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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

05/12/2013 17:10

Índios e Funai boicotam audiência pública que discutiu "Paz no Campo"

Filipe Prado
A audiência contou com produtores e autoridades, mas indígenas não compareceram (Foto: Filipe Prado)A audiência contou com produtores e autoridades, mas indígenas não compareceram (Foto: Filipe Prado)

A audiência pública, realizada hoje (05) na Câmara Municipal de Campo Grande, com o tema “Paz no Campo”, colocou autoridades e produtores rurais “frente a frente” para tentar pacificar os conflitos. A Funai (Fundação Nacional do Índio) e autoridades indígenas não compareceram a reunião.

A vereadora Juliana Zorzo (PSC) idealizou e presidiu a audiência pública. Ela conta que quer acabar com este clima de guerras entre produtores e indígenas. “Eu quero promover a paz, colocar os fazendeiros e indígenas para discutirem pacificamente e chegarem um acordo”.

Foram convidados para a audiência lideranças indígenas e a Funai, que não compareceram ao evento. “Eles foram os primeiros a serem convidados, já tinham confirmados, cerca de 60 indígenas, mas não compareceram. Eles comentaram que foi por ordem da Funai e que não sentariam com os produtores”, comenta Juliana.

Para Francisco Maia, presidente da Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul), os indígenas podem estar traçando estratégias de ataque, por isso não foram à audiência. “A natureza nunca muda. Uns atacam de dia e outros a noite. Eu acho que eles atacam a noite”.

Juliana relata que não concorda com a decisão de suspensão do Leilão da Resistência. “Eu acho que não tinha necessidade, pois se os indígenas quisessem fazer um leilão, eles poderiam fazer”.

Mas o presidente da comissão de Direitos Humanos da OAB/MS, Joatan Loureiro, diz que a decisão foi correta. “Foi razoável, certa. A segurança pública não pode ser privada, não é desta forma que eles irão resolver a situação, para isso temos as instituições”, afirma.

Joatan compara a situação do estado com a Reforma Agrária. “Nós já passamos pelo problema da Reforma Agrária, e parece que o pessoal não aprendeu com isso. Estão passando pelos mesmos problemas”, relata o presidente da comissão.



FUNAI, AGRISSUL,FAMASUL,Políticos ou outra entidade, ñ dita o q as lideranças indígenas devam ou ñ fazer.Alardear que estão propenso ao dialogo p/ promover a paz no campo é blefe.Num ambiente onde impera o espirito de ódio contra índios, onde políticos são verdadeiros atores e q nenhum, nenhum deles promoveu um ato a favor da devolução das terras invadidas aos índios. Somos nós q,em tom ameaçador, faz leilões p/contratar jagunços armados pra tocaiar lideranças indígena, matar e aleijar nossos membros? Muitos desses invasores fizeram amizades com os indígenas, índios não estão em guerra contra fazendeiros, não os odeia, tanto que nem um deles esta morto ou aleijados, por conta desses conflitos.Juliana precisa é desarmar o espirito do Chico Maia.Ta p...da vida! PAZ NO CAMPO!DEMARCAÇAO JÁ!
 
samuel gomes-campo grande em 05/12/2013 18:03:29
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