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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

15/04/2008 06:50

Força Aérea não detectou sobrevôo no presídio federal

Redação

A Força Aérea não detectou sobrevôo na Penitenciária Federal de Campo Grande na noite de domingo (13), quando a unidade foi alvo de um atentado.

Segundo a assessoria de comunicação da Aeronáutica em Brasília, os radares só detectam helicópteros em altitude elevada. Somente em São Paulo, nas proximidades do Aeroporto de Congonhas, é que os radares detectam helicópteros sobrevoando mais baixo. A aeronave que fez o sobrevôo nas proximidades do presídio federal poderia estar em baixa altitude.

A assessoria explicou ainda que cabe à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) identificar o helicóptero, após ter sido informado à Agência o prefixo da aeronave, já que o avião deve ter decolado e pousado em território nacional.

A Aeronáutica explicou que cabe à Base Aérea agir em casos de defesa nacional, ou seja, em situações que aeronaves de outros países invadem espaço aéreo brasileiro.

O atentado contra o presídio durou de 10 a 20 minutos e foi realizado por pelo menos oito pessoas possivelmente armadas com fuzis 762. Os agentes revidaram, houve tiroteio, mas ninguém ficou ferido. As investigações são realizadas pela Polícia Federal, que durante todo o dia de ontem fez perícia na região.

Para o Depen (Departamento Penitenciário Federal), o atentado foi uma tentativa de resgate de preso. Porém, ainda não se sabe qual. Entre os cerca de 160 presos da unidade estão os narcotraficantes Luís Fernando da Costa, o Beira-Mar, e o colombiano Juan Carlos Abadia Ramirez. Também há envolvidos no roubo ao Banco Central de Fortaleza, ligados a rede de terroristas, entre outros criminosos.

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