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Campo Grande, Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2019

03/10/2018 11:59

Edital com 1,5 mil vagas para Educação sai nesta quinta, segundo governo

São 500 oportunidades para o setor administrativos e 1 mil de professores

Mayara Bueno
Estudantes entrando em escola estadual de Campo Grande. (Foto: Saul Schramm/Arquivo).Estudantes entrando em escola estadual de Campo Grande. (Foto: Saul Schramm/Arquivo).

Sai na quinta-feira (dia 4) o edital do concurso púbico para professores e servidores administrativos da Educação de Mato Grosso do Sul. São 1,5 mil vagas, das quais 1 mil são para professores e o restante para o setor administrativo.

Conforme adiantou ao Campo Grande News o secretário de Administração e Desburocratização, Édio Viegas, serão 178 vagas para agentes de limpeza; 168 de agentes de limpeza e 168 agente de merenda. As oportunidades exigem nível fundamental.

De nível médio, são 154 vagas de assistente de atividades educacionais, fechando as 500 vagas de administrativo. Nestes cargos, será aplicada prova objetiva e professores, além da objetiva, fazem o teste discursivo e passam por prova de títulos.

Serão 500 vagas de professores distribuídas da seguinte forma: 123 para docentes de Artes; Biologia, 80; Educação Física, 51; Filosofia, 29; Física, 106; Geografia, 53; História, 58. Professor de Inglês, 49; Português, 49; Matemática, 277; Química, 97 e Sociologia, 28 vagas.

Os salários não foram divulgados ainda. Uma reunião entre governo estadual e a comissão organizadora na tarde desta quarta vai definir os últimos detalhes. As datas de prova e outras fases da concorrência serão divulgadas no edital amanhã.

Contudo, o secretário afirma que os testes ainda serão aplicados este ano e a ideia é que os aprovados sejam chamados já para atuar no próximo ano eletivo.

 



Puxa, vai demorar pra chamar, somente na próxima eleição! Ou será que vai ser no próximo ano letivo?
 
Sérgio Ferreira em 04/10/2018 17:51:21
Ridículo o número de vagas para Filosofia e Sociologia. São os que mais precisam. São os que mais tem vagas esperando para serem preenchidas. Parece que o Estado não gosta dessas duas matérias. É claro, são críticas por excelência. Eu sou professor de Filosofia. Onde vou em escolas estaduais há pelo menos 1 vaga para ser preenchida. Mas colocam elas para professores de História. É um crime o Estado fazer isso com os professores de filosofia e sociologia formados aqui no Estado.
 
Daniel Ricco em 03/10/2018 13:43:32
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