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Cidades

Greve perde força no Estado, mas caminhoneiros bloqueiam 5 pontos

Por Mariana Rodrigues | 02/03/2015 15:04
A classe protesta pela diminuição do preço do óleo diesel e pelo baixo valor cobrado pelo frete. (Foto: Eliel Oliveira)
A classe protesta pela diminuição do preço do óleo diesel e pelo baixo valor cobrado pelo frete. (Foto: Eliel Oliveira)
Há dez dias caminhoneiros bloqueiam rodovias de MS e outros estados. (Foto: Eliel Oliveira)
Há dez dias caminhoneiros bloqueiam rodovias de MS e outros estados. (Foto: Eliel Oliveira)

O protesto dos caminhoneiros chega ao 10º dia e começa a perder força, segundo a PRE (Polícia Militar Rodoviária Estadual), apesar da MS-040 em Campo Grande ter sido liberada, outros cinco pontos no interior do Estado ainda continuam paralisados. Os protestos começaram às 6 h da manhã e devem terminar às 18 horas.

Em Dourados a paralisação atinge dois pontos da MS-156 no sentido do Distrito Industrial e entre Dourados e Itaporã. Na MS-379 próximo a Laguna Caarapã, na MS-376 entre Dourados e Fátima do Sul e MS-134 na região de Nova Andradina também estão bloqueados.

Em Dourados - distante a 233 quilômetros de Campo Grande, a situação é ainda pior, hoje (02), o sistema de coleta de lixo foi suspenso. Devido ao bloqueio, os caminhões da empresa terceirizada que faz a coleta de lixo ficaram parados no bloqueio e não há previsão de retomada dos serviços.

De acordo com Saul Steil, dono de uma transportadora, as paralisações no interior do estado ainda continuam, porém, em Campo Grande, ela só irá retornar caso o Governo do Estado não entre em consenso com os caminhoneiros na reunião que está agendada para acontecer esta semana.

"Nós tivemos uma reunião com membros da União dos caminhoneiros de São Paulo e representantes do Governo Federal nesse domingo (1°), nessa reunião nós apresentamos nossas reivindicações. Diante disso, uma nova reunião foi marcada para o dia 10, e na próxima quarta-feira nos reuniremos também com os deputados estaduais e com o governador", disse.

O protesto começou nas rodovias federais e migrou para as estaduais depois que a Justiça determinou o fim dos bloqueios, sob pena de multa de R$ 10 mil por hora, além de penalidades por infração de trânsito. A classe protesta pela diminuição do preço do óleo diesel e pelo baixo valor cobrado pelo frete.