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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

23/03/2015 11:31

Governador explica que auditoria do Estado é quem vai autorizar cirurgias

Leonardo Rocha
Reinaldo ressaltou que auditoria vai autorizar cirurgias, para que se haja controle dos procedimentos e evitem irregularidades (Foto: Marcos Ermínio)Reinaldo ressaltou que auditoria vai autorizar cirurgias, para que se haja controle dos procedimentos e evitem irregularidades (Foto: Marcos Ermínio)

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) afirmou hoje (23) que a auditoria do Estado é quem vai autorizar a realização dos 18 mil procedimentos cirúrgicos, previstos na Caravana da Saúde, que vai percorrer 11 polos regionais do Estado. O objetivo principal é “zerar” a fila, que possui mais de 18 mil pessoas, com casos de espera de até dez anos.

Reinaldo explicou que haverá este controle do governo para evitar possíveis irregularidades, até para que haja “clareza” sobre quem estão fazendo as cirurgias e se todos os procedimentos corretos foram adotados. “Muitos estados não fizeram o que fizemos, quem vai autorizar (cirurgias) é a auditoria do Estado, nossa preocupação principal é zerar a fila de 18 mil pessoas”, disse o tucano.

O governador ainda ressaltou que em muitos casos, outros estados sofreram com ações de “superfaturamento”, pois não tinham este controle sobre os procedimentos que foram realizados nos seus programas. “Foi o que aconteceu em alguns lugares como Brasília, onde havia lista fictícia, eles não sabiam quem participavam (programas)”, apontou ele.

Sobre a escolha do Instituto dos Olhos Fábio Vieira, que vai fazer parte da Caravana da Saúde, Reinaldo ponderou que foi feito um processo de licitação, modalidade de pregão por “adesão”, e que suas carretas foram verificadas pela Vigilância Sanitária, assim como suas condições (legais) para a realização das cirurgias.

“Nós tínhamos o critério que os preços (cobrados) seriam aqueles fixados na Tabela SUS (Sistema Único de Saúde), o Instituto (Fábio Vieira) foi o único que apareceu, existem até outras instituições que realizam o serviço, mas cobram 5 ou 6 vezes mais do que fixamos”, disse ele, durante esta manhã, na reunião dos chefes de Agências Fazendárias, em Campo Grande.



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