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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

13/04/2012 18:20

Histórias e dramas por trás da polêmica sobre aborto de anencéfalo

Fabiano Arruda e Aline dos Santos
Janine, com a filha Grazielly ao fundo no coloco da vó: bebê teve diagnóstico de anencefalia e a mãe decidiu prosseguir com a gravidez. (Foto: Minamar Junior) Janine, com a filha Grazielly ao fundo no coloco da vó: bebê teve diagnóstico de anencefalia e a mãe decidiu prosseguir com a gravidez. (Foto: Minamar Junior)

O País parou no meio de semana para assistir ao julgamento do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre o aborto de fetos anencéfalos, em que a Corte decidiu, após dois dias, que a mulher tem direito a interromper a gravidez nestes casos sem que a prática configure crime.

Os debates se espalharam sobre o polêmico tema. O Campo Grande News encontrou histórias que mostram dois extremos: uma mulher que conseguiu abortar o filho com diagnóstico de anencefalia e outra que decidiu levar a gestação adiante.

Em Maracaju, a 160 quilômetros de Campo Grande, a defensora pública Eni Maria Sezerino Diniz conseguiu na Justiça, em dezembro do ano passado, que uma mãe, de 35 anos, abortasse o filho com diagnóstico de anencefalia.

A jovem, de família pobre, já tinha dois filhos biológicos e um adotivo e estava grávida de seis meses, quando resolveu procurar a defensoria com um laudo de anencefalia em mãos. Antes, para conseguir o aborto no País, ela teria que ingressar com liminar na Justiça.

A partir do pedido, a defensora solicitou mais dois exames: um para investigar o caso de anencefalia e outro que analisava a saúde psicológica da mãe.

O primeiro reforçou a doença, enquanto a avaliação apontou uma jovem depressiva e angustiada pela situação do filho que carregava. O quadro foi motivo de tentativa de suicídio.

O laudo com os detalhes do caso foi enviado ao MPE (Ministério Público Estadual), que deu parecer favorável ao aborto, autorizado posteriormente pela Justiça. Dez dias depois a mãe interrompeu a gravidez em procedimento realizado em Maracaju.

Segundo Eni Maria de Souza, o caso comprova a dificuldade que a mãe tem que suportar e lidar com sentimentos como receio e culpa.

“O sofrimento é muito grande na família da mãe. São nove meses preparando o enterro”, resume a defensora. “O que é mais importante: o sofrimento da mãe de um filho que não vai sobreviver?”, completou.

A decisão de prosseguir - Janine e Grazielli são mãe e filha, mas, além dos laços de sangue, dividem uma mesma valentia. Cada sorriso, gracinha ou movimento do bebê de quatro meses desperta mais do que alegria. Para a jovem mãe, cada dia de vida da criança é a prova de um milagre. Na 23ª semana, Janine descobriu que sua primeira gestação não seria normal.

“Fiz o ultrassom e percebi que o médico ficou muito quieto, não falava nada”, conta Janine Rivarola Saito. Curiosa, abriu o exame e deparou com as informações de que o feto não tinha calota craniana, tampouco estrutura cerebral, o diagnóstico foi anencefalia (ausência de cérebro).

“Na hora, não entendi o que era e pedi para o meu marido procurar na internet”, relata. A informação de que o filho poderia morrer ainda dentro de sua barriga logo após o parto levou a jovem no mesmo dia ao consultório do obstetra.

A semana seguinte foi de dúvidas, lágrimas, tristeza e fé. Além de conversar com a família, ela procurou o padre da paróquia Santo Afonso, local que já frequentava. “O padre disse: ‘quem somos nós para interromper a vida’”, relata.

Uma semana depois da notícia, o casal Janine e Rafael decidiu prosseguir com a gravidez. A mãe conta que comprou algumas poucas peças de roupa. Não havia berço à espera do bebê. A gestação avançava e Janine se via obrigada a driblar as perguntas corriqueiras destinadas a uma gestante, como se era menino ou menina ou quando o bebê ia nascer. Orientada pela mãe, criou uma resposta padrão. “Só dizia que estava tudo bem”.

No dia 28 de novembro do ano passado, Grazielli nasceu na maternidade Cândido Mariano. A mãe conta que parte da equipe médica não acreditou que a criança sobreviveria. “Deixaram ela num cantinho, sem alimentação. Tive que brigar para que ela fosse atendida pelo neurologista. Só quando meu marido a pegou no colo e começou a cantar, é que tocou o coração deles”, relata.

Após o nascimento, foi diagnosticada “encefalocele”, defeito do tubo neural, ao contrário da anencefalia que chegou a ser detectada na gravidez. Constatou-se que o bebê tinha uma pequena parte de cérebro, mas que estava para fora da cabeça e por isso não aparecia nas imagens.

O calvário durou três meses de internação no El Kadri até a realização de cirurgia para inserir o “pedaço” do cérebro para dentro da cabeça da criança.

Em janeiro, Grazielli recebeu alta e a casa passou a viver a alegria de tê-la no lar e a dificuldade da nova rotina de sessões com fisioterapeuta e fonoaudiólogo.

O médico responsável pela bebê ainda não sabe precisar qual a quantidade, bem como qual parte do cérebro foi afetada.

Mesmo com as condições de vida precárias, a família desejou o nascimento da criança com a mentalidade de dar a melhor qualidade de vida possível.

Agora, em casa, Grazielli, que está com pouco mais de seis quilos, recebe o carinho de todos da família. Um álbum de fotos, da cor rosa, está pronto. Textos e imagens mostram a trajetória da menina.

Ciência - Uma em cada mil gestações no Brasil são casos de anencefalia. O número é alto, segundo o médico ginecologista Edvardes Carmona Gomes, ex-membro da Comissão Nacional de Violência Sexual e Aborto Permitido em Lei.

Segundo ele, 80% dos casos ocorrem por falta de ácido fólico na gravidez da mulher, enquanto outros 20% são em decorrência da genética.

Nos últimos quatro anos, Carmona conta que registrou cinco casos de fetos anencéfalos. Em todos eles as mães recorreram à Justiça para garantir o direito de interromper a gravidez.

Quando a gestante decide seguir com a gravidez, os riscos aumentam, afirma. Em casos normais, o bebê ingere líquido e urina e nos casos dos anencéfalos o feto não elimina o líquido amniótico produzido pela mãe. Neste quadro o útero da mãe pode romper e aumenta o risco de pré-eclâmpsia, problema marcado pela elevação da pressão arterial.

O ginecologista orienta, desta forma, que as mulheres que planejam ter filho procurem o médico antes. E durante a gestação, a partir da 12ª semana, é possível detectar se o feto tem massa encefálica ou não.

Sobre a decisão do STF, o médico considera como ótima, pois afasta a paixão religiosa da questão. Ele afirma que agora é preciso esperar a publicação do acórdão do Supremo com os padrões de exames para detectar a anencefalia.

Em Mato Grosso do Sul, o procedimento de aborto nestes casos é realizado apenas pelo Hospital Regional, no entanto, Carmona acredita que o SUS vai ampliar o atendimento após a decisão do STF.

Dom Dimas afirma que, para a Igreja, a vida humana é sagrada da concepção até a morte natural.
Dom Dimas afirma que, para a Igreja, a vida humana é sagrada da concepção até a morte natural.

A igreja - Na ponta contrária do assunto, o arcebispo de Campo Grande, Dom Dimas, reforça a posição da Igreja Católica frente à polêmica questão.

“Todos nós estamos destinados a nascer e morrer”, afirma, ressaltando que a Igreja é clara ao dizer que a vida humana é sagrada da concepção até a morte natural.

O arcebispo define como perigosa a “abertura da porta” para dizer que tipo de situação pode fazer “uma criança perder o direito de nascer”.

Para Dom Dimas, não existe crianças com ausência total de cérebro. E alguns bebês podem viver horas, meses e anos. Ela também considera que a questão está mais na prevenção sobre o problema e o atendimento adequado para a gestantes nestes casos, em que ele avalia existirem dois pacientes: mãe e filho.

Do outro lado, o pastor Ronaldo Leite Batista, presidente da Associação Evangélica Batista de Mato Grosso do Sul, admite que não há posicionamento definido sobre o assunto na igreja evangélica.

Segundo ele, os evangélicos defendem três correntes. O apoio à mulher interromper a gestação, levar até o fim ou que a decisão que cabe apenas aos pais.

“Particularmente acredito que a decisão deva ser dos pais”, opina, demonstrando, no entanto, preocupação com os desdobramentos da decisão. Para ele é preciso estabelecer critérios rígidos para não tirar a chance de outras crianças nascerem.

“Devem haver regras claras para definir a anencefalia e não confundi-la com outros problemas cerebrais”, explica, defendendo a rigidez no processo para que o aborto não seja burlado por mães com a justificativa da anencefalia.

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e do trono sai um rio de aguas vivas e la esta a arvora da vida e das curar. amem!
apoc.21;1-8 ,22;1-20 .

Que Deus abençoe a todos
 
rafael paniagua em 19/04/2012 11:45:32
Com certeza,sou fanatico por Deus e minha familia tambem!!
e a reportagem mostra claramente que com certeza viva a vida, e nem precisa estar com o coraçao batende , pq para o nosso bom Deus nada e impossivel.
Esse caso e alem toque podemos explicar , minha filha no quinto mes nao tinha celebro , nos apenas deixamos na mao de Deus.E ele com sua infinita missericordia deu a vida para minha filha..
 
rafael paniagua em 19/04/2012 11:06:51
A reportagem mostra ate q ponto chega o fanatismo religioso.E viva a "vida" dos seres com apenas o coração batendo.
 
Marcos tami em 18/04/2012 10:50:54
Esse e um assunto mto dificil de ser discutido, mas p quem tem fé náo!
Sabemos o qnto foi dificil para que Janine e sua familia tomassem esta decisäo, mas confiante em Deus, o fez e ai esta a prova de que ele nunca nos abandona, a Grazi esta linda, respondendo aos estimulos e perfeita, e nao no estado vegetativo como disse um leitor bem mal informado. Bju a essa familia guerreira.
 
Juliana Rivarola em 16/04/2012 04:55:07
Este é um dos casos muito interessantes que envolve o ser humano. Primeiro, porque a mãe tem que tomar um decisão rápida quanto a continuação ou interrupção da gravidez. Num ato corajoso, Janine decidiu continuar a gravidez, com o apôio do esposo e sua familia, de sua mãe, irmão, tios/padrinhos, religiosos e religiosas, inclusive do Pe. Alexandre (Paróquia de Sto. Afonso) e acima de tudo da fé em Deus. Acredita-se que a fé de Janine de seu esposo e demais familiares somado a todos que oraram e rezarão para que ela tivesse uma gestação linda de uma criança que ela propria já tinha conhecimento de era dificil sobreviver, é o que valeu. A vontade de ser pai dita pelo Rafael (Pai da Grazzi) também valeu muito. Interromper uma gravidez de uma vida comprovada, s.m.j. é crime sim. (Só deve interromper a gravidez se não houver vida).E essa falha na lei dos homens, Janine e Rafael não cometeram, pois não tiraram a vida da Grazzi; mas louvável está demonstrado a fé de que quem tem vida pode e dever cumpri-la no tempo que Deus determinar. Não se mede nenhum sacrifício em cuidar e criar de um filho que teve inicio de vida dentro da barriga de uma mãe. Parabens Janine, parabens Rafael pelo decisão que tomaram de não interromper a gravidez que gerava a Grazzi que nasceu e hoje conta com quase cinco meses de vida. Deixe que ela cumpra o seu tempo de vida por vontade de Deus.
 
Claudemir Rivarola em 16/04/2012 04:05:09
Sempre sim a vida, sempre sim ao Amor de Cristo Jesus!!! Minha filha e linda, amada e muito bem cuidada!!! Pq nos a amamos em Cristo ... Ela esta a vontade ,somente deixamos ela viver. Até quando ninguem sabe! Mas com certeza ela ama viver!!!
Que Deus abençoe a todos !!
Pai da Grazi com muito orgulho, fe e alegria!!!!
 
Rafael Paniagua em 15/04/2012 07:22:18
a Igreja já pediu desculpas pelos erros cometidos, mas engraçados são esses comentários....criticando a Igreja Católica, mas sem argumentos para defender a posição contraria, preferem o ataque..... é uma pena !!!!
 
WILTON EDGAR SA E SILVA ACOSTA em 14/04/2012 12:24:03
Comparar os dias atuais com a Idade Média é um erro gigantesco. O mundo e suas concepções mudaram. Naquele tempo era uma coisa normal, bem vista pela maioria. Deus era a razão de tudo (não que hoje seja muito diferente para algumas pessoas), e matar em nome de Deus era um ato extremamente normal. Nossa concepção, hoje, é diferente.
E sobre a lei que dá direito e não a obrigação ao aborto, eu apoio
 
Jonas Medeiros em 14/04/2012 12:15:10
Que gesto de grandeza dessa família. É um exemplo de amor ao próximo.

Os ministros do STF são pessoas insensatas. Se a Constituição Federal não protege os indefesos, imagina nós. Certa vez li num banheiro a seguinte frase: Frio pior o do que da madrugada, só o do coração humano. É isso o que penso dos membros da Corte Suprema deste País.
 
osmiro capistrano da costa em 14/04/2012 12:05:20
No mais: parabéns, Janine e Grazieli! Que Deus as guarde!
E parabéns também a D. Dimas e ao padre de Maracaju, que tiveram coragem de dizer a verdade e não se mostraram insensíveis a todo esse estado de coisas. Que bom, pois infelizmente, há maus clérigos, fariseus que traem a Cristo e , além de pregar o aborto, até caluniam a Igreja "em nome do bem-estar", como o semi-frei Betto, entre outros.
 
Marcel Ozuna em 14/04/2012 10:54:28
Parabén Janine, ao seu esposo e toda sua família pela decisão e apoio. A vida é dada po Deus e somente a ele cabe a decisão de tirá-la. A sua atitude de amor total é condição primeira da maternidade. Que Deus a abençoe e lhe dê pessoas boas no seu caminho, que vc certamente não trilhará sozinha.
 
Leize Demétrio da Silva em 14/04/2012 10:48:03
Gente o assunto desta materia refere-se à braveza de uma mae e nao à religiao. Qto a materia, acho que esse assunto quem deve decidir é a mae, pois sera sempre ela a cuidar da criança, dai cada um deve ver ate onde pode ir. Sem contar que o Sistema de saude é falido e nao da assistencia nem aos casos comuns imagine uma situaçao mais seria como essa. É uma luta eterna e por isso admiro essa mae.
 
luci santos em 14/04/2012 10:47:54
Que bom que a sra. Janine seguiu o conselho de um bom padre. Felizmente ainda há, neste mundo, quem se lembre de Deus e de seus ministros para pedir socorro nas horas de sofrimento. É preciso pôr o dedo na ferida: ninguém é imune ao sofrimento, e todo mundo vai morrer um dia, seja após nascer ou daqui a 80 anos; quem não quer ter uma gravidez sofrida, que não se deixe engravidar - simples, assim.
 
Marcel Ozuna em 14/04/2012 10:45:54
axo isso uma judiação com a criança . . . ela é um vegetal não pensa,não tem reações NADA' o aborto logo quando diagnosticado esses casos é o melhor,pra ambas as partes
 
RODOLFO SALES DA SILVA em 14/04/2012 10:24:04
Parabéns Janine pela força e coragem! Isso sim é prova do amor verdadeiro de uma mãe antes mesmo do nascimento de seu filho! Que Deus abençoe abundantemente sua vida e da sua princesa!!!
 
Ana Martins em 14/04/2012 10:19:35
FALAR DE FAMÍLIA SÃO SOMENTE PARA AS IGREJAS DE FÉ QUE PROFEREM A PALAVRA DE DEUS, IGREJAS FRIAS CONCORDAM COM OS PENSAMENTOS FRACOS TERRENOS, QUEM TEM OBRIGAÇÃO DE ENSINAR A CORREÇÃO DA FAMÍLIA SÃO OS HOMENS DO ALTAR DE DEUS, POIS PARA DEUS A MINA DOS SEUS OLHOS É A FAMÍLIA, PARA OS HOMENS DA TERRA NÃO, ENTÃO TERÁ QUE PREDOMINAR DEUS E O ALTAR, CORAGEM CRISTÃOS, O FIM DESSE POVO É DE JOELHO ALTAR
 
pedro braga em 14/04/2012 09:17:07
POLÍTICOS, DIRIGENTES SOCIAIS, GESTORES PÚBLICOS,PAPA,BISPOS, ARCEBISPOS, PADRES DA IGREJA CATÓLICAS, BISPOS, APÓSTOLOS, PASTORES, PAIS, AUTORIDADES SUPERIORES PAÍS, CONHEÇAM A PALAVRA DE DEUS, SAÍBAM O QUE ERRADO E O QUE É CERTO, SIGAM O CERTO, E DEEM EXEMPLO DO CERTO, QUE O POVO OS SEGUIRÃO, POIS SÓ ESTÃO ERRADOS, E O POVO SEGUINDO COMO OVELHAS, TENHAM FÉ EM DEUS, NÃO NOS CONHECIMENTOS PRÓPRIO
 
pedro braga em 14/04/2012 09:14:03
O HOMEM TERRENO NÃO TEM PODER, EXERCE UM PODER INFERIOR, E SE CRÊ EM DEUS, ELE LHE DA O PODER IGUAL A ELE, PARA CURAR E EXPULSAR DEMÔNIOS, PORTANTO ESSA DOENÇA É O MAL, A PALAVRA EM TIAGO CP.5, VS. 12 AO 18, EM ESPECIAL AO VS. 15, O PASTOR, PADRE, O REPRESENTANTE FIEL A DEUS PODERÁ CURAR, EXPULSAR A DOENÇA E AINDA PERDOAR-LHE OS PECADOS, PORQUE TEMER O NASCIMENTO DE UM SER HUMANO OU NÃO HUMANO, FÉ
 
pedro braga em 14/04/2012 09:06:16
A igreja não interferiu na decisão da família Sra. Lais Oliveira, a mãe quis dar continuidade a gravidez por uma decisão dela, religião é umas das coisas que não se pode discutir, pois é um tema que nunca chegaremos a uma opinião só, cada um crê no que quer! E parabéns a mãe que decidiu ter essa criança, linda história, Deus esteja sempre com vocês!
 
André Serra em 14/04/2012 08:54:42
Nossa q historia linda, Janine parabéns pela sua atitude... Isso mesmo só quem é mãe é q entende...
 
Diana Oliveira em 14/04/2012 08:30:10
A igreja católica errou sim num passado muiiiiiiitoooo distante, mais como todo "homem" erra, afinal a igreja como qualquer outra é constituida por pessoas pecadoras como nós, e esta sujeita ao erro. A igreja preza pela vida, em qualquer das circunstancias! E eu, como católica acredito nisso! Deus sabe oq faz, e nós precisamos confiar nele e entregar nossa vida a ele! Parabens pra essa mãe.
 
Vivianni D'Amico em 14/04/2012 07:59:53
QUEM SABE DO NOSSO DESTINO É SOMENTE DEUS.....FORÇA PARA ESSA FAMILÍA QUE DEUS OS ABENÇOE.
 
keila gonçalves espíndola em 14/04/2012 07:39:42
Sugestão de leitura, Salmo 139 para comprovar que Deus participa de todo o desenvolvimento da vida fetal e que somente Ele pode dar e tirar a vida. Alguém falou
uma vez que Deus faz tudo sozinho, a criança vai se formando no ventre e quando nós
temos a oportunidade fazer algo acabamos estragando. Jeremias 1, 4e5 O Senhor diz: “----- antes que fosse formado, eu já te conhecia...
 
elaine estadulho em 14/04/2012 01:37:29
NÃO EXISTEM PALAVRAS QUE POSSAM EXPRIMIR MINHA EMOÇÃO TODA VEZ QUE FALO NA GRAZI, POIS ELA É TÃO GUERREIRA QUANTO SUA MÃE, ME SINTO ABENÇOADA POR PRESENCIAR UM VERDADEIRO MILAGRE DE DEUS, JANINE E FAMÍLIA, VOCÊS NUNCA ESTIVERAM SOZINHOS NESSA CAMINHADA, UNIDOS PELO AMOR E PELA FÉ ACOMPANHAMOS CADA PASSO DE VCS.
JANINE E GRAZI MINHAS PRINCESINHAS TÃO AMADAS, QUE VCS VENÇAM TODAS AS BARREIRAS. BJO
 
LINEY QUEVEDO em 14/04/2012 01:37:12
Participo também da Paroquia Santo Afonso, na Vila Serradinho, conheço o casal e a filha. A fé que esse casal tem, a graça que DEUS, com certeza derrama sobre eles, cada dia é um milagre que eles vivem. Problemas temos todos os dias, mas quem acredita e tem fé em DEUS, vive essa experiencia de cada dia um milagre e que DEUS os abençoe sempre.
 
Celso Souza Martins em 14/04/2012 01:27:47
Esse assunto nao e para se descudir, mas sim para unir todos nos filho de Deus que enfiou seu filho amado para nos salvar !! Nao adianta ficar trocando acusaçoes entre igrejas e pessoas, a salvação e individual, As igrejas erram porque sao formadas por nos pegadores. Não tem logico uma mae decidir sobre quando seu filho ira partir.
Deixe a natureza seguir seu curso!
 
rafael paniagua em 14/04/2012 01:22:11
Deus participa de todo o desenvolvimento da vida fetal. Todo indivíduo nasce para morrer, seja a um segundo após o parto ou com noventa anos de idade.
Quem vai responder pelos crimes da inquisição é quem os ordenou. Ao invés de escrever bobagem leia a bíblia. E não fale pela boca dos outros. Existem protestantes sérios que não concordam com esses assassinatos.
 
elaine estadulho em 14/04/2012 01:19:18
O julgamento STF só julgou o "direito da mãe" praticar o aborto no caso em discussão. Pelo que entendi, não foi aprovada o "dever da mãe". As pessoas toma rumos contraditórios algumas decisões. Até parece que estamos vivendo na época em que o analfabetismo predominava, mas, este meu parece dá outra impressão; está cheio de gentes ingnorantes.
 
Ezio José em 14/04/2012 01:12:56
Eu sou da mesma paroquia que Jamile e da pequena Grasielly vi a luta desta família,a vida é sim sagrada e quem duvida disso não entende nada sobre o grande mistério que Deus nos deu.Então vamos sim acreditar no amor de Deus por nos.Jamile e Grasielly amo dimais vcs.E que Deus abençoe sempre vcs. Sol
 
Solange Rozan em 13/04/2012 11:13:56
Parabéns Mamãe Janine!
Pelo amor à vida de Grazielly.Sabemos que para Deus nada é impossível.acredite!!!!!!!!
 
deolinda fleitas em 13/04/2012 08:04:49
O Fato fala por si. Deus seja louvado!

 
Ana Cristina Fernandez em 13/04/2012 07:55:02
A Igreja Católica NÃO deve interferir em decisões que são exclusivas da família.
Aliás, ela não tem moral nenhuma para interferir em questões humanas haja visto o que ela fez no passado, como por exemplo, a Inquisição em que muitos foram torturados, perseguidos e até queimados por não seguirem a doutrina católica
 
Laís Oliveira em 13/04/2012 07:49:11
Essa é uma das raras ocasiões em que concordo com um pastor protestante. Cara de pau de um arcebispo, membro da Igreja que tanto matou em nome de Deus, dizer que a vida é sagrada da concepção à morte natural. As mortes durante a inquisição e a conquista das Américas foram naturais? Porque foram todas em nome de Deus!
 
Murilo Ferreira Borges Delmondes em 13/04/2012 07:30:40
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