soldado ou de cabo no presente momento, estou de pleno acordo com esses trabalhadores injustiçados com salarios baixos pois muitos quando precisam tiram fardamentos do proprio bolso e muitos materias de trabalho também é retirado do proprio bolso e com esse salario de fome quem da conta de sustentar uma familia ecomprar material para trabalhar decentemente?
 
Marisol Pires Barbosa em 21/05/2013 14:50:15
É, ta tudo normal, tão normal que os deputados suspenderam a votação. Vai agora na DEPAC e tenta fazer um BO.

 
CESAR CASTRO em 21/05/2013 14:21:06
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