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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

18/10/2010 17:52

Em protesto contra Enersul, mulher queima móveis na rua

Redação

Wilma Freitas Ferreira, 54 anos, foi presa pela Polícia Militar nesta tarde, às 14h, quando queimava móveis na rua Argemiro Fialho, Vila Bandeirante, em Campo Grande, em protesto contra a Enersul (Empresa de Energia Elétrica de Mato Grosso do Sul).

Segundo Wilma informou aos policiais, a Enersul tinha deixado de fazer religação de energia elétrica e vistoria em sua casa. Orientada a parar com o protesto, a mulher sentou em cima de uma parte de um guarda-roupa que estava no meio da rua e disse que não sairia dali.

Foi então que dois policiais militares ergueram o móvel com a mulher em cima e o retiraram do meio da rua. Conforme a polícia, Wilma começou a gritar e chegou a acusar a polícia de estar batendo nela e a agredindo.

Em boletim de ocorrência registrado na 6ª Delegacia de Polícia Civil de Campo Grande consta a informação de que ela teria dito que "a situação não ficaria assim", pois falaria com o governador André Puccinelli e com o deputado estadual Carlos Marun a respeito do ocorrido, visando denunciar a guarnição. Wilma ainda frisou que é parente de vários militares da polícia e do exército.

Depois ela passou a desacatar a guarnição, chamando os policiais de idiotas, estúpidos e retardados, de acordo com o boletim de ocorrência. Wilma foi presa e os objetos que estavam sendo queimados no meio da rua foram retirados da via pela polícia.

A moradora foi presa por perturbação da tranqüilidade, desacato e desobediência e se encontra no 6º DP.

Enersul - Em contato com a Enersul, o Campo Grande News foi informado de que na semana passada um caminhão com excesso de carga passou pela rua da casa de Wilma e arrebentou uma fiação local. A moradora trocou o padrão e pediu a religação.

No entanto, segundo a Enersul, quando uma equipe foi até a casa de Wilma constatou que ela tinha instalado em sua casa um padrão bifásico. Como a ligação é monofásica, o processo não pode ser feito.

Na tarde desta segunda-feira uma equipe da Enersul novamente se dirigiu até a casa de Wilma, mas não encontrou ninguém no lugar. A assessoria de imprensa da concessionária explica que, caso ela realmente queira a religação, terá que trocar o disjuntor ou instalar um padrão apropriado à carga de energia que sua residência pode suportar, que é o monofásico.

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