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Campo Grande, Quinta-feira, 20 de Setembro de 2018

23/02/2018 11:37

Estado tem a segunda menor taxa de desocupação no Brasil segundo IBGE

O estado teve resultado de 7,3% nesse quesito em pesquisa, atrás apenas de Santa Catarina

Ricardo Campos Jr.
Centro-Oeste e Sudeste foram as regiões com mais trabalhadores com carteira assinada (Foto: Marcos Santos/USP Imagens)Centro-Oeste e Sudeste foram as regiões com mais trabalhadores com carteira assinada (Foto: Marcos Santos/USP Imagens)

Mato Grosso do Sul teve a segunda menor taxa de desocupação do país no quarto trimestre de 2017, segundo dados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Esse índice leva em conta os desempregados que estavam empregando esforços para arrumar trabalho.

O estado teve resultado de 7,3%, atrás apenas de Santa Catarina (6,3%), empatado com Mato Grosso e na frente do Rio Grande do Sul (8%). Na outra ponta da lista ficaram Amapá (18,8%), Pernambuco (16,8%), Alagoas (15,5%), Rio de Janeiro (15,1%) e Bahia (15,0%).

No Brasil, essa taxa fechou o quarto trimestre em 11,8%, redução de 0,6 ponto percentual na comparação com o 3º trimestre de 2017 (12,4%) e estatisticamente estável frente ao 4º trimestre de 2016 (12,0%).

A pesquisa também mostrou que Mato Grosso do Sul teve a terceira menor taxa combinada entre desocupação e subocupação por insuficiência de horas trabalhadas, que compreende as pessoas que estão trabalhando menos de 40 horas semanais, mas que estão dispostas a assumir jornadas maiores.

O estado teve resultado de 12,3% de pessoas nesta situação, atrás de Santa Catarina (8,7%) e Mato Grosso (10,2%), mas na frente do Paraná (12,4%), Rondônia (12,6%), e Rio Grande do Sul (12,8%).

A taxa de subutilização da força de trabalho, que além dos desocupados e subocupados inclui a força de trabalho em potencial, que são jovens com mais de 14 anos que não estão ocupadas ou desocupadas, mas que poderiam se tornar força de trabalho, ficou em 23,6% em todo o país.

Entre as unidades da federação, Piauí (40,7%), Bahia (37,7%), Alagoas (36,5%) e Maranhão (35,8%) apresentaram as maiores taxas e as menores taxas foram em Santa Catarina (10,7%), Mato Grosso (14,3%), Rio Grande do Sul (15,5%) e Rondônia (15,8%), segundo o IBGE.

As regiões Centro-Oeste e Sudeste apresentaram maior taxa de pessoas trabalhando com carteira assinada, enquanto o Norte e Nordeste tiveram mais gente trabalhando por conta própria.

Considerando o emprego com carteira de trabalho assinada na iniciativa privada (exceto empregados domésticos), segundo o IBGE, apenas a Região Norte apresentou expansão em relação a 2016: de 59,4% para 61,0%, enquanto as demais registraram queda na proporção desses empregados.

A participação da população preta no contingente de pessoas desocupadas aumento de 9,6% em 2012 para 11,9% em 2017.



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