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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

26/01/2012 17:54

Forças armadas de Brasil e Bolívia estreitam relações com acordo bilateral

Jeozadaque Garcia
Acordos devem fortalecer a relação entre as Forças Armadas. (Foto: Marlon Ganassin)Acordos devem fortalecer a relação entre as Forças Armadas. (Foto: Marlon Ganassin)

Com o objetivo de apertar o cerco contra o tráfico de drogas e interceptar aeronaves que transportam ilícitos no espaço aéreo de Brasil e Bolívia, representantes das Forças Armadas dos dois países encerraram hoje a 2ª Reunião do Grupo de Trabalho Bilateral de Defesa.

Nos dois dias de encontros, realizados no CMO (Comando Militar do Oeste), em Campo Grande, os militares discutiram estratégias de atuação e, principalmente, celebraram acordos para estreitar as relações entre as duas Forças.

Na Aeronáutica, os dois países realizarão um exercício conjunto entre os dias 17 e 22 de junho. Duas reuniões ainda serão realizadas até lá para definir detalhes técnicos dos treinamentos.

Além disso, segundo o General-de-Exército José Carlos De Nardi, Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, a Bolívia está interessada na aquisição de dois veículos aéreos não-tripulados para ajudar no combate ao narcotráfico na fronteira. Hoje, a divisa entre os dois países é uma das principais rotas de entrada de droga no Brasil.

“Hoje, a Bolívia tem a intenção de montar um sistema de controle de tráfego aéreo para reduzir o tráfico e o Exército Brasileiro vai continuar com as operações Agatha em 2012. Esse acordo é contínuo”, afirmou.

Além da troca de informações, os acordos consistem ainda no intercâmbio e realização de cursos por praças e oficiais de ambos os países. Na Marinha, ainda este ano, militares deverão realizar operações fluviais no Pantanal e na Amazônia.

Já o Exército Brasileiro deverá doar peças de reposição para carros bolivianos, abrir cursos de pilotos e oferecer bolsas para oficiais e cadetes até 2013. Carros de combate brasileiros também poderão ser doados.

“Muito acordos são feitos, mas o mais importante é a luta contra o tráfico. É importante ainda para as Forças Armada da Bolívia manter essa relação”, disse o Tenente-Brigadeiro-do-Ar Tito Roger Gandarillas Salazar, Comandante das Forças Armadas da Bolívia.

Os dois países buscam manter cooperação entre suas Forças Armadas desde 2002, quando foi realizada a primeira reunião.

Em 2011, os Ministros de Defesa da Bolívia e do Brasil assinaram, em La Paz, o “Memorando de Cooperação Militar” onde foram acordados alguns entendimentos como: cooperar mutuamente em casos de desastres naturais, manter canais de cooperação e intercâmbio de informações nas unidades de fronteira, para o controle de atividades ilícitas, tráfico de armas e luta contra o narcotráfico, entre outros.

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SR. Marcio Pereira meus parabéns pela sua otima análise. As forças Armadas é para guerra, combate ao crime e coisa de policia. Se o governo quer realmente combater crimes e dar segurança nas fronteiras tem que investir maciçamente nas policias estaduais e colocar o Exercito so para dar suporte se caso for preciso. A PM e Civil e que tem as informações e capacidade de trabalho e resultado.
 
Coronel Duarte Mascarenhas em 27/01/2012 10:19:35
COMO PODE A BOLIVIA QUERER ACABAR COM O TRAFICO DE DROGAS, SE O PRESIDENTE DAQUELE PAÍS, É O PRESIDENTE DOS PLANTADORES DE COCA? E MAIS, OS BOLIVIANOS NOS TRATAM SUPER MAU, E O BRASIL VAI LA E DÁ.. GRATIS... 4 HELICOPTEROS. DEVIA TER UM PLEBICITO PRA ISSO, AFINAL FORAM COMPRADO COM DINHEIRO NOSSO.
 
LUCIANO MARQUES em 26/01/2012 10:06:54
Me impressiona como é fácil discursar sobre segurança de fronteira; até quando as Forças Armadas vão continuar na retórica; o que falta é ação concreta, é retirar os milhares de militares das regiões metropolitanas (quem quer sair do litoral?) e desloca-los para operar na fronteira... a pergunta é a seguinte... Existe um real interesse em se fiscalizar de verdade as fronteiras????
 
marcio pereira em 26/01/2012 08:37:04
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